sexta-feira, 29 de abril de 2011

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Brasileiro ajuda a salvar vida com doação de medula óssea


Em fevereiro deste ano, o baiano Nivaldo Neto se internou em um hospital da Flórida para fazer um gesto que pode salvar a vida de uma paciente de câncer.

Arquivo pessoal
O baiano Nivaldo Neto, fez a doação de medula óssea que poderá salvar a vida de uma paciente de leucemia.

O baiano Nivaldo Neto, fez a doação de medula óssea que poderá salvar a vida de uma paciente de leucemia.

Um dos maiores dramas de pacientes que sofrem de leucemia é a dificuldade em encontrar um doador compatível. Todos os anos cerca de 14.600 pessoas com idade entre 0 e 65 anos, poderiam se beneficiar de um transplante de medula óssea. Nem todos conseguem a tempo.

Mas para o baiano Nivaldo Neto, 24, residente da Flórida há 11 anos, uma destas vidas será salva. Depois de assistir a palestra de um dos funcionário da Icla da Silva Fundation, em 2008, ele ficou tocado com a situação dos pacientes e decidiu se cadastrar no banco de dados da fundação. Três anos depois Nivaldo foi surpreendido com a notícia que ele era compatível com um paciente de leucemia.

“Foi em fevereiro deste ano. Eu estava trabalhando quando uma funcionária da Icla da Silva me ligou dizendo que tinham a possibilidade que eu fosse compatível com uma pessoa”, explica Nivaldo. “Ela me perguntou se eu gostaria de prosseguir com o processo. Aceitei na hora”, diz ele.

Nivaldo foi levado para fazer coleta de sangue para determinar se a compatibilidade realmente existia. “Quando a gente se cadastra, a única coisa que fazemos é passar um cotonete na boca. O exame de sangue é para comprovar de fato a compatibilidade”, disse.

Três semanas depois ele recebeu a notícia de que era 100% compatível com a paciente. Uma série de exames se seguiu para determinar se Nivaldo estava com saúde normal para o transplante. Os testes incluíram exames físicos, raio-x e eletrocardiograma. Cinco dias antes do transplante, foi aplicado em Nivaldo uma injeção com um remédio para multiplicar a medula óssea no corpo. “Eu tomei três injeções por dia durante cinco dias antes da doação. Isso era necessário para que tivesse o suficiente para doar e para ficar no meu corpo”, relata o brasileiro.

No caso de Nivaldo, o transplante não foi cirúrgico. O processo, semelhante ao tratamento de hemodiálise, não é dolorido. “Dizem que cada caso é diferente. No meu caso eu não senti dor, apenas um incômodo na hora de colocar as agulhas. Uma aonde sai o sangue, que passa por uma máquina, e outra aonde entra. Durou três horas e 40 minutos”, diz.

Mas para Nivaldo, o processo de doação não é nada comparável ao problema que um paciente de leucemia passa. Ele ainda incentiva as pessoas a se cadastrarem. “Para quem doa é apenas um incômodo que dura três horas e pouco, mas para quem recebe é a chance de viver”, diz.

Apesar da ação, ele não quer levar os créditos. “Eu não salvei uma vida. Fui apenas um instrumento usado por Deus para ajudar uma pessoa. Quem salvou foi Deus”, finaliza Nivaldo.

Ele ainda não sabe para quem foi a doação, exceto de que se trata de uma mulher. Essa informação somente é levada ao conhecimento do doador um ano após o transplante.

Quem desejar se cadastrar no banco de dados de doadores, poderá fazer encontrando em contato com a fundação Icla da Silva pelo telefone (888) 638-2870 ou www.icla.org.
Breno da Mata - Comunidade News
FONTE
http://www.comunidadenews.com/local/brasileiro-ajuda-a-salvar-vida-com-doacao-de-medula-ossea-7149

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Destacam figura de bispo salvadorenho Oscar Romero

Destacam figura de bispo salvadorenho Oscar Romero
 (Prensa Latina) Mais que 350 personalidades internacionais das igrejas católicas e evangélicas assinaram um chamado em homenagem ao bispo salvadorenho Oscar Romero.

  O papel com o título "Recordam a canonização do mártir San Oscar Romero pelos pobres deste mundo" exige, simultaneamente, uma mudança política das "igrejas dos ricos".

A Iniciativa Cristã Oscar Romero, uma organização não governamental com sede na cidade alemã de Muenster, informou mediante um comunicado de imprensa que o chamado leva as assinaturas de destacadas personalidades como os bispos Jacques Gaillot (França) ou Luís Flavio Cappio OFM (Brasil).

O bispo salvadorenho foi assassinado em 24 de março do 1980 por um comando de mercenários após ter criticado abertamente a repressão contra cristãos pela ditadura militar, disse André Hagel do citado agrupamento.

Em entrevista com Prensa Latina, o experiente também mencionou a discordância entre o bispo e o Vaticano.

Romero mostrou-se sumamente decepcionado após uma visita do papa João Paulo II a El Salvador a princípios de 1979, explicou Hagel, ao citar o bispo: "Acho que já não viajarei a Roma, porque o papa não me entende".

O chamado ecumênico será publicado ao nível internacional no primeiro de maio, no dia da beatificação do falecido João Paulo II.


"Enquanto a igreja católica realizou este processo de maneira acelerada, o Vaticano continua bloqueando a beatificação de Oscar Romero com argumentos pouco com convincentes", disse Hagel.

Conforme ao ativista alemão, o responsável pelo Vaticano para processos de beatificação, o bispo Vincenzo Paglia, justifica a demora com uma suposta "instrumentalização" de Romero por parte da teologia da libertação.

No entanto, os assinantes do chamado ecumênico destacam que "a canonização de Oscar Romero já é realidade pela decisão dos pobres da América Latina".

Por isso, os assinantes não exigem uma decisão por parte da igreja oficial, destacando a "canonização de baixo para cima"

Falta igualdade para a democracia brasileira, diz Stédile



Nome mais conhecido do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile avalia que o Brasil tem uma democracia apenas formal, em que, apesar do direito ao voto, a população não conquistou igualdade de oportunidades. Crítico das diferenças sociais entre ricos e pobres, o líder do MST fala, nesta entrevista ao Jornal do Comércio, sobre as raízes do ativismo pela reforma agrária, das dificuldades do MST com a mudança no perfil da agricultura brasileira e projeta o futuro do movimento. Vê avanços no projeto dos governos petistas de Lula e Dilma Rousseff, que, para ele, estão substituindo o neoliberalismo pelo “neodesenvolvimentismo”. E aponta que falta envolvimento da sociedade e debate na imprensa e na universidade sobre o modelo de desenvolvimento do Brasil.

