sábado, 30 de janeiro de 2010

Biblioteca Pública do Paraná é usada como exemplo de acessibilidade

Biblioteca Pública do Paraná é usada como exemplo de acessibilidade


Fernanda é cega e vai até a Biblioteca Pública do Paraná com o intuito de solicitar um livro. Vários funcionários se mobilizam, encontram o livro, revisam a obra e depois, com um software específico, transformam esta obra em um arquivo de áudio. Menos de 24h depois, Fernanda recebe em casa mais do que um simples arquivo: recebe o direito de ter acesso a uma biblioteca como qualquer outra cidadã paranaense. A história é verídica e foi contada por Airton Marques, representante da instituição, que participa na manhã desta sexta-feira, 29, da mesa “Acesso as obras protegidas por pessoas com deficiência Visual na América Latina”, proposta pela Organização Nacional dos Cegos do Brasil no Centro Universitário LaSalle.

O pedido da paranaense foi utilizado como exemplo por Airton para ilustrar a acessibilidade e a ansiedade de quem é deficiente quando quer possuir uma obra do gênero. “O cego não quer esperar dois meses pela confecção de um livro, ele quer de imediato. Se a lei do livro for aprovada no país, este processo que levamos 24h para fazer poderia ter sido feito em apenas uma hora”. Hoje, a Biblioteca do Paraná está vinculada à Rede de Bibliotecas Integradas, que promove convênios com várias instituições no interior do Estado, disponibilizando diversas obras para os deficientes. As novas tecnologias, de acordo com ele, não tiram o espaço do livro braile, que também está no acervo na biblioteca. “Nosso sonho é ter uma impressora e não desistiremos deste desejo, porque também facilitaria muito o acesso aos livros por quem é cego”.

Este reforço à técnica Braile é defendido por Clóvis Pereira, da Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (Laramara). De acordo com ele, o Braile é extremamente necessário para a alfabetização do deficiente, como um instrumento básico deste processo. “Percebemos que várias crianças usam o computador pelo método de áudio e não sabem escrever corretamente a palavra ‘exercício’, por exemplo. Precisamos defender a escrita correta, sem deixar de contar com as novas tecnologias”, ressalta
FONTE

http://fsm10.procempa.com.br/wordpress/?p=2778



Bebida alcoólica patrocina a Seleção Brasileira







Bebida alcoólica patrocina a Seleção Brasileira

--- Walter Medeiros



Uma parcela considerável de cidadãos brasileiros e entidades da sociedade civil começa a assistir, indignada, a propaganda da Brahma, cujo produto divulgado será, com certeza, responsável por muita desgraça durante a Copa do Mundo. Mas a indignação vem mesmo quando a propaganda realça, com a maior cerimônia, que se trata do “patrocinador oficial da Seleção Brasileira”. Trata-se de algo imoral, a oficialização de um mal que é ligar o esporte mais importante e festejado do Brasil a algo que só pode vir mesmo a degradar a nossa juventude. Pior ainda, a utilização de Ronaldo como garoto propaganda – ele que gosta de lembrar que é embaixador da UNICEF.

No próximo dia 16 de julho vai fazer dez anos que o Diário Oficial da União publicou a Lei Nº 9.294, que dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda, entre outras coisas, de bebidas alcoólicas. Vai fazer dez anos que aquela norma em vigor considera que bebidas alcoólicas, “para efeitos desta Lei”, são as bebidas potáveis com teor alcoólico superior a treze graus Gay Lussac. Não vou me ater agora a outros pontos da Lei. Apenas a este, tão genérico e tão maléfico para a sociedade brasileira, bastante capaz de permitir até que atletas façam propaganda de bebida alcoólica em plena Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

