sexta-feira, 30 de abril de 2010

Revista “Time” aponta Lula como o mais influente do mundo

Revista “Time” aponta Lula como o mais influente do mundo



Presidente Lula mais influente.

A revista norte-americana “Time” colocou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no topo de sua lista das pessoas mais influentes do mundo, divulgada hoje no site da publicação. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aparece em quarto no levantamento, realizado anualmente.

Em texto assinado pelo documentarista norte-americano Michael Moore, a “Time” qualifica Lula como “um filho legítimo da classe trabalhadora da América Latina” e lembra alguns aspectos de sua trajetória. A reportagem da revista nota que Lula decidiu entrar na política após perder a esposa no oitavo mês de gravidez, junto com o bebê, por não ter como bancar “um serviço médico decente”. “Há uma lição aqui para os bilionários do mundo: deixem as pessoas terem um bom sistema de saúde, e elas darão muito menos trabalho para vocês”, defendeu a Time.

“O que Lula quer para o Brasil é o que nós costumávamos chamar de Sonho Americano”, afirmou Moore.

O ranking da “Time” é dividido em alguns tópicos e Lula lidera na categoria Líderes (além de ser o primeiro da lista geral). Outros políticos citados entre os líderes são Obama, em 4º, o primeiro-ministro japonês, Yukio Hatoyama, em 7º, e a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, em 8º lugar.

Entre os “Heróis”, o topo ficou para o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, elogiado por seu papel como enviado da ONU no Haiti desde 2009.

Entre os artistas, o topo ficou com as mulheres: a escolhida foi a cantora pop Lady Gaga. Em terceiro lugar ficou Kathryn Bigelow, ganhadora do Oscar de melhor filme e melhor direção, pelo filme Guerra ao Terror. Em seguida, aparece a apresentadora Oprah Winfrey. Entre os pensadores, o topo da lista ficou para a arquiteta iraquiana Zaha Hadid.
fonte
http://www.esmaelmorais.com.br/?p=24652


quinta-feira, 29 de abril de 2010

TRE sob suspeição a respeito da votação do caixa 2 do ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB),

TRE sob suspeição

O jornalista Karlos Kohlbach, da Gazeta do Povo, um dos responsáveis pelo estouro do Comitê Lealdade e pelas reportagens explosivas dos “Diários Secretos” da Assembleia Legislativa do Paraná, teria recebido na manhã desta quinta-feira (29) informações sobre uma história para lá de cabeluda a respeito da votação do caixa 2 do ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), que acontecerá daqui a pouco, a partir das 14 horas, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Pelas informações preliminares, dois ex-funcionários do tucano procuraram juízes para um suposto “acerto” anterior à sessão plenária, que acontecerá na tarde de hoje.

Segundo dados iniciais, os ex-funcionários teriam sido monitorados por agentes no entorno do bairro Ahú.
fonte
http://www.esmaelmorais.com.br/?p=24665


processo de cassação de Beto Richa e Luciano Ducci - veja o video

TRE confirma processo de cassação de Beto Richa e Luciano Ducci

* Desembargadores seguem recomendação do Ministério Público Federal



Beto: direitos políticos a perigo.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE) confirmou na tarde desta quinta-feira (29), por 2 a 1, a continuidade do processo de cassação do prefeito de Curitiba Luciano Ducci (PSB) e dos direitos políticos do ex-prefeito Beto Richa (PSDB).

Ontem, o julgamento havia sido adiado pela terceira vez em virtude de um pedido de vistas feito pelo desembargador Luiz Fernando Tomasi Keppen.

De agora em diante, o trâmite do processo de cassação deverá ser mais ágil. Primeiramente, a 1ª Zona Eleitoral deverá intimar o prefeito Ducci. Ele concederá cinco dias para defesa do “socialista-lernista”.

Após esse prazo, o juiz José Roberto Pinto Júnior deverá proferir sentença final. Ou seja, em duas semanas o Caso Betogate poderá ter um desfecho final.

Se a 1ª Zona Eleitoral confirmar a cassação, o prefeito Ducci perderá o mandato e o tucano Beto Richa ficará inelegível pelos próximos três anos.



fonte
http://www.esmaelmorais.com.br/?p=24674


Reveja o vídeo do Comitê Lealdade

Comitê Lealdade era nome fantasia dado pela coordenação de campanha do PSDB à estrutura criada para “cooptar” candidatos a vereador do PRTB à campanha de Richa em detrimento à candidatura de Fábio Camargo (PTB).

Diferente de outras crises e denúncias, esta, em particular, foi a mais grave porque surgiu no próprio ventre do PSDB. Uma briga por espaço político e por cargos na prefeitura teria sido a gênese de boa parte das revelações que estarreceram os curitibanos e o país inteiro. (Assista ao vídeo).

O Comitê Lealdade era comandado por Manassés de Oliveira, Alexandre Gardolinski e Raul D’Araújo dos Santos. Todos eles tinham — e ainda têm — relação de confiança com o prefeito tucano.
fonte
http://www.esmaelmorais.com.br/?p=24681







Lula pendura FHC no pescoço do Serra veja o video

Lula pendura FHC no pescoço do Serra veja o video

Presidente Lula convocou rede nacional de televisão e fez um balanço do governo.

Ressaltou como o Brasil melhorou no governo dele em relação a FHC.

Principalmente, o crescimento econômico aliado à inclusão social.

Lula enfatizou o crescimento da classe média e a redução da pobreza.

Ali não teve uma preposição inocente.

Até as vírgulas apontavam para o peito do Serra.

Paulo Henrique Amorim



Em tempo: Logo em seguida, o jornal nacional subtraiu das manchetes a notícia desprezível de que a revista Time, uma das mais famosas do mundo, colocou Lula no primeiro lugar da lista dos líderes mais influentes do mundo. Os filhos do Roberto Marinho não se permitiriam admitir que foram apunhalados pelas costas.