J C– Qual é a sua avaliação do atual momento econômico do Brasil?
João Pedro Stédile – O governo Lula fez uma política macroeconômica de reconciliação de classes. Garantiu os ganhos para aqueles 5% mais ricos e tirou da miséria os 40 milhões que dependem do Bolsa Família. E freou o neoliberalismo, recuperou o papel do Estado, do Bndes (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que financiava privatizações, agora financia fábricas. O governo Dilma ganha as eleições no bojo da continuidade. Porém, isso tem limite. Não dá mais para apenas distribuir renda através do Bolsa Família. Tem que mudar o modelo. E tem que mexer na taxa de juros.

JC – E essa proposta no atual cenário de aumento de inflação?
Stédile – Esse projeto neodesenvolvimentista da Dilma saiu perdendo para os setores conservadores do governo, que ganharam o primeiro round contra a inflação ao fazer um corte de R$ 50 bilhões no orçamento e ao aumentar a taxa de juros em 1 ponto percentual. O aumento da taxa Selic é uma burrice. Quem vai bater palma são os bancos, o resto da sociedade vai pagar para eles.

JC – Falta debate sobre o modelo de desenvolvimento?
Stédile – A imprensa tem que ser mais criativa, propor o debate. Tem que discutir problemas de fundo, o agrotóxico – ninguém escapa, vai pegar também donos de jornal, de televisão, o câncer pega todo mundo. E levar esse debate para a universidade, que está de costas. Levar para as igrejas. Enfim, um mutirão de debate político e social. Estamos num momento de letargia na sociedade. Nem nas campanhas eleitorais se discute projetos.

JC – Qual é a sua avaliação da democracia brasileira?
Stédile – É uma democracia formal, em que o povo brasileiro ganhou o direito de votar. Mas a população quer as mesmas oportunidades. Então, quando todo o povo brasileiro tiver a oportunidade de entrar na universidade, uma moradia digna, uma informação honesta, cultura, e não depender do Bolsa Família, aí viramos uma sociedade democrata.

JC – Falta igualdade na democracia brasileira?
Stedile – Sem dúvida. A sociedade brasileira é a terceira mais desigual do mundo. É por isso que não consegue ser democrática.

JC – Como o senhor iniciou na luta pela reforma agrária?
Stédile – Na Comissão Pastoral da Terra (CPT). Em 1978, Nonoai (RS), uma área indígena, tinha 700 posseiros pobres. E os índios se organizaram e expulsaram os posseiros, que, da noite para o dia, estavam na beira da estrada. Então, comecei a organizá-los, porque parte queria voltar para as terras indígenas, e aí dava morte; outra parte queria ir para o Mato Grosso, que era a proposta do governo. Nosso trabalho na militância social era: quem quiser continuar trabalhando aqui no Rio Grande, tem terra. E reivindicamos duas áreas públicas, remanescentes da reforma agrária do (ex-governador Leonel) Brizola, que tinham sido griladas.

JC – O senhor já falou da importância do Brizola para a reforma agrária. Foi na gestão dele o embrião desse movimento?
Stédile – O embrião foi a colonização europeia no Rio Grande. Deu uma base para a democratização da propriedade, eles pegavam de 25 a 40 hectares, nem menos, nem mais. Isso criou uma base de sociedade mais justa. Não é por nada que Caxias do Sul tem um PIB mais elevado que o de toda a Metade Sul. Na década de 1960, Brizola retomou esse embate e foi o primeiro homem público que fez uma lei estadual de reforma agrária. Foram ocupadas muitas fazendas, a mais importante delas foi a Sarandi, tinha 24 mil hectares.

JC – E a denominação Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra?
Stédile – De 1978 até 1984, em todo o Brasil, a CPT começou a juntar as lideranças desses movimentos e a fazer encontros. Quem deu a marca de Movimento dos Sem Terra foi a imprensa – começou a se noticiarem acampamentos dos “colonos sem-terra.” Quando fundamos o movimento nacional, em janeiro de 1984, já havia essa marca. Incluímos uma questão de classe: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

JC – Como está o MST hoje?
Stédile – O MST sofreu percalços nos últimos 10 anos, houve mudanças na agricultura. Até a década de 1980, o que dominava era o capitalismo industrial. E o latifúndio improdutivo era uma barreira. Quando ocupávamos o latifúndio improdutivo, a burguesia industrial nos apoiava, porque éramos o progresso. A minha turma dividia terras, ia para o banco comprar máquinas, geladeira… E, na essência, essa é a proposta da reforma agrária clássica: dividir a área improdutiva para ela desenvolver as forças produtivas. Por isso, na maioria dos países da Europa, nos Estados Unidos e no Japão, quem tomou a iniciativa de fazer a reforma agrária foi a burguesia industrial, não os camponeses.

JC – Quais foram as mudanças no Brasil?
Stédile – O movimento nasceu na década de 1980 no contexto de reforma agrária clássica. Por isso a burguesia industrial e a imprensa nos toleravam: “Ah, está certo, tem que ocupar mesmo.” Com o neoliberalismo, houve uma expansão das empresas transnacionais e do capital financeiro que veio tomar conta da nossa agricultura, desde os anos 1990. Quem tem a hegemonia da agricultura não é mais o capital industrial. Tanto que, na década de 1970, a economia brasileira vendia 80 mil tratores por ano. Quem comprava? O pequeno agricultor. Sabe qual foi a venda de tratores no ano passado? 36 mil. Então, aumentou a potência do trator e diminuiu o mercado. É um absurdo.

JC – Como isso afeta o MST?
Stédile – Hoje, quando tem um latifúndio improdutivo, as grandes empresas transnacionais também chegam para disputar com a gente. Quando tentamos ocupar a Fazenda Ana Paula, 18 mil hectares improdutivos, acampamos e fomos despejados. Aí, a Aracruz comprou e encheu de eucaliptos. Quantos empregos gerou? Nenhum. Faz sete anos que tem eucalipto lá. Nenhuma renda para o município. Mas a Aracruz vai ganhar muito dinheiro no dia em que colher aquele eucalipto. Então, agora o MST enfrenta barreiras… Mudaram os inimigos de classe.

