segunda-feira, 25 de abril de 2011

Aliança com os produtores



Aliança com os produtores

Aliança com os produtores
Cris Andrade
John Deere tem quase dois séculos de prestação de bons serviços aos produtores rurais do planeta. Manter esta parceria é a missão de Aaron Wetzel, vice-presidente de marketing da empresa para a América Latina Quase dois séculos de prestação de serviços ao agricultor são motivo de orgulho para a geração Século 21 da John Deere. A empresa, que começou as atividades nos Estados Unidos há 170 anos, traz a experiência na bagagem e modernidade como marca de suas máquinas e equipamentos. Aaron Wetzel, vice-presidente de Marketing da John Deere para a América Latina, acompanhou de perto parte desta história.
Hoje em um dos principais cargos da companhia, ingressou no quadro da empresa em 1989, como estagiário. Um ano depois, já tinha sido contratado. Com a experiência de quem acompanhou a evolução da companhia mundo afora, Wetzel destaca a importância do Brasil para os negócios. “É um país que representa um grande potencial. Os vastos recursos de terra disponíveis oferecem uma oportunidade significativa para produzir alimentos para o mundo”, ressalta. Segundo ele, com os preços das commodities em nível recorde no mundo, o agronegócio cresce rapidamente no Brasil para atender a demanda, tanto por alimentos quanto combustíveis.
A história em território brasileiro é mais recente. Começou em 1979, com a compra de 20% da SLC, fabricante de colheitadeiras sediada em Horizontina/RS. Em 1996, a John Deere aumentou a participação para 40% da empresa gaúcha, que passou a ser chamada SLC-John Deere S.A. Então, foram lançados os tratores, e a marca passou a ser SLC-John Deere. Mas em 1999 John Deere assumiu o controle total, mas a marca continuou até 2001, quando as máquinas e equipamentos passaram a usar apenas a marca John Deere. “Temos feitos muitos investimentos para atender aos clientes brasileiros e aos mercados da América do Sul”, destaca Wetzel. A empresa responde por metade das exportações brasileiras de colheitadeiras e também exporta tratores e plantadeiras para mais de 60 países.
Não é a toa que o Brasil sedia uma das principais estruturas dentro do plano de expansão da empresa. É daqui que partem novos produtos para abastecer clientes de todo o continente, caso da nova fábrica de Montenegro/RS, inaugurada no segundo semestre do ano passado. A indústria foi projetada para operar dentro do sistema global de produção da John Deere, que representa maior eficiência na manufatura dos equipamentos e facilita a colocação dos tratores no mercado mundial. Em Catalão/GO, são fabricadas as colhedoras de cana-de-açúcar.
Também é aqui que está uma das unidades mais modernas fábricas que a companhia tem no mundo. A unidade de Horizontina/RS está entre as quatro que contam com a tecnologia de uma sistema de pintura por eletrodeposição (técnica desenvolvida para atender aos requisitos anticorrosivos exigidos pela indústria automobilística). O Centro de Engenharia é considerado uma referência mundial da empresa para o desenvolvimento de tecnologia de produção dos equipamentos para regiões de clima tropical.
Além disso, houve uma forte expansão na rede de concessionárias, o que garante à empresa a possibilidade de estar presente e levar estes novos produtos a todos os cantos do País. Números que incrementam o resultado global da companhia, cuja receita bateu os US$ 24 bilhões de dólares no chamado ano fiscal de 2007 – encerrado em 31 de outubro último. O montante é 9% superior ao apurado no exercício anterior. “Vamos continuar a buscar oportunidades de crescimento, tanto no aumento do portfólio de produtos como nos serviços. Faremos isso com foco nos clientes e procurando entender suas necessidades”, assegura Wetzel.
Eficiência no campo — Toda a preocupação em desenvolver equipamentos com o que há de mais moderno na área de máquinas agrícolas reflete no campo. A expansão da linha de tratores, colheitadeiras, pulverizadores e plantadeiras, com investimento pesado na melhoria contínua, significa aumento de eficiência. “A contribuição que a John Deere está dando ao agronegócio brasileiro é a oportunidade de aumentar a produtividade e a lucratividade”, afirma Wetzel.
Os produtos AMS (Soluções em Gerenciamento Agrícola), voltados para a Agricultura de Precisão, servem de exemplo. Essas tecnologias aplicadas fornecem soluções integradas aos clientes para otimizar a performance dos produtos, reduzir custos e maximizar lucros. “A busca por soluções inovadoras e uma forte aliança com os agricultores marcam a nossa trajetória”, resume Wetzel.
A John Deere é líder mundial na produção de equipamentos agrícolas. Tem 33 fábricas no mundo, distribuídas por 12 países, emprega mais de 47 mil funcionários. O êxito tem sido marca em todas as áreas de atuação. Prova disso são os resultados obtidos em um segmento que nada tem a ver com o agronegócio. “Trabalhei na Divisão de Golfe e Turfe. Entramos neste negócio e somos hoje um dos líderes em nível mundial no fornecimento de equipamentos”, conta o executivo, que também atuou na Europa. Lá, antes de vir para o Brasil, Wetzel liderou o crescimento contínuo dos negócios no mercado europeu.
FONTE
http://www.edcentaurus.com.br/materias/granja.php?id=1205

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