Em tempo 2: No horário eleitoral gratuito, dentro do jornal nacional, o PP ressaltou o trabalho do Ministério das Cidades, que opera o programa Minha Casa Minha Vida, da Caixa Econômica. Até o PP pendurou o FHC no pescoço do Serra.



Veja abaixo o pronunciamento do presidente Lula




mulher

Strass o que é ?

Strass o que é ?

Strass Strass Strass Strass

O strass é usado para fazer as bijouterias brilharem, e é uma pedra relativamente barata (se comparada a outras como a zircônia e o diamante).

A moda hoje em dia é usar strass em detalhes de roupas como calças, e blusas, e não é uma pedra pra ser usada somente a noite, se for uma bijouteria com apenas alguns strass pode ser usada durante o dia.

Existem dois tipos de strass: o de plástico e o de vidro. O strass de plástico tem um aspecto leitoso e serve apenas para dar cor a alguma peça, o de vidro tem mais brilho e um acabamento melhor.

Conheça bijouterias que utilizam
Strass

MELHORES PRODUTOS COM STRASS


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Divulgação grátis para o seu site! Veja como é fácil conseguir:




Divulgação grátis para o seu site! Veja como é fácil conseguir:

Agora com 5 níveis de indicação!



O nosso serviço gratuito de troca de visitas permite que você promova seu site para receber um número ilimitado de visitantes! E é muito fácil começar.

1º - Você faz o seu cadastro gratuitamente.

2º - Você insere os dados dos sites que você pretende divulgar.

3º - Comece a visitar os sites dos outros membros! Cada vez que você visualizar um site a sua conta ganha créditos que serão convertidos em visitas para os sites que você pretende divulgar. Para cada dois sites que você visualizar é creditado uma visita para o seu site.


IMPORTANTE: Depois de concluir o seu cadastro com um email válido, você receberá um link para ativaçao da sua conta. Se não receber este link em até 2 horas, é provável que o seu endereço eletrônico tenha o filtro anti-Spam ativado e por isso não aceita mensagens de e-mails não cadastrados em sua lista. Verifique a sua pasta "Em Massa" ou "Lixo Eletrônico" que com certeza encontrará o link de ativação por lá.

Se você passar algum tempo por dia vendo os sites dos outros usuários seu site pode ganhar centenas de visitantes todo dia! Isso é divulgação que funciona! Não demore mais! Cadastre-se agora mesmo gratuitamente e comece a receber visitantes em seus sites!

Já imaginou o tráfego que você irá obter para o seu site sem qualquer esforço???


é Grátis

500 créditos de bônus*

0.8 créditos a cada site visitado

100 créditos de bônus mensal

5 níveis de indicação: 20%, 10%, 5%, 5%, 5%

Cadastre até 03 sites


cadastre-se agora : http://akitem.biz/?ref=8872








Cursos Online 24 Horas



Cursos On-line com Certificado

-

Cursos 24 Horas



45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS SEMELHANTES COMO OS DO PFL

O ITINERÁRIO DE UM DESASTRE - 45 escândalos da era FHC



45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS SEMELHANTES COMO OS DO PFL

Analisem - Você tem boa memória?

Se você já esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles envolvendo casos de corrupção, que aconteceram no país nos oito anos de FHC.



O BRASIL NÃO ESQUECERÁ

45 escândalos que marcaram o governo FHC com apoio do PSDB




ITINERÁRIO DE UM DESASTRE

Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixaou uma pesada herança para seu sucessor.


1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

A taxa


média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.

Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo FHC premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.

O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.

Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.




1995. Extinção da Comissão Especial de Investigação. Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação, instituída pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, o presidente Cardoso conseguiu desviar a atenção da sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da União, que se notabilizou por abafar as denúncias que motivaram sua criação.



45 escândalos que marcaram o governo FHC



1 - Conivência com a corrupção

O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um
dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo
combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.



1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar.


2 - O escândalo do Sivam



O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.





3 - A farra do Proer

1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%.

O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.



4 - Caixa-dois de campanhas



As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.

1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo".


5 - Propina na privatização



A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.

1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.


6 - A emenda da reeleição



O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.

1996. Escândalo do SIVAM : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México.


7 - Grampos telefônicos



Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.


8 - TRT paulista



A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.

Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos.


9 - Os ralos do DNER



O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.

1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.


10 - O "caladão"



O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo
FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD).Uma panegeral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistemahaviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores,às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.

1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.


11 -Desvalorização do real



FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial
e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.

1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico

12 - O caso Marka/FonteCindam



Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.

2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover.


13 - Base de Alcântara



O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como "prêmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.


14 - Biopirataria oficial



Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.



2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de cooperação internacional" que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada.
Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade.


15 - O fiasco dos 500 anos



As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no epísódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.

Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes "gerentes financeiros" da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações.


16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito



Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um
dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.

Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias.


17 - Drible na reforma tributária



O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.

O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.


18 - Rombo transamazônico na Sudam



O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.

Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza" a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado.


19 - Os desvios na Sudene



Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da
Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.

Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB.


20 - Calote no Fundef



O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valoresestabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.

Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Carajás", no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará.


21 - Abuso de MPs



Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas.

Explosão da violência:Fernando Henrique Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil.


22 - Acidentes na Petrobras



Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras
protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.

Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários.


23 - Apoio a Fujimori



O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.

Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).


24 -Desmatamento na Amazônia



Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.



25 – Os computadores do FUST



A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.



26 - Arapongagem



O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.



27 - O esquema do FAT



A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.



28 - Mudanças na CLT



A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.



29 - Obras irregulares



Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.



30 - Explosão da dívida pública



Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. A dívida já equivalia em 2001, preocupantes 54,5% do PIB.



31 - Avanço da dengue



A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.



32 – Verbas do BNDES



Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.



33 - Crescimento pífio do PIB



Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.



34 – Renúncias no Senado



A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães
(PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.



35 - Racionamento de energia



A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em
sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.



36- Assalto ao bolso do consumidor



FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.



37 – Explosão da violência



O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.



38 – A falácia da Reforma agrária



O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.



39 - Subserviência internacional



A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.