JC – E encolheu o MST?
Stedile – Não, o movimento até que aumentou, mas a luta ficou mais difícil. Para desapropriar uma área ficou mais difícil, porque a força desses capitalistas pressiona para não ter desapropriação. Querem empurrar os pobres do campo para a cidade.

JC – Como o senhor projeta o futuro do movimento, com a presidente Dilma?
Stedile – As vitórias do governo Lula (PT) e Dilma colocaram uma barreira ao neoliberalismo. Há uma tentativa de reconstruir o modelo de desenvolvimento, com lugar para mercado interno, distribuição de renda e indústria nacional. Mas isso ainda é uma vontade política. No nível macro, está havendo mudanças de rumo: não é mais o neoliberalismo, agora é o neodesenvolvimentismo. Na agricultura, estamos iniciando esse grande embate entre o modelo do agronegócio e o da agricultura familiar. Nossa esperança é que nos próximos dez anos a sociedade perceba que o agronegócio é inviável.

JC – Por quê?
Stédile – Economicamente porque os únicos que ganham são as transnacionais. Pode dizer: “o Rio Grande produz 10 milhões de toneladas de soja”. E quem fica com o lucro se a soja sai daqui em grão? Voltamos a ser um simples exportador de grãos. Temos que exportar é o óleo de soja. A longo prazo, esse modelo de monocultura, que só beneficia a exportação, é inviável. Ou seja, não agrega valor e não distribui renda, concentra. E expulsa a população do campo. E, terceiro, o agronegócio tem uma contradição com o meio ambiente: só produz com veneno, que mata o solo, os vegetais e o ser humano pelos alimentos contaminados. Então, é uma questão social, e econômica e ambiental.

JC – Se o governo federal promover o assentamento reivindicado para as famílias sem terra, como fica o MST?
Stédile – Vamos continuar lutando contra o latifúndio. Mas, ao mesmo tempo, temos que desenvolver, nas áreas de assentamento, programas que combinem com esse novo modelo: ter agroindústria, laticínio, reflorestar áreas degradadas, produzir alimentos saudáveis… Esse novo caminho que vamos trilhar é seguir a luta contra o latifúndio, implantando um novo modelo nos assentamentos.

JC – Isso depende mais do governo ou da sociedade?
Stedile – Depende dos pobres do campo lutarem; do governo ter essa vontade política de deixar o agronegócio para o mercado, as políticas públicas de agricultura têm que estar voltadas para o pequeno agricultor; e depende de a sociedade perceber que a luta pela reforma agrária não pode ser criminalizada, porque é o progresso. É para garantir emprego, renda e comida farta e saudável. Tudo que o agronegócio não consegue.

JC – Como o senhor avalia o papel da imprensa nesse processo?
Stedile – Os quatro grandes grupos que controlam a imprensa no Brasil – Rede Globo, Estadão, Folha de S. Paulo e o grupo Abril – estão a mercê dos interesses do grande capital, das multinacionais e do capital financeiro. Para eles, não só o MST mas qualquer movimento social que lute contra esse modelo se transforma em inimigo. Quando os operários voltarem a lutar como fizeram em Jirau (usina que está em construção no Rio Madeira, em Rondônia), a hora que os sem-teto voltarem a lutar, a imprensa vai chamá-los de vândalos. Ninguém foi a Jirau pesquisar como os operários estavam vivendo. Mas quando colocaram fogo, a primeira coisa que fizeram foi chamá-los de vândalos. É um caso exemplar de como a imprensa criminaliza e tenta derrotar ideologicamente qualquer luta social.

JC – Mas tem havido perda de apoio de setores mais urbanos da sociedade, especialmente a partir de episódios de violência em ações do MST.
Stedile – O movimento é contra qualquer tipo de violência, sobretudo, contra pessoas. Mas na mobilização de massas sempre há fatores incontroláveis.

JC – Qual é o seu conceito de burguesia?
Stedile – A burguesia brasileira é aquele 1%, com as 5 mil famílias que controlam 48% do PIB brasileiro e que são subordinadas ao capital internacional. São as 100 maiores empresas que tiveram lucro de R$ 129 bilhões para dividir entre eles.

Perfil
João Pedro Stédile, 57 anos, nasceu em Lagoa Vermelha (RS). Passou a infância e a adolescência no Interior, com a família, que produzia uva, trigo e produtos de subsistência. Aos 17 anos, veio para Porto Alegre estudar. Cursou Economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) e formou-se em 1975. Estagiou e depois fez concurso para a Secretaria da Agricultura. Atuou na Comissão Estadual de Planejamento Agrícola (Cepa), estimulando o cooperativismo e viajando por todo o Estado.

Ficou na Secretaria de Agricultura até 1984. Paralelamente, atuava junto aos sindicatos dos produtores de uva da região de Veranópolis, Bento Gonçalves e Caxias do Sul, a quem assessorava em um plano de cálculo do custo de produção. Sua militância foi influenciada pela Igreja, através Comissão Pastoral da Terra (CPT), onde atuou e através da qual se envolveu na questão da terra.

Com a redemocratização, nos anos 1980, diversos grupos, em todo o Brasil, se reuniram e formaram em janeiro de 1984 o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que luta pela reforma agrária e do qual Stédile é considerado um dos fundadores – embora não goste disso – e integra até hoje a coordenação nacional. Ele está radicado em São Paulo.

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Gleisi mostra que Álvaro Dias é um fofoqueiro

Alguém disse que outro disse


Senadora Gleisi: Senador Álvaro Dias o senhor faz ilações sobre uma matéria que alguém disse que outro disse.


Esse negócio do diz que me disse, na minha terra se chama FOFOCA!





FONTE
http://www.conversaafiada.com.br/video/2011/04/24/gleisi-mostra-que-alvaro-dias-e-um-fofoqueiro/

Justiça condena por tortura no Regime Militar. Alô, alô STF !

Justiça condena por tortura no Regime Militar. Alô, alô STF !

Saiu no Estadão:

Justiça condena RS a indenizar por tortura durante o regime militar


Decisão é tida como ‘inovadora’ por entidades de defesa dos direitos humanos


Elder Ogliari, de O Estado de S.Paulo


PORTO ALEGRE – A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça considerou a tortura como crime imprescritível e condenou o Estado do Rio Grande do Sul ao pagamento de R$ 200 mil, por danos morais, a um homem preso e agredido pelo regime militar em 1970.