A própria Lei parece acanhar-se ao dizer que as bebidas com menos de treze graus não são bebidas alcoólicas “para efeito desta Lei”. Ou seja, só não é bebida alcoólica para efeito de propaganda. Dá para considerar sã a consciência de quem decidiu a respeito? A decisão veio exatamente para permitir a propaganda de cerveja, cujo teor alcoólico é menor que 13 graus (o número do azar do nosso povo mesmo). E veio logo após o governo ter em mãos um levantamento cujo dado mais importante era o de que tudo que o Brasil arrecada com fabricação e venda de bebidas significa 2,8% do PIB. Mas para reparar os estragos provocados pelas bebidas alcoólicas, o Brasil gasta 5,4% do PIB, quase o dobro. É o dinheiro que tem de ser gasto com hospitais, polícia, justiça, bombeiros, previdência e outros serviços, já que a bebida leva a doenças, acidentes, brigas, mortes, prisões e questões judiciais.

O Código de Auto-Regulamentação Publicitária, por sua vez, refere-se a bebidas alcoólicas com um quê de propaganda enganosa. Trata-se de um instrumento do campo da ética, mas que se vale das permissividades da Lei para justificar atos anti-sociais. Diz o Código, a título de tratar de “Consumo responsável”, que “A publicidade não deverá induzir, de qualquer forma, ao consumo abusivo e irresponsável de bebidas alcoólicas.”. E especifica: “Assim, os anúncios: i. não se utilizarão de uniformes de esportes olímpicos como suporte à divulgação de suas marcas.”. E os outros esportes, como fica? A juventude não aprecia o futebol e não é nele que está a esperança e o sonho de tantas famílias? Nesse ambiente não se formam tantos profissionais dos mais variados campos? Mas a propaganda de bebida fica permitida e escancarada.

Digamos que a Lei 9.294 estivesse em vigor e antes de mudá-la, como está pedindo um movimento chamado “Propaganda sem bebida”, tivesse de manter os “direitos” dos fabricantes. Mantivesse. Deixasse que fizesse sua propaganda – e já seria um grande mal - como deixaram durante todos esses quase dez anos. Mas daí a permitir que uma indústria de bebida passasse a ser o patrocinador oficial da Seleção Brasileira, como a medida é considerada legal, ela passa a ser imoral. Pelo menos no campo da ética o Governo Brasileiro deveria ter se postado. Está feita a desgraça. Vamos torcer pela seleção e pelo nosso povo, principalmente pela nossa juventude, para que mantenha a cabeça no lugar. Que aquela propaganda, tão imprópria, não leve o Brasil inteiro a ver estrelas, como a propaganda mostra. Que os nossos atletas fixem suas mentes apenas na única estrela que não temos, a estrela do hexacampeonato.



Aproveito este momento para anexar o Manifesto pela proibição da propaganda de bebidas.

“MANIFESTO

Pela proibição da propaganda de cerveja e outras bebidas alcoólicas

Nós, cidadãs, cidadãos e entidades da sociedade civil:

DEFENDEMOS a restrição da propaganda de cervejas e outras bebidas alcoólicas nos meios de comunicação e em eventos esportivos, culturais e

sociais, semelhante à legislação atual que limita as propagandas de cigarro.

CONCLAMAMOS todos a aderir à campanha de recolhimento de Um Milhão de Assinaturas para sensibilizar o Governo Federal e o Congresso Nacional a aprovar , em regime de urgência, lei que restrinja a publicidade do álcool.

ALERTAMOS que o consumo de álcool é hoje um dos mais graves problemas de saúde e segurança pública do Brasil, porque:

. é responsável por mais de 10% de todos os casos de adoecimento e morte no país

. provoca 60% dos acidentes de trânsito

. é detectado em 70 % dos laudos cadavéricos de mortes violentas

. transforma 18 milhões de brasileiros em dependentes

. leva 65% dos estudantes de 1º e 2º grau à ingestão precoce, sendo que a metade deles começa a beber entre 10 e 12 anos

. está ligado ao abandono de crianças, aos homicídios, delinqüência, violência doméstica, abusos sexuais, acidentes e mortes prematuras.