40 – Renda em queda e desemprego em alta



Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.



41 - Relações perigosas



Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.



42 –Violação aos direitos humanos



Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.



43 –Correção da tabela do IR



Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.



44 – Intervençãona Previ



FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de
2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.



45 – Barbeiragens do Banco Central



O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – foi naquele ano o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.
PFL
fonte
http://www.psdbnuncamais.blogspot.com/

terça-feira, 27 de abril de 2010

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Site que corrige automaticamente de acordo com nova ortografia

Site que corrige automaticamente de acordo com nova ortografia

Está com dúvidas sobre a ortografia de uma palavra?
Use o ortografa!
Corrige automaticamente.

Ótimo para colocar nos favoritos!
Para quem quer uma resposta rápida, uma ótima dica é este site,
onde você digita uma frase de até 100 caracteres e ele faz a conversão do texto pelas novas regras em vigor:

http://ramonpage.com/ortografa/

Por exemplo:
"As conseqüências do anti-semitismo são desastrosas, uma infeliz idéia"

Resposta do site:
"As consequencias do antissemitismo são desastrosas, uma infeliz ideia".


domingo, 25 de abril de 2010

Jornal argentino questiona posição de Serra sobre Mercosul

Jornal argentino questiona posição de Serra sobre Mercosul

Ao qualificar o Mercosul como uma farsa, Serra parece desconhecer, diz o Clarín, que o grosso das exportações industriais do país tem como destinatários países da América Latina. “Segundo estatísticas oficiais, 90% das vendas de produtos manufaturados de Brasil no mundo ocorrem no Mercosul e em mercados latinoamericanos”, lembra o jornal. As declarações do ex-governador de São Paulo surpreenderam negativamente várias lideranças latinoamericanas pelo desprezo revelado em relação aos demais países da região.

Marco Aurélio Weissheimer

O jornal argentino Clarín questionou as declarações de José Serra, pré-candidato tucano à presidência da República, que classificou o Mercosul como uma “farsa” e “um obstáculo para que o Brasil faça seus próprios acordos individuais em comércio”. As declarações foram feitas durante encontro de Serra com empresários na Federação de Indústrias de Minas Gerais (FIEMG). Serra disse ainda que “não tem sentido carregar o Mercosul” e que “a união aduaneira é uma farsa exceto quando serve para impor barreiras” ao Brasil.

As declarações do ex-governador de São Paulo surpreenderam negativamente várias lideranças latinoamericanas pelo desprezo que revelaram em relação ao processo de integração na América Latina. A sinalização de Serra foi clara: caso seja eleito, é o fim da integração.

As declarações do tucano, assinalou o Clarín, retomam teses já defendidas por ele quando foi derrotado por Lula em 2002. Essa visão, diz o jornal argentino, “supõe que o Brasil deva se afastar de Argentina, Paraguai e Uruguai, porque é a única maneira para seu país formar áreas de livre comércio com Estados Unidos e Europa, sem necessidade de “rastejar” diante de seus sócios”. Uma resolução do Mercosul, lembrou o jornal, estabelece que nenhum dos países do bloco pode realizar acordos comerciais separadamente sem discutir com os demais.

O Clarín também ironizou algumas afirmações do tucano. Serra disse que, sob um eventual governo seu, o mais importante será aumentar as exportações. “O certo”, diz o jornal”, “é que essa foi uma conquista obtida por Lula: desde que iniciou seu governo, no dia 1° de janeiro de 2003, o presidente conseguiu passar de 50 bilhões de vendas ao exterior para 250 bilhões. Ou seja, quintuplicou a presença brasileira nos mercados mundiais”.

Ao qualificar o Mercosul como uma farsa, Serra parece desconhecer, diz ainda o jornal, que o grosso das exportações industriais do país tem como destinatários países da América Latina. “Segundo estatísticas oficiais, 90% das vendas de produtos manufaturados de Brasil no mundo ocorrem no Mercosul e em mercados latinoamericanos”, diz ainda a publicação Argentina, que conclui:

“O candidato socialdemocrata evitou dizer como pretende reformular a posição do Brasil. Mas ignora que não é simples passar, como pretende, de um mercado comum definido por uma unia aduaneira a uma simples zona de livre comércio como a que existe no NAFTA. Ele pode desde já conquistar o desprestígio regional, além de submeter-se a severas punições por conta da ruptura de contratos internacionais”.
fonte
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16544&boletim_id=683&componente_id=11427




Cursos Online 24 Horas



Cursos On-line com Certificado

-

Cursos 24 Horas






Contra a Anistia aos Torturadores - Julgamento STF 28.04.10

ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA
Rua Maria Paula, 36 - 11º andar - conj. 11-B - tel./ FAX (11) 3105-3611 - tel. (11) 3242-8018
CEP 01319-904 - São Paulo-SP - Brasil www.ajd.org.br

- juizes@ajd.org.br


Olá
Subscritores(as) do Manifesto Contra a Anistia aos Torturadores!
Aproxima-se a data, cuja espera é de longos anos.

Enfim, o Estado brasileiro deverá julgar a ADPF 153 e queremos que diga:

A Lei de Anistia não se aplica aos crimes comuns praticados pelos agentes da repressão contra os seus opositores políticos, durante o regime militar, assim como já fizeram outros países.

Os crimes praticados durante a ditadura, como tortura, assassinato e desaparecimentos forçados são crimes contra a humanidade e nesta medida não podem ser anistiados.

O Supremo Tribunal Federal marcou o julgamento do processo e é o único na pauta, neste dia.
Já temos 18 mil assinaturas.
Se você conhece alguém que ainda não aderiu e possa fazê-lo, encaminhe o link para possibilitar o conhecimento do apelo, os subscritores e outras informações

Se você tem twitter, diga que assinou o Manifesto Contra a Anistia aos Torturadores, convide os seguidores para que façam o mesmo e indique o endereço para que eles possam assinar.

http://www.ajd.org.br/anistia_port.php


A decisão do STF estabelecerá um novo marco de democracia para o Brasil.
O julgamento será:
Dia: 28/04/2010
Hora: 14 horas
Local: Supremo Tribunal Federal - Brasília
O julgamento é público e este é o único processo marcado para a data.
Compareça!!!