A decisão, tomada por unanimidade no dia 20 de abril, foi vista como “inovadora” pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul. “Abriu-se uma porta e um precedente”, avalia o conselheiro da organização não governamental, Jair Krischke. “A Justiça começa a entender que é preciso reparar esses males”.


O autor da ação, Airton Joel Frigeri, foi preso em abril de 1970, aos 16 anos, quando estava empregado como auxiliar de escritório do Sindicato dos Metalúrgicos e estudava no Ginásio Noturno para Trabalhadores, em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Acusado de ter ligação com o grupo guerrilheiro VAR-Palmares, foi levado para delegacias de Caxias do Sul e Porto Alegre e, ainda, para a Ilha do Presídio, no Lago Guaíba, sofreu choques elétricos, golpes com pedaços de madeira e borracha e ouviu outros presos sendo torturados. Solto em agosto daquele ano, foi proibido de estudar e passou a ser visitado por agentes do SNI, Dops e Polícia Civil até 1978, mesmo tendo sido julgado e absolvido pelo Superior Tribunal Militar.


Em 1998 Frigeri recebeu R$ 30 mil de indenização prevista por lei estadual a presos ou detidos por motivos políticos entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979. Em 2008, considerando a reparação insignificante diante dos danos que sofreu, levou o caso à Justiça. No julgamento de Primeiro Grau, a ação foi considerada extinta, por prescrição. Decidiu então recorrer ao Tribunal de Justiça.


O desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, relator da apelação, afirmou que “não há dúvidas quanto à ilicitude dos atos praticados pelos agentes públicos, nem quanto ao nexo causal ou dever de reparar, nem ao menos da responsabilidade objetiva que cabe ao Estado em função da prática de tortura comprovada no feito e realizada por aqueles”. Também sustentou que “a dignidade da pessoa humana é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, e a tortura o mais expressivo atentado a esse pilar da República, de sorte que reconhecer imprescritibilidade dessa lesão é uma forma de dar efetividade à missão de um Estado Democrático de Direito”.


Considerou ainda que “causa repugnância a forma covarde com que o autor foi tratado, um adolescente que pouca ou nenhuma ameaça poderia produzir ao regime antidemocrático instaurado, denotando-se que as agressões mais se prestaram a satisfazer o caráter vil dos agressores, do que assegurar a perpetuação do regime, atitudes que eram incentivadas – ou ao menos toleradas – pelas autoridades competentes”. O voto foi seguido pelos outros dois desembargadores da 5ª Câmara Cível.


“A advogada Caroline Sambaquy Giacomet, do escritório Corso & Corrêa Advogados Associados, representante de Frigeri, diz que a ação foi movida contra o Estado porque a prisão e a tortura foram praticadas por agentes da Polícia Civil e Brigada Militar. Também informa que há outra ação indenizatória, contra a União, tramitando na Justiça Federal, com decisão de Primeiro Grau favorável ao seu cliente, mas à espera do julgamento do recurso das duas partes ao Tribunal Regional Federal.


A Procuradoria Geral do Estado (PGE) emitiu uma nota afirmando que, embora ainda não tenha sido notificada da decisão, não vai contestá-la no ponto referente à prescrição. “Na mesma esteira do entendimento do governador do Estado (Tarso Genro, do PT), a PGE adota a posição acerca da imprescritibilidade do crime de tortura, vez que se trata de crime de lesa humanidade que atenta contra a dignidade da pessoa humana e assim é tratado pela Constituição Federal de 1988 e pelos instrumentos internacionais ratificados pelo Brasil”, diz um trecho do texto. “Somente após a publicação do acórdão, a PGE poderá se posicionar, no caso concreto acerca de eventual outra matéria a ser objeto de recurso”, conclui.



Clique aqui para ler “Comparato e a tortura: o Brasil tem duas caras”.

FONTE
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/04/27/justica-condena-por-tortura-no-regime-militar-alo-alo-stf/

Depois da reforma, poste fica no meio da rua na região de Curitiba





Depois do alargamento de uma rua que liga dois municípios da Região Metropolitana de Curitiba, Colombo e Almirante Tamandaré, um poste fixado no meio da via é um problema para motoristas. Na Rua Nelson Argenta, ele está no meio do caminho. A Coordenação da Região Metropolitana (Comec), responsável pela obra, informou que a retirada será feita pela companhia de energia elétrica



Fantasmas da Assembleia do PARANÁ recebiam restituição de imposto de renda, VEJA O VIDEO







Gasolina vira ouro nos EUA

Gasolina vira ouro nos EUA

Há pouco mais de um mês,   temiam os americanos que o preço da gasolina nos EUA chegasse a $4 dólares o galão, tal a velocidade com que o reloginho das bombas se movimentava para  cima diariamente. Pois bem, não só chegou aos $4 como já ultrapassou a barreira dos $5 dólares em alguns lugares.  Os mais pessimistas (ou realistas?)  vaticinam que ele pode alcançar os $6. Em um país onde as pessoas só se locomovem em seus automóveis, esse passa a ser um seríssimo problema para a administração pública.
O fenômeno seria causado, segundo analistas, por alguns fatores que, combinados, estão jogando o preço do “precioso liquido” para a estratosfera.  Um deles, a persistente ocorrência de fenômenos climáticos, como tornados e tempestades em várias areas do país, que dificultam ou mesmo interrompem o abastecimento,  sobretudo agora que o verão se aproxima e a demanda é maior.  Além da  turbulência no Oriente Médio, com o barril do oleo bruto batendo na casa dos $110 dólares, quando em condições normais ele gira em torno dos $50 dólares.
Mas ao lado desses fatores, a Casa Branca está desconfiada de que alguns espertalhões internos podem estar se aproveitando da crise internacional para especular e aumentar seus lucros ilicitamente.  Obama disse esta semana que “não há mágica que faça os preços da gasolina retrocederem a um patamar ideal para o consumidor”.   E  pediu ao secretário de Justiça, Eric Holder, que nomeie uma comissão para investigar o que está acontecendo dentro do território de Tio Sam.  Obama promete punir rigorosamente os que estejam se aproveitando da fragilidade do momento para enriquecer às custas do consumidor.
Gasolina nos EUA, como assinalei acima, é produto de primeira necessidade.  É comum encontrar-se americanos desfilando em carros do últipo tipo e  morando em pequenos e modestos apartamentos. É uma questão cultural.
Mas é assunto explosivo, sobretudo quando se volta ao passado e os números indicam que  há 13 anos, por exemplo, o preço médio em todo país era $1 dólar o galão  Por isso, qualquer governo americano que se preze sabe que o preço do combustível representa votos.   Os consumidores estão sendo obrigados a mudar os hábitos, a palavra de ordem é gastar menos na bomba de gasolina. Seis em cada dez americanos, que ganham na faixa dos 50 mil dólares/ano (o salário médio do país), estão evitando dirigir mais do que o necessário, dizem as pesquisas.
E o simpático Obama, que já está em campanha eleitoral para 2012,  resolveu meter a colher no assunto. Vamos ver se essa comissão vai vingar  mesmo e consegue baixar razovelmente os preços ou é apenas uma jogada para torcida. Em ultimo caso, o país dispõe de uma reserva de petróleo para ser usada em situações de emergência. Se a Casa Branca autorizar, ela poderá aliviar um pouco a vida do consumidor.
Neste domingo de Páscoa, a CNN mostrou um posto de gasolina,  perto do Aeroporto de Orlando,  vendendo a comum a $5.69, a media a $5.74  e a premium a $5.79 o galão, embora o preço médio na cidade seja $3.80.  Ou seja, o mercado enlouqueceu e cada um cobra o que quer.   As autoridades de Orlando, uma cidade que vive quase exclusivamente do turismo,  não têm autoridade para regular o preço do combustível, o máximo que podem fazer é obrigar os postos a exibirem a tabela de preços em local visível a quem passa na rua.
Bem, mas como tudo acaba em pesquisa nos EUA, uma delas revela que a maioria dos proprietários de automóveis acham que a crise no Oriente Médio é a principal responsável pela subida dos preços.  Por enquanto,  Obama e os democratas são culpados para 11% dos pesquisados. Enquanto 6% culpam os congressistas republicanos.
Nota do autor. Para quem gosta de comparar preços, vale anotar: um galão contem 3,78 litros.  Façam as contas e me digam se os preços no Brasil,  que é auto-suficiente em petróleo, pelo menos em termos de quantidade produzida, estão mais caros que nos EUA.