. causa intoxicações agudas, coma alcoólico, pancreatite, cirrose hepática, câncer em vários órgãos, hipertensão arterial , doenças do coração, acidente vascular cerebral, má formação do feto; está ligado a doenças sexualmente transmissíveis, Aids e gravidez indesejada.

. impõe prejuízos incalculáveis, atendimentos em pronto-socorros, internações psiquiátricas, faltas no trabalho; além dos custos humanos, com a diminuição da qualidade de vida dos usuários e de seus familiares.

Assim, DENUNCIAMOS que os interesses econômicos; o lobby da indústria de bebidas alcoólicas; a propaganda enganosa e irresponsável; e a omissão governamental levam à total ausência de políticas públicas de prevenção e controle do consumo do álcool no Brasil.

SUGERIMOS, além de normas rígidas de restrição das propagandas:

. aumento do preço ou taxação das bebidas alcoólicas, com destinação de recursos arrecadados para prevenção e tratamento de dependentes.

. fiscalização e aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A venda de bebidas alcoólicas para menores é crime que deve ser punido.

. controle rigoroso dos motoristas alcoolizados, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito.

Por fim, EXIGIMOS

. o direito de viver em uma sociedade livre das conseqüências do uso abusivo do álcool , tais como acidentes e atos de violência;

. que informações confiáveis sobre os efeitos nocivos do consumo do álcool sejam oferecidas a todos os cidadãos;

. que crianças e adolescentes não sejam expostos a propagandas que incentivem o consumo de bebidas alcoólicas;

. que todas as pessoas dependentes do álcool tenham acesso a tratamento digno e adequado”

(http://www.propagandasembebida.org.br/)

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Após extensiva pesquisa sobre os melhores sistemas de comissionamento e marketing direto existentes no mercado, desenvolvemos um Plano de Revendas exclusivo, capaz de gerar uma renda extra crescente e paga mensalmente.

Estamos recrutando pessoas interessadas em compartilhar do nosso sucesso, e tornar-se revendedores dos serviços da Banner-Link. Este plano destina-se a qualquer pessoa que tenha acesso à Internet, e que possa dedicar uma parcela do seu tempo para incentivar o crescimento da nossa rede de negócios.

O que este Plano é:

•Um sistema de marketing-direto, que remunera generosamente seus parceiros pelos negócios gerados;
•Uma alternativa para obter uma renda-extra, ou até mesmo uma fonte primária de sustento; tudo depende da sua dedicação;
•Uma forma honesta e legal de trabalho que pode ser feita de qualquer lugar, em qualquer horário;


O que este Plano NÃO é:

•Você não precisa fazer NENHUM investimento para aderir ao Plano;
•Você não precisa comprar nenhum produto ou serviço;
•Você não precisa participar de seminários em outras cidades;
•Não é um “esquema” de “enriquecimento” fácil;


Como funciona o Plano ?

Ao se inscrever em nosso Plano de Revendas, voce receberá uma conta de revendedor, pela qual poderá gerenciar os negócios gerados.

Voce receberá uma identificação única, que você utilizará para indicar os nossos serviços para outras pessoas.

Sempre que voce indicar nossos serviços, através da sua URL pessoal, o visitante ficará vinculado a sua conta de revenda. Depois disto, qualquer serviço contratado por esta pessoa passará a gerar comissoes para você, mesmo que a contratação do serviço ocorra muito tempo depois da primeira visita do cliente ao nosso site.

Forneceremos técnicas, dicas e ferramentas para que você divulgue nossos serviços para o maior número de pessoas interessadas a quem você possa contactar.

Para cada cliente que contratar um de nossos serviços, vamos lhe pagar um percentual de comissão TODOS os meses, enquanto o cliente continuar ativo.

Toda a instalação e entrega dos serviços será feita pela nossa empresa. Todo o trabalho de cobraça e suporte pós-venda também será feito pela nossa equipe. Tudo o que você precisa fazer é INDICAR novos clientes.

Sub Revendas:

Além de divulgar nossos serviços de hospedagem e divulgação de sites para pessoas interessadas