Comitê Contra a Anistia aos Torturadores









Cursos Online com Certificado



Cursos 24 Horas - Cursos Online a partir de R$ 20



Caipira que pensa rápido.....

Caipira que pensa rápido.....

(Esse deve ser mineiro...)

Rosinha era uma caipirinha de 18 anos, ainda virgem, linda e muito gostosa.
João era o garanhão da vila e vivia tentando levar a moça pra
cama, pro quarto, pro mato...
Certo dia, depois de muito insistir, João consegue convencer Rosinha
e eles vão pra uma moita atrás da casa dela.
- Mái Jão, mi isprica aí cumé qui é esse negóço de sexo?
- É simpres, Rosinha, bão demais e no finar cê vai gostá muito!
- Tá! Então o que eu faço?
- Primeiro ocê riba a saia!
- Assim?
- É!!! Assim mesmo! - responde João, já excitadíssimo.
- I agora, Jão?
- Agora ocê vai baixá a carcinha e dá uma reboladinha pra entrá no crima.
- Pronto, i agora, quê que eu faço?
- Agora ocê agacha e mija, que seu pai tá oiano nóis....

Curso de Violão Popular

sábado, 24 de abril de 2010

“Movimento Caça-Fantasmas” emite Nota Oficial sobre prisões de ex-diretores da Assembleia Legislativa do Paraná

“Movimento Caça-Fantasmas” emite Nota Oficial sobre prisões de ex-diretores da Assembleia

24 de Abril de 2010 - 20:16
Nota Oficial da União Paranaense dos Estudantes (UPE)

A União Paranaense dos Estudantes (UPE) vem a público se manifestar em relação às prisões de ex-diretores da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) decorrentes dos que se notabilizaram como “diários secretos”:

1 – Encaramos de forma positiva a prisão de Abib Miguel (diretor-geral), José Ary Nassiff (administração) e Cláudio Marques da Silva (Recursos Humanos), acusados de operar todo o esquema de corrupção na ALEP.

2 – Defendemos que essa investigação vá a fundo e que o senhor Nelson Justus Presidente da ALEP e o senhor Alexandre Curi, Primeiro-Secretário, bem como o restante da mesa diretora daquela Casa, sejam afastados das funções.

3 – Entendemos que de nada vai adiantar prender só os funcionários se a estrutura corrompida que foi criada não seja destruída, pois estes ex-funcionários já citados, e presos temporariamente, são apenas coadjuvantes, sendo que os atores principais ainda estão atuando.

4 – Nós do “Movimento Caça-Fantasma” comemoramos este fato por ter a clareza de que esta vitoria é de todo o povo do Paraná, e em grande medida se deve à pressão social que estamos demonstrando em varias mobilizações e atividades. Mas já anunciamos que o nosso movimento não irá acabar aqui e que já temos atividades marcadas para essa semana e só vamos parar quando todos os envolvidos sejam punidos e que o senhor Nelson Justus junto como toda a mesa diretora da ALEP seja afastada.

Adriano Soares de Matos
Vice Presidente da UNE no Paraná
Diretor de Políticas Educacionais da UPE
Email: adrianoupe@gmail.com
Telefone: (41) 88887337
fonte
http://www.esmaelmorais.com.br/?p=24364

presos Três ex-diretores da Assembleia Legislativa do Paraná (AL), Abib Miguel (diretor-geral), José Ary Nassiff e Cláudio Marques da Silva

Assembleiagate:
Veja como aconteceram as dez prisões feitas pelo Gaeco
24 de Abril de 2010




Três ex-diretores da Assembleia Legislativa do Paraná (AL), Abib Miguel (diretor-geral), José Ary Nassiff (administração) e Cláudio Marques da Silva (Recursos Humanos), foram presos em caráter temporário, na manhã deste sábado (24) pelo Gaeco (Grupo de atuação especial de combate ao crime organizado). Outras sete pessoas, com alguma ligação com a Assembleia, também foram detidas suspeitas de envolvimento no esquema de desvio de dinheiro da Casa.

Ação, denominada de Operação Ectoplasma I, teve início às 4 horas da manhã. Foram cumpridos os dez mandados de prisão e nove mandados de busca e apreensão, em Curitiba, Região Metropolitana e Litoral. Cerca de 50 pessoas, entre promotores de Justiça e policiais civis e militares de Curitiba, Guaíra, Foz do Iguaçu, Londrina e Cascavel, participaram da operação.
As prisões foram pedidas pelo Gaeco e decretadas pelo juíz Aldemar Sternedt, da Vara de Inquéritos Policiais. De acordo com o promotor, Leonir Batisti, coordenador do Gaeco no Paraná, as prisões temporárias foram pedidas para facilitar as investigações.

O diretor geral da Assembleia foi preso em casa na manhã deste sábado. Abib Miguel foi levado sem algemas para a sede do Gaeco. Na casa dele, os policiais encontraram sacos de lixo cheios de documentos destruídos e uma máquina de picotar papel.

Na casa de Cláudio Marques da Silva a polícia apreendeu seis armas e munição de uso restrito. Por isso, além de já ter prisão temporária, ele foi detido em flagrante, por posse de arma de fogo não registrada. No total foram apreendidos cerca de R$ 250 mil em dinheiro, seis armas de fogo e 73 veículos.

Também foram presos João Leal de Matos, funcionário da Assembleia lotado na Diretoria Geral, e pessoas a ele relacionadas: Iara Rosane da Silva Matos (esposa), Jermina Maria Leal da Silva (irmã), Nair Terezinha da Silva Schibicheski (cunhada), Priscila da Silva Matos (filha), Vanilda Leal (sobrinha), Maria José da Silva (sogra). As agricultoras Jermina e Vanilda foram mostradas pela série Diários Secretos. Em contas no nome delas foram depositados R$ 1,6 milhão em cinco anos. As duas agricultoras afirmaram nunca terem trabalhado na AL e que sobrevivem com o que ganham do Bolsa Família.