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terça-feira, 26 de abril de 2011

Ganhe o Kit Concursos Públicos

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Aliança com os produtores



Aliança com os produtores

Aliança com os produtores
Cris Andrade
John Deere tem quase dois séculos de prestação de bons serviços aos produtores rurais do planeta. Manter esta parceria é a missão de Aaron Wetzel, vice-presidente de marketing da empresa para a América Latina Quase dois séculos de prestação de serviços ao agricultor são motivo de orgulho para a geração Século 21 da John Deere. A empresa, que começou as atividades nos Estados Unidos há 170 anos, traz a experiência na bagagem e modernidade como marca de suas máquinas e equipamentos. Aaron Wetzel, vice-presidente de Marketing da John Deere para a América Latina, acompanhou de perto parte desta história.
Hoje em um dos principais cargos da companhia, ingressou no quadro da empresa em 1989, como estagiário. Um ano depois, já tinha sido contratado. Com a experiência de quem acompanhou a evolução da companhia mundo afora, Wetzel destaca a importância do Brasil para os negócios. “É um país que representa um grande potencial. Os vastos recursos de terra disponíveis oferecem uma oportunidade significativa para produzir alimentos para o mundo”, ressalta. Segundo ele, com os preços das commodities em nível recorde no mundo, o agronegócio cresce rapidamente no Brasil para atender a demanda, tanto por alimentos quanto combustíveis.
A história em território brasileiro é mais recente. Começou em 1979, com a compra de 20% da SLC, fabricante de colheitadeiras sediada em Horizontina/RS. Em 1996, a John Deere aumentou a participação para 40% da empresa gaúcha, que passou a ser chamada SLC-John Deere S.A. Então, foram lançados os tratores, e a marca passou a ser SLC-John Deere. Mas em 1999 John Deere assumiu o controle total, mas a marca continuou até 2001, quando as máquinas e equipamentos passaram a usar apenas a marca John Deere. “Temos feitos muitos investimentos para atender aos clientes brasileiros e aos mercados da América do Sul”, destaca Wetzel. A empresa responde por metade das exportações brasileiras de colheitadeiras e também exporta tratores e plantadeiras para mais de 60 países.
Não é a toa que o Brasil sedia uma das principais estruturas dentro do plano de expansão da empresa. É daqui que partem novos produtos para abastecer clientes de todo o continente, caso da nova fábrica de Montenegro/RS, inaugurada no segundo semestre do ano passado. A indústria foi projetada para operar dentro do sistema global de produção da John Deere, que representa maior eficiência na manufatura dos equipamentos e facilita a colocação dos tratores no mercado mundial. Em Catalão/GO, são fabricadas as colhedoras de cana-de-açúcar.
Também é aqui que está uma das unidades mais modernas fábricas que a companhia tem no mundo. A unidade de Horizontina/RS está entre as quatro que contam com a tecnologia de uma sistema de pintura por eletrodeposição (técnica desenvolvida para atender aos requisitos anticorrosivos exigidos pela indústria automobilística). O Centro de Engenharia é considerado uma referência mundial da empresa para o desenvolvimento de tecnologia de produção dos equipamentos para regiões de clima tropical.
Além disso, houve uma forte expansão na rede de concessionárias, o que garante à empresa a possibilidade de estar presente e levar estes novos produtos a todos os cantos do País. Números que incrementam o resultado global da companhia, cuja receita bateu os US$ 24 bilhões de dólares no chamado ano fiscal de 2007 – encerrado em 31 de outubro último. O montante é 9% superior ao apurado no exercício anterior. “Vamos continuar a buscar oportunidades de crescimento, tanto no aumento do portfólio de produtos como nos serviços. Faremos isso com foco nos clientes e procurando entender suas necessidades”, assegura Wetzel.
Eficiência no campo — Toda a preocupação em desenvolver equipamentos com o que há de mais moderno na área de máquinas agrícolas reflete no campo. A expansão da linha de tratores, colheitadeiras, pulverizadores e plantadeiras, com investimento pesado na melhoria contínua, significa aumento de eficiência. “A contribuição que a John Deere está dando ao agronegócio brasileiro é a oportunidade de aumentar a produtividade e a lucratividade”, afirma Wetzel.
Os produtos AMS (Soluções em Gerenciamento Agrícola), voltados para a Agricultura de Precisão, servem de exemplo. Essas tecnologias aplicadas fornecem soluções integradas aos clientes para otimizar a performance dos produtos, reduzir custos e maximizar lucros. “A busca por soluções inovadoras e uma forte aliança com os agricultores marcam a nossa trajetória”, resume Wetzel.
A John Deere é líder mundial na produção de equipamentos agrícolas. Tem 33 fábricas no mundo, distribuídas por 12 países, emprega mais de 47 mil funcionários. O êxito tem sido marca em todas as áreas de atuação. Prova disso são os resultados obtidos em um segmento que nada tem a ver com o agronegócio. “Trabalhei na Divisão de Golfe e Turfe. Entramos neste negócio e somos hoje um dos líderes em nível mundial no fornecimento de equipamentos”, conta o executivo, que também atuou na Europa. Lá, antes de vir para o Brasil, Wetzel liderou o crescimento contínuo dos negócios no mercado europeu.
FONTE
http://www.edcentaurus.com.br/materias/granja.php?id=1205

Eco Solidaria PR: Maioria dos brasileiros é contra energia nuclear, ...

Eco Solidaria PR: Maioria dos brasileiros é contra energia nuclear, ...: "Oposição a esse tipo de geração de energia cresce 5 pontos após acidente em Fukushima; reação negativa ocorre em outros países O desastre ..."

El Che Guevara, hasta la victoria siempre! musica/video

Solidariedade Brasil Cuba VIDEO

Pré-Convenção de Solidariedade Brasil Cuba



Aniversario da revolução cubana - Anniversary of Cuban revolution

Batelco INFINITY Assista em alta definição

Batelco INFINITY Assista em alta definição -- NÃO DEIXE DE VER, É ESPETACULAR***
 Assista 1º o comercial produzido e acabado:  


 



 Depois, (como foi feito) o Making of:






ONE HUNDREDTH OF A SECOND” (Um Centésimo de Segundo) video

Esse é um filme sobre uma fotógrafa de guerra que enfrenta o dilema final da sua profissão. Ela é forçada a se perguntar: se uma pessoa está em perigo mortal, se você continuar a fazer o seu trabalho por ter uma fotografia ao invés de se envolver e ajudar?

O filme é uma lembrança do horror por trás das imagens de guerra que enfrentamos na mídia todos os dias.

"Uma pessoa se torna tão imunes a eles, e ainda por trás deles é algo real e verdadeira, terrível e desumana".



A FOTOGRAFIA

“ONE HUNDREDTH OF A SECOND”
 (Um Centésimo de Segundo)
"Um curta de cerca de 5 minutos.
Se intitula:  A Fotógrafa. O "suicídio" moral da humanidade...

A fotógrafa - Importante, impactante e retratando, em todos os sentidos, o Mundo de hoje.
Que cada um de nós tire suas próprias conclusões deste que bem poderia ser um documento muito representativo sobre aquilo no qual temos nos convertido"...

Assista o video em:

 http://video.bugun.com.tr/bugunPlayer.swf?file=dagilfilm.flv




CRIANÇAS...

CRIANÇAS...

Um autor e conferencista certa ocasião falou de um concurso em que tinha sido convidado como jurado.
O objetivo era escolher a criança mais cuidadosa.

Eis alguns dos vencedores:

1. Um garoto de 4 anos tinha um vizinho idoso ao lado, cuja esposa havia falecido recentemente.
Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente sentou-se em seu colo.
Quando a mãe perguntou a ele o que havia dito ao velhinho, ele respondeu:
- Nada.. Só o ajudei a chorar.

2. Os alunos de uma professora de primeira série  estavam examinando uma foto de família.
Uma das crianças da foto tinha os cabelos de cor bem diferente dos demais. Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adotada.
Logo uma menina falou:
- Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada.
Logo outro aluno perguntou-lhe:
- O que significa "ser adotado"?
- Significa - disse a menina - que você cresceu no coração de sua mãe, e não na barriga!

3. Sempre que estou decepcionado com meu lugar na vida, eu paro e penso no pequeno João.
João estava disputando um papel na peça da escola. Sua mãe me disse que tinha procurado preparar seu coração, mas ela temia que ele não fosse escolhido.
No dia em que os papéis foram escolhidos, eu fui com ela para buscá-lo na escola. João correu para a mãe, com os olhos brilhando de orgulho e emoção:
- Adivinha o quê, mãe!
E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:
- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!

4. Conta uma testemunha ocular de Nova York :
Num frio dia de dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de 10 anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de sapatos, olhando a vitrina e tremendo de frio.
Uma senhora se aproximou do rapaz e disse:
- Você está com pensamento tão profundo, olhando essa vitrina!
- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos - respondeu o garoto...
A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao atendente para dar meia duzia de pares de meias para o menino.  Ela também perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O balconista rapidamente atendeu-a e ela levou o garoto para a parte detrás da loja e, tirando as luvas, se ajoelhou e lavou seus pés pequenos e secou-os com a toalha.
Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Calçando-as nos pés do garoto, ela também comprou-lhe um par de sapatos.
Ela amarrou os outros pares de meias e entregou-lhe.  Deu um tapinha carinhoso em sua cabeça e disse:
- Sem dúvida, vai ser mais confortável agora.
Como ela logo se virou para ir, o garoto segurou-lhe a mão, olhou seu rosto diretamente, com lágrimas nos olhos e perguntou:
- Você é a mulher de Deus?

A vida é curta. Quebre regras, perdoe rapidamente, beije lentamente, ame de verdade,  ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.
E lembre-se que não há prazer sem riscos. A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! Aprecie...

D E U S   T E   A B E N Ç Ô E !






Eco Solidaria PR: Economia Solidária - Consumo Consciente - video

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abelhaazul: COMBATER VELHOS HÁBITOS É PRECISO

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curiosidades interessantes: 8 Erros na Cozinha. (.Dr Bactéria)

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TROCA ALIMENTOS QUE VALEM MUITA SAÚDE

abelhaazul: TROCA ALIMENTOS QUE VALEM MUITA SAÚDE

domingo, 24 de abril de 2011

A MULHER INVISÍVEL VIDEO

abelhaazul: A MULHER INVISÍVEL VIDEO

As 12 da Sogra!!!


1) A garota chega pra mãe, reclamando do ceticismo do namorado.
- Mãe, o Mário diz que não acredita em inferno...
- Case-se com ele, minha filha, e deixe o resto comigo!

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2) O homem leva um susto ao ouvir de sua cartomante:

- Em breve sua sogra morrerá de forma violenta.
Imediatamente ele pergunta à vidente:
- Violentamente? E eu? Serei absolvido?