Segundo Batisti, as prisões temporárias foram decretadas por cinco dias, prorrogáveis por mais cinco. Os detidos são suspeitos desvio de dinheiro público (peculato), formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e falsificação de documentos.

Em nota, divulgada no início da tarde deste sábado, a Assembleia Legislativa do Paraná afirmou que tem colaborado com as investigações do Ministério Público e que todos os pedidos de informações e entrega de documentos foram atendidos. Quanto a prisão dos ex-diretores, a nota limita-se a dizer que as decisões judiciais tem de ser cumpridas. “Decisões da Justiça tem que ser respeitadas, acatadas e cumpridas. A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná continuará cumprindo seu papel e colaborando com as investigações”, informou a nota.

Na sexta-feira o Ministério Público havia pedido à Justiça o bloqueio de R$ 23 milhões em bens desses três ex-diretores. Eles foram afastados seus cargos após o início da série de reportagens “Diários Secretos” realizada pela Gazeta do Povo e RPC-TV.
fonte
http://www.esmaelmorais.com.br/?p=24351#more-24351

sexta-feira, 23 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Vídeo: veja como FHC ficava de joelhos e Lula emprestou uma grana ao FMI

Vídeo: veja como FHC ficava de joelhos e Lula emprestou uma grana ao FMI



esse vídeo é muito bom. Mostra a diferença do Governo do PT x o desGoverno do PSDB. Só quem tiver saudade do FMI vota em Serra. Vai ser no primeiro turno. Agora é Dilma.


PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ – DOM ORIONE


PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ – DOM ORIONE

Apresentação:

A origem do nome “Pequeno Cotolengo” remonta ao ano de 1830, quando o padre José Benedito Cotolengo fundou “La Piccola Casa” (A Pequena Casa), uma instituição para pobres doentes em Turim, na Itália. A obra multiplicou-se pelas mãos de São Luis Orione, fundador da Pequena Obra da Divina Providência, sendo levada para diversos países, dentre os quais o Brasil.

Pequeno Cotolengo do Paraná é uma entidade Beneficente que abriga 230 crianças, adolescentes e adultos (0 a 65 anos) com deficiências múltiplas (física e mental), a maioria encaminhada pelo juizado de menores por terem sido abandonadas ou oriundas de famílias cujas mães perderam a guarda de seus filhos.

Tendo como Missão “Acolher e proporcionar melhoria na qualidade de vida da pessoa portadora de necessidades especiais, através de um atendimento especializado que promova condições para o seu desenvolvimento psico-motor”, o Pequeno Cotolengo proporciona aos seus assistidos todos os atendimentos necessários ao seu desenvolvimento e bem-estar: programas de alfabetização na Escola de Educação Especial (desenvolvimento pedagógico, estimulação visual e sensorial, aulas de artesanato, etc.), atendimento de fisioterapia, hidroterapia, equoterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e odontológico, alimentação controlada por nutricionista, atendentes e auxiliares de enfermagem, etc.

Manter cada morador tem um custo alto, e para manter os programas e toda a estrutura, o Cotolengo depende basicamente de doações vindas da comunidade e de empresas (roupas, móveis, medicamento, fraldas, leite, alimentos e dinheiro), além do tradicional churrasco mensal e eventos realizados periodicamente por voluntários.

O Pequeno Cotolengo tem conseguido avançar bastante, ampliando instalações e ganhando o apoio da sociedade e de autoridades. O Prêmio Bem Eficiente 2002 e 2005 é uma das recompensas após 44 anos de dedicação, persistência e, principalmente, o amor guiando todo um trabalho; porém é imprescindível a colaboração crescente da sociedade para que consigamos manter o trabalho voltado à qualidade de vida dos 230 moradores da entidade.

Quem tiver interesse em conhecer o trabalho do Cotolengo, ser voluntário ou colaborar com doações pode obter maiores informações pelo telefone (41) 3314-1900, mkt@pequenocotolengo.org.br
A Instituição fica localizada à Rua José Gonçalves Junior, nº 140, bairro Campo Comprido, em Curitiba – Pr.



Boa noticia - nem tudo é falcatrua


Boa noticia - nem tudo é falcatrua

CADASTRE-SE JÁ, É GRÁTIS E VOCÊ PODE GANHAR MUITO DINHEIRO
IMAGEM FOLHEADOS

CADASTRE-SE JÁ,
É GRÁTIS E VOCÊ PODE GANHAR MUITO DINHEIRO

http://www.imagemfolheados.com.br/parceria/?a=1221







A Imagem Folheados tem o prazer de apresentar para você, o inovador programa de afiliados, onde você encontrará um ótimo recurso para aumentar seus ganhos através de indicações feitas por você através dos mais variados recursos encontrados atualmente. Um dos nossos grandes diferenciais em relação a muitos programas de afiliados é que você não precisa necessariamente possuir um site na internet para poder participar.

Não perca tempo! Comece agora mesmo a faturar com este sistema! O programa possui um exclusivo sistema de comissionamento, baseado em Marketing de Rede, onde o afiliado ganha não só através de clientes indicados por ele (venda direta), mas também das vendas realizadas por outros afiliados indicados por ele e posicionados em até 5 (cinco) níveis abaixo dele (venda indireta). E não é só isso! Clientes indicados que retornam ao site e compram novamente, continuam gerando comissões para os afiliados INDEFINIDAMENTE (comissão perpétua)! Além disso o sistema possui uma das melhores comissões já pagas por programas de afiliados no Brasil! Que outro sistema lhe oferece tantas vantagens?

A Imagem Folheados possui uma vasta linha de bijouterias folheadas a ouro e prata. São produtos bastante procurados e com preços muito acessíveis. A maior parte dos clientes são lojistas e sacoleiras que compram por atacado para poder revender e quase sempre retornam ao site para comprar novamente. Por isso a procura pelos produtos tende a crescer cada vez mais. Não fique fora dessa! Faça parte você também dessa equipe de afiliados e comece a lucrar.

Com o tempo, o número acumulado de clientes indicados por você tornará cada vez maior e o programa te recompensará com ótimos lucros! É o que chamamos de Comissão Perpétua. E TUDO O QUE VOCÊ TEM A FAZER É INDICAR O SITE.

Um outro diferencial, também muito importante, é que, além de poder indicar clientes, você também poderá indicar novos afiliados, como você. Assim você também irá ganhar comissões sobre as vendas destes afiliados posicionados em até 5 (cinco) níveis abaixo de você (venda indireta). QUANTO MAIOR A SUA REDE DE AFILIADOS, MAIORES SERÃO SEUS LUCROS!

Quando o cliente (ou afiliado) indicado por você acessar o site através de seu código de afiliado, um Cookie será armazenado no computador dele. Cookie é um pequeno arquivo que é salvo no computador, o que fará com que o sistema o reconheça como sendo seu indicado. Mesmo que o cliente não realize a compra no primeiro acesso ao site e realize somente depois de algumas semanas, sua comissão estará garantida, POIS O COOKIE GRAVADO NO COMPUTADOR DELE TERÁ VALIDADE DE 6 MESES! O que também este programa diferencia da maioria dos programas de afiliados, que gravam cookies com validade de apenas alguns dias.

O sistema possui uma das melhores comissões já pagas por programas de afiliados no Brasil. Pode comparar com outros programas dos sites e portais mais famosos que você constatará o que estamos dizendo. Há duas maneiras distintas de você lucrar com o sistema. Veja abaixo:

VENDAS DIRETAS - Indicando novos clientes através de seu código de afiliado você ganhará comissões de 10% sobre a 1ª compra destes clientes e 5% (comissão perpétua) sobre todas as outras compras posteriores realizadas por estes clientes INDEFINIDAMENTE.

VENDAS INDIRETAS - Você também pode indicar novos afiliados formando assim sua Rede Downline. Indicando novos afiliados através de seu código de afiliado, você ganhará comissões até o 5º nível de indicação como mostrado abaixo.
Você ganha 4% sobre as vendas de afiliados diretos (1º nível);
2% sobre as vendas de afiliados indiretos (2º nível);
1% sobre as vendas de afiliados indiretos (3º nível);
1% sobre as vendas de afiliados indiretos (4º nível)
e mais 1% sobre as vendas de afiliados indiretos (5º nível).

O mais importante é que:

Nosso sistema é eficaz porque realmente funciona;
É seguro porque você não precisa investir nenhum dinheiro para iniciar;
E é transparente, pois você terá acesso a todas as comissões adquiridas, bem como a toda a sua rede de afiliados. Tudo isso estará disponível em tempo real através de uma área restrita.

CONQUISTE A SUA INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA.

SEJA PIONEIRO EM SUA REGIÃO

Entre no site e saiba mais detalhes.


http://www.imagemfolheados.com.br/parceria/?a=1221





CASO NÃO QUEIRA SER UM AFILIADO E SIM UM CLIENTE, VOCÊ PODE SE CADASTRAR NA LOJA ABAIXO, E EFETUAR COMPRAS A PREÇO DE VAREJO OU A PREÇO DE ATACADO, DEPENDENDO DO VALOR DA COMPRA. COMPRE NO ATACADO E VENDA NA SUA REGIÃO COM 100% DE LUCRO. ESTA PODE SER A SUA OPORTUNIDADE DE COMEÇAR UM NEGÓCIO PRÓPRIO COM UM PEQUENO INVESTIMENTO:

LOJA:
http://www.imagemfolheados.com.br/?a=1221


Conheça alguns dos excelentes produtos

domingo, 18 de abril de 2010

A Bebida Alcoólica



A Bebida Alcoólica

Reunião realizada no Sabádo, 21 de julho de 2001, na Mesquita Mohammad Mensageiro de Deus (S.A.A.S.), São Paulo.

Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso.




A Bebida Alcoólica.

Louvado seja Deus, senhor do universo, e que a paz e a benção de Deus estejam com o profeta Mohammad, sua purificada linhagem e seus bons companheiros

Deus ordena-nos a cumprir nossas obrigações e afastarmo-nos do que é proibido. Uma vez que afastando-se do ilícito aproximamo-nos de Deus, assim como cumprindo nossos deveres.

Em todas as mensagens Deus proibi o consumo de bebida alcoólica, sendo esse em pequena ou grande proporção. A bebida consome a razão e alma humana, e na medida em que nos preocupamos com nossa saúde devemos atentar ao que entra em nosso corpo.

A partir do momento em que o ser humano bebe ele fica sujeito a perder sua consciência e a cometer pecados, médios ou graves como o adultério. Acerca disso, o profeta Mohammad (S.A.A.S.) dizia: " Todos os pecados se trancados em um quarto a chave dessa porta será a bebida alcoólica ".

Em outro ele diz: " Ó Ali, há momentos na vida de quem bebe que ele nem sabe quem é seu Deus ".

Aquele que bebe comparecerá no dia do juízo final com o rosto coberto de cinzas e ele gritará sedento por água. Por isso os imames diziam que Deus nunca foi tão vilmente desobedecido quanto ao consumo de bebida alcoólica.

A jurisprudência islâmica proibiu-nos até mesmo de sentar a uma mesa na qual há presença de bebida alcoólica. Pois Deus amaldiçoa esse local e as pessaos ali presente, portanto o muçulmano deve afastar-se dessas situações.

O Imam Assadíq (A.S.) dizia: "Aquele que deixa a bebida por causa das pessoas (e suas opiniões) e não por Deus terá sua alma oprimida, o contrário merecerá o paraíso".

Uma sociedade bêbada não discerne o correto do errado, o real do irreal, não reconhece as situações ao seu redor, tornando-se de fácil manipulação. Assim percebemos que Deus não proibiu o álcool sem motivos plausíveis.