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3) Um homem encontra seu amigo na rua e lhe diz:

- Cara, você é igualzinho a minha sogra, a única diferença é o bigode!
O amigo fala:
- Mas eu não tenho bigode!
- É, mas a minha sogra tem.

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4) Um cara foi à delegacia e disse:

- Eu vim dar queixa, pois a minha sogra sumiu.
O delegado pergunta:
- Há quanto tempo ela sumiu?
- Duas semanas - respondeu o genro..
- E só agora é que você vem dar queixa?
- É que custei a acreditar que eu tivesse tanta sorte!

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5) A sogra do cara morreu. Um amigo perguntou:

- O que fazemos? Enterramos ou cremamos?
- As duas coisas. Não podemos facilitar!

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6) O cara voltava do enterro de sua sogra quando, ao passar por um prédio em obras, um tijolo caiu lá de cima e quase acertou a cabeça dele... O homem olhou pro céu e gritou:

- Já chegou aí, sua desgraçada!!! Felizmente ainda continua com má pontaria!
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7) - Querido, onde está aquele livro: 'Como viver 100 anos?'

- Joguei fora!
- Jogou fora? Por quê?
- É que a sua mãe vem nos visitar amanhã e eu não quero que ela leia essas coisas!
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8) Na sala de espera de um grande Hospital, o médico chega para um cara muito nervoso e diz:

- Tenho uma péssima noticia para lhe dar.... A cirurgia que fizemos em sua mãe...
- Ah!, ela não é a minha mãe... É a minha sogra, doutor!
- Nesse caso, então, tenho uma boa noticia para lhe dar!

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9) O cara chega pro amigo e fala:

- Minha sogra morreu e agora fiquei em dúvida. Não sei se vou
trabalhar ou se vou pro enterro dela... O que é que você acha?
E o amigo:
- Primeiro o trabalho, depois a diversão!!!

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10) O sujeito bate à porta de uma casa e assim que um homem abre ele diz:

- O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?
- É claro! Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra!

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11) Qual a punição por bigamia?

Duas sogras.

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12) A mulher comenta com o marido:

- Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe...
- Maldito relógio! Sempre atrasado!!!






A Páscoa e Suas Curiosidades

A Páscoa & Suas Curiosidades





A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo.
Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É a data mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica.
É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas. Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Aí estão as datas da Páscoa até o ano de 2010:
2000 - 23 de abril
2001 - 15 de abril
2002 - 31 de março
2003 - 20 de abril
2004 - 11 de abril
2005 - 27 de março
2006 - 16 de abril
2007 - 08 de abril
2008 - 23 de março
2009 - 12 de abril
2010 - 04 de abril



Os símbolos da Páscoa
As luzes, velas e fogueiras são uma marca das celebrações pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão.
Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então acendem suas próprias velas no grande círio pascal e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais. O círio é a grande vela acesa na Aleluia, simbolizando a luz dos povos, em Cristo.
Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer:
"Deus é o princípio e o fim de tudo"
Em muitas partes da Europa Central e Setentrional, é costume acender-se fogueiras no cume dos montes. As pessoas reúnem-se em torno delas e cantam hinos pascais.
Ainda temos como símbolos:

PEIXE
Peixe é um dos símbolos mais antigos dos primeiros cristãos, ao se referirem a Jesus Ressuscitado. Na época das primeiras perseguições, a palavra peixe, escrita em grego, passou a ser lida como: Jesus Cristo Filho de Deus Salvador: ICTYS: Jesus Christus Teós Yiós Soter. Assim, nas casas, nas roupas, nas conversas e nos túmulos, a figura e a palavra peixe passaram a ocupar um lugar de destaque. Na multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus se torna presente (Mt 14,17).
A relação com a Páscoa se acha no fato de as aparições de Jesus, após a Ressurreição, estarem sempre ligadas à presença do peixe (Jo 21,9) e (Lc 24,42-43).

SINOS, VEST
ES BRANCAS E O ALELUIA

Os sinos festivos, que repicam na noite da Ressurreição, recordam o momento da subida de Jesus Cristo aos Céus.
Nas cidades pequenas, todos os sinos da Igreja repicam de maneira solene e alegre no canto do Aleluia. Soltam-se rojões e o ar se enche de festa e alegria.
As vestes brancas e paramentos, que se usam na noite ga vigília Pascal, recordam a alegria dos primeiros batizados, que se revestiam de vestes brancas, simbolizando a vitória sobre a morte.
As Igrejas se adornam com toalhas de linho e flores brancas. Essa cor foi adotada pelos primeiros cristãos como símbolo da alegria, da vitória e da pureza de Deus (Mt 17,2) e (Mc 16,5).
Cântico do Aleluia é um dos símbolos mais expressivos das aclamações de louvor e de alegria. É uma expressão hebraica: HALLELUI-YAH que significa: Louvai o Senhor (Ap 19,1).

GIRASSOL
Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É porém muito rico em conteúdo.
Assim para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, também os cristãos precisão estar voltados para o Sol-Cristo. Cristo é a luz, a força, a energia. O cristão sem uma ligação com Jesus não encontra significado para sua vida.


OS RAMOS

Podemos dizer que a semana da Páscoa começa com o Domingo de Ramos.
A festa dos ramos relembra o dia em que Jesus entrou festivamente em Jerusalém, pouco antes de sua morte.
Jesus nascera em Belém, na Judéia, mas passara a maior parte de sua vida na Galiléia, em Nazaré, Cafarnaum e outras cidades, fazendo sua pregação sobre o Reino de Deus e divulgando sua doutrina de amor. Poucos dias antes de ser preso, julgado e condenado à morte, Jesus dirigiu-se a Jerusalém com seus discípulos, justamente para comemorar a Páscoa ( a Páscoa judaica ). Pois foi nesse dia que o povo o aclamou nas ruas, agitando no ar ramos de palmeira e oliveira, e gritando "Hosana ( que quer dizer " Salve!") ao Filho de Davi".
Chamamos de entrada triunfal de Jesus em Jerusalém para cumprir seu mistério pascal, a realidade era de maioria camponês, eis a razão dos ramos. Levantar os ramos e aclamar com alegria é a maneira do povo expressar o reconhecimento régio e messiânico de Jesus.

LAVA-PÉS

Durante a Semana Santa, a Quinta-feira é um dia muito importante, no qual se realiza uma celebração bastante significativa. Nesse dia, relembra-se a última ceia de Cristo com seus discípulos, ocasião em que Jesus instituiu a Eucaristia, isto é, o pão e o vinho passaram a simbolizar seu corpo e seu sangue.
Mas foi também durante a última ceia que Cristo lavou os pés de seus discípulos. Pondo uma toalha na cintura, Jesus despejou água numa bacia, começou a lavar os pés de cada um dos apóstolos e enxugou-os com a toalha.
Jesus fez isso para dar uma lição de humildade, simplicidade, igualdade, solidariedade, amor e serviço aos irmãos, que nada mais é do que a grande lição pascal.
O lava-pés é, pois, um símbolo, um exemplo. " Dei-lhes o exemplo para que, como eu fiz, assim façam também vocês.

CÍRIO PASCAL

Círio é uma vela grande e grossa, que se acende todos os anos pela primeira vez, no Sábado da Vigília pascal.
O círio pascal representa a luz de Cristo, pois que o próprio Jesus disse: " Eu sou a luz do mundo! " No círio há duas letras gregas – o alfa e o ômega - , respectivamente a primeira e a última letra do alfabeto grego. O alfa representa o princípio e o ômega, o fim, uma vez que Jesus falou: " Eu sou o princípio e o fim. "
Na grande vela há ainda a indicação dos quatro algarismos do ano que está em curso, simbolizando a presença viva de Jesus junto a todos os povos do mundo, com união de fé e de esperança.

A CRUZ

A cruz, instrumento de suplício no qual Jesus morreu, passou a ser um símbolo do cristianismo e também símbolo da Páscoa. Antes símbolo de condenação, depois tornou-se símbolo de salvação.
A cruz, na Páscoa, relembra que Jesus venceu a morte e, glorioso, passou a viver seu Reino de justiça e de paz.
A cruz não foi um tipo de condenação especial para Jesus. Naquele tempo, a morte na cruz era um castigo comum entre os romanos, que dominavam também a Palestina. Jesus foi crucificado entre os dois ladrões, com a diferença que estes foram amarrados às suas cruzes e Jesus foi pregado.
Morrer na cruz era algo humilhante para os condenados pois, além de ficarem com os corpos expostos publicamente, apenas os mais hediondos crimes eram punidos com tal pena.
Jesus, ao morrer na cruz, deu à humanidade mais uma lição de humildade: sendo Filho de Deus, que tudo pode, ele morreu da forma mais vergonhosa que havia em seu tempo.
Costumamos fazer o sinal da cruz, porque acreditamos que é o sinal que nos salva.

O CORDEIRO
Simboliza Cristo, sacrificado em favor do seu rebanho.

A CRUZ
Mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então não somente um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.

O PÃO E O VINHO
Simbolizando a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos.

OVO DE PÁSCOA
Os ovos de Páscoa são famosos no mundo inteiro. Os mais comuns são os ovos de chocolate, recheados com balas, confeitos e bombons.
Mas qual seria o significado do ovo de Páscoa?
O ovo também simboliza o nascimento, a vida que retorna. O costume de presentear as pessoas na época da Páscoa com ovos ornamentados e coloridos começou na antigüidade. Eram verdadeiras obras de arte!

O ovo é um símbolo de vida nova, de vida que está para nascer; é um símbolo de começo. Daí sua associação à Páscoa: a Ressurreição de Jesus também indica o princípio de uma nova vida, a redenção da própria humanidade e a promessa de um futuro cheio de alegria e felicidade para os que tem fé e esperança.
Dentro do ovo gera uma vida, a vida é o Dom mais precioso de Deus. Ressuscitando para uma vida nova, Jesus revela a preciosidade que é a vida.

Os egípcios e persas costumavam tingir ovos com as cores primaveris e os davam a seus amigos. Os persas acreditavam que a Terra saíra de um ovo gigante.
Os cristãos primitivos da Mesopotâmia foram os primeiros a usar ovos coloridos na Páscoa. Em alguns países europeus, os ovos são coloridos para representar a alegria da ressurreição. Na Grã-Bretanha, costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos dados aos amigos. Na Alemanha, os ovos eram dados às crianças junto de outros presentes na Páscoa. Na Armênia decoravam ovos ocos com retratos de Cristo, da Virgem Maria e de outras imagens religiosas.
No século XIX, ovos de confeito decorados com uma janela em uma ponta e pequenas cenas dentro eram presentes populares.
Mas os ovos ainda não eram comestíveis. Pelo menos como a gente conhece hoje, com todo aquele chocolate. Atualmente, as crianças encontram ovos de chocolate ou "ninhos" cheios de doces nas mesas na manhã de Páscoa.
No Brasil, as crianças montam seus próprios "cestinhos de Páscoa", enchem-no de palha ou papel, esperando o coelhinho deixar os ovinhos durante a madrugada.
Nos Estados Unidos e outros países as crianças saem na manhã de Páscoa pela casa ou pelo quintal em busca dos ovinhos escondidos. Em alguns lugares os ovos são escondidos em lugares públicos e as crianças da comunidade são convidadas a encontrá-los, celebrando uma festa comunitária.




COELHINHO DA PÁSCOA


Tradicional e popularmente costuma-se dizer que é o coelhinho quem traz os ovos da Páscoa.
Por isso, todos os anos, as crianças vão dormir na véspera do Domingo de Páscoa pensando nos lugares em que poderão procurar seus ovos.
Coelho é um dos primeiros animais que saem das tocas ao chegar a primavera, após um longo inverno de recolhimento.
Ora, no hemisfério norte, a Páscoa ocorre nos primeiros dias da primavera ( para nós que habitamos no hemisfério sul, a Páscoa é no outono ) e os coelhos logo se põem a correr pelos campos verdes, repletos de flores, dando, portanto, a idéia de renovação da vida, que parecia estar morta durante o inverno.
O que mais interessa religiosamente, é que os coelhos são animais que reproduzem com extrema facilidade e em grande quantidade. Vem daí a identificação com uma vida abundante, um processo de restauração, um ciclo que se renova todos os anos.
E é isto exatamente que se relembra na Páscoa: a Ressurreição de Jesus, que traz consigo um novo tempo de paz e de esperança a toda a humanidade.
COMO SURGIU A TRADIÇÃO DO COELHO?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!






COMO SURGIU O CHOCOLATE

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico deste alimento delicioso chamado chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro. Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
Mas depois de falar tanto em ovinhos deu vontade de comer um.
Mas só se for de chocolate!




Feliz Páscoa!!
Que a luz de Jesus Ressuscitado ilumine sua vida