E que a paz e a benção de Deus estejam com todos vocês.

fonte
http://www.arresala.org.br/aulas_vis.php?op=42&autor=1&data=0&cod=54

Curso de Violão Popular




sábado, 17 de abril de 2010

Governador do Paraná reafirma apoio à Reforma Agrária

Governador do Paraná reafirma apoio à Reforma Agrária

O governador Orlando Pessuti e a ministra do Desenvolvimento Social, Márcia Lopes, participaram, nesta sexta-feira (16) em Curitiba, da audiência pública sobre a reforma agrária. O encontro promovido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) quer a articulação do Governo do Paraná junto ao Governo Federal para o assentamentos de 6 mil famílias no Estado.

“Essa luta é legítima. Tanto o ex-governador Roberto Requião quanto eu sempre trabalhamos para que esses agricultores fossem incluídos e beneficiados pelas nossas políticas públicas”, disse o governador. “Ouvimos as reivindicações para estudar a forma de ajudá-los, já que as questões de assentamento são de competência do Governo Federal.”

A ministra anunciou o repasse de R$ 15 milhões para a agroindústria familiar. “Para usar esses recursos, o movimento precisa se organizar e trabalhar para produzir esses alimentos, que são adquiridos pelo Governo para a merenda escolar”, explicou Márcia Lopes.

Cerca de mil trabalhadores rurais representaram os 270 acampamentos e assentamentos do Paraná e reivindicaram mais urgência no assentamento, infraestrutura para que as famílias possam trabalhar na terra e incentivos à educação. “Pedimos às autoridades estaduais e federais para que dêem mais agilidade nos projetos que já estão encaminhados, principalmente os referentes à terra e à educação”, contou Roberto Baggio, coordenador do MST no Paraná.

COLÉGIOS – O Governo do Paraná está construindo, reformando e ampliando 19 colégios em assentamentos da reforma agrária. “Fazemos a nossa parte para continuar contribuindo nesta causa. Investindo em áreas como educação e saúde, queremos melhorar a qualidade de vida desses trabalhadores”, garantiu o governador.

O superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Nilton Bezerra Guedes, disse que o instituto espera fazer o assentamento das famílias que ainda estão acampadas irregularmente no Estado até o fim do ano. “Estamos trabalhando para resolver esta situação e acreditamos que até o final do 2010 as famílias que ainda estão irregulares já estejam com o processo de assentamento concluído.”

Também participaram da solenidade os secretários do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Fernando Peppes, da Agricultura, Erikson Chandoha, Meio Ambiente, Jorge Calado, e o deputado estadual Tadeu Veneri e o deputado federal Doutor Rosinha.
fonte
http://www.mst.org.br/node/9579


Alcoolismo tem cura? SIM ? VEJA O VIDEO

Alcoolismo tem cura? SIM ? VEJA O VIDEO











Cursos Online 24 Horas



Cursos On-line com Certificado

-

Cursos 24 Horas


Vídeo: veja como FHC ficava de joelhos e Lula emprestou uma grana ao FMI

Vídeo: veja como FHC ficava de joelhos e Lula emprestou uma grana ao FMI

As diferenças entre Lula e FHC diante das crises ,


esse vídeo é muito bom.

Mostra a diferença do Governo do PT x o desGoverno do PSDB.
Só quem tiver saudade do FMI vota em Serra.
Vai ser no primeiro turno. Agora é Dilma.





sexta-feira, 16 de abril de 2010

FHC queria privatizar bancos e estatais de energia

FHC queria privatizar bancos e estatais de energia



No documento constam detalhes de como seria feito o processo de privatização
Um memorando de Política Externa elaborado pelo Ministério da Fazenda em 1999, e recentemente obtido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), comprova que o Governo Fernando Henrique Cardoso estudou a privatização de bancos públicos, entre eles o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNDES, e pretendia também transferir ao setor privado outros ativos na área de geração e transmissão de energia.

No dia 8 de março de 1999, o memorando do Ministério sobre o “ajuste fiscal” que seria realizado pelo Governo FHC destacava que o “programa governamental, apoiado pelo FMI, Banco Mundial, BID, BIS e pela maioria dos países industrializados” teria continuidade com a “redução do papel dos bancos públicos na economia”.

O documento da Fazenda lembrava que “o Banco Meridional, uma instituição federal, foi privatizado em 1998” e anunciava que “em 1999 o sexto maior banco brasileiro, o Banespa, agora sob administração federal, será privatizado”. Além disso, o governo estudava vender instituições públicas como o “Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES”. Eles estariam sujeitados a “possíveis alienações de participações”, com “vendas de componentes estratégicos, transformação em agências de desenvolvimento ou bancos de segunda linha”.

Segundo o memorando, o governo já havia decidido privatizar a administradora de ativos afiliada ao Banco do Brasil (BB/DVTM) e o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) reiterando o compromisso de “acelerar e ampliar o escopo do programa de privatização, que já se configura como um dos mais ambiciosos do mundo”.

O documento anunciava ainda que, em 1999, o Governo FHC pretendia “completar a privatização das companhias federais geradoras de energia” e, em 2000, iniciar “o processo de privatização das redes de transmissão de energia”.
fonte
http://www.brasiliaconfidencial.inf.br/?p=13917





Emir Sader: O que está em jogo na eleição é retroceder ou avançar, sem 3ª via

Emir Sader: O que está em jogo na eleição é retroceder ou avançar, sem 3ª via



"O que está em jogo é um retrocesso brutal ou garantir mais avanços, se o governo Lula será apenas um parêntese ou uma ponte na resistência contra as elites tradicionais." A avaliação é do professor Emir Sader.

Doutor em Ciência Política pela USP, coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e secretário-executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais, Sader fez na noite da última quinta-feira (15) uma palestra na UFPR, na qual lançou o livro "Brasil, entre o passado e o futuro", do qual é um dos organizadores. A publicação pretende analisar os obstáculos do governo federal e, ao mesmo tempo, chamar os intelectuais ao debate.

Na palestra, que lotou o Anfiteatro 100 da universidade, Emir Sader disse que uma eventual vitória da ex-ministra Dilma Rousseff significaria a derrota de toda uma geração da direita brasileira. "Não existe terceira via [além da petista Dilma e do tucano José Serra]", declarou. "Se ela ganhar, poderá desenhar a cara do país na primeira metade deste século."

O pesquisador observou que vários presidentes sul-americanos declararam, de forma velada ou não, apoio à pré-candidata do PT, entre eles Evo Morales (Bolívia), José Pepe Mujica (Uruguai), Hugo Chávez (Venezuela) e Rafael Correa (Equador). "Tomara que a gente politize a campanha."

Sader traçou um paralelo entre a forma preconceituosa como Lula e Morales são tratados em seus países. "Evo Morales, um índio que dá certo na Bolívia, é tratado de forma depreciativa pela elite branca do país, o chamam de índio de m...", disse. "Lula também não perdeu o dedo no jet sky."

Afirmou que o PT deveria dar espaço no horário eleitoral da TV ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "FHC é o político contemporâneo mais rejeitado hoje no Brasil."

"O governo anterior [de FHC] consolidou a política neoliberal, privatizou, desregulou, precarizou as relações de trabalho", enumerou Sader. "O tema do desenvolvimento foi abolido em nome da estabilização monetária."

Na avaliação do pesquisador, a universidade brasileira, com raras exceções, está dissociada do processo político em curso no país e fechada em si mesma. "Reaproximar o pensamento teórico da prática política é um desafio."

Governo Lula

O pesquisador criticou a hegemonia do capital financeiro e do estilo de vida norte-americano, "de shopping center", no qual o consumidor, e não o cidadão, é privilegiado. "[O shopping] É a deterioração dos espaços públicos, onde não há janela, não há pobres e nada é de graça, tudo é voltado ao consumo."

Ele fez um balanço do governo Lula e da conjuntura dos demais países da América Latina. Observou que a gestão do atual presidente da República registra "grandes avanços" em algumas áreas, e "estancamento", em outras.

Sader comentou que a América Latina, ao longo da década de 1990, foi a região do planeta com mais governos de orientação neoliberal. "A Argentina, por exemplo, que, no passado, muito antes do Brasil, tornou-se autossuficiente em petróleo, hoje fica mendigando por energia, um retrocesso", disse. "Vivemos uma espécie de ressaca do neoliberalismo."

Na sua avaliação, o governo Lula tem, entre seus méritos, a opção pela priorização das políticas sociais e uma política externa que enfatizou alianças Sul-Sul e rejeitou a Alca (Área de Livre Comércio das Américas). "Por que saímos antes da crise mundial? Porque diversificamos nossas exportações, intensificamos o comércio regional com nossos vizinhos e expandimos o mercado interno de consumo popular."

Por outro lado, a gestão do presidente petista não atacou a hegemonia do capital financeiro ("O Banco Central é de fato independente do governo"), nem tampouco contrariou interesses como o do agronegócio, por exemplo.

Mídia

O professor da Uerj fez ainda duras críticas à imprensa brasileira, classificada por ele como "ditadura da mídia privada", em que "quatro ou cinco famílias" forjariam uma opinião pública.

"Empresas de oligarquias familiares querem dizer o que é democrático", apontou. "Colocam em pauta temas que não são essenciais, e deslocam os temas de fato essenciais."

Sader elogiou a realização, no último mês de dezembro, da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. "Apesar da sabotagem [de parte dos empresários que não participou dela], foi uma vitória, uma primeira plataforma alternativa para a área."

Para ele, houve um enfraquecimento do PT como partido, principalmente nos Estados. "O PT pagou o ônus pela crise de 2005", disse. "Hoje o futuro do Brasil depende mais do governo que do PT, que perdeu dinamismo."

Emir Sader observou que "toda a imprensa brasileira" é contra o governo Lula, mas o governo tem apenas 5% de rejeição. "Os donos de jornais teriam que mandar todo mundo embora por falta de produtividade", ironizou.

Avaliação dos professores

"A universidade nunca esteve tão bem como no governo Lula. De todos os alunos do nosso mestrado e doutorado em sociologia, apenas dois não têm bolsa, porque têm vínculo empregatício e não quiseram", disse José Miguel Rasia, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFPR. “No tempo de FHC, era uma mendicância por bolsa.”

Chefe do departamento de Ciências Sociais da UFPR, Ricardo Costa Oliveira concordou e complementou: "A simples menção do nome do Paulo Renato [ex-ministro da Educação no governo FHC], que pode voltar a ser ministro [no caso de uma eventual vitória de Serra], mobiliza até o professor mais conservador desse prédio."

Promovida pelos programas de Pós-Graduação em Sociologia e em Ciência Política da UFPR, em conjunto com o Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, a palestra, seguida de um breve debate, durou cerca de duas horas. Ao final de sua fala, Emir Sader foi aplaudido de pé pelo público presente.

Ficha técnica do livro
Brasil, entre o passado e o futuro

Organizadores: Emir Sader e Marco Aurélio Garcia

Orelha: Nilmário Miranda

ISBN: 978-85-7643-059-9

Páginas: 200

Preço: R$ 35,00

Coedição Boitempo Editorial e Editora Fundação Perseu Abramo.

Ensaios e autores
Brasil, de Getúlio a Lula - Emir Sader

O Brasil herdado - Jorge Mattoso

A inflexão do governo Lula: política econômica, crescimento e distribuição de renda - Nelson Barbosa e José Antonio Pereira de Souza

A sociedade pela qual se luta - Guilherme Dias e Marcio Pochmann

Participação e mudança social no governo Lula - Luiz Soares Dulci

O lugar do Brasil no mundo: A política externa em um momento de transição - Marco Aurélio Garcia

Um país para 190 milhões de brasileiros - Entrevista com Dilma Rousseff

fonte http://www.drrosinha.com.br/conteudo.phtml?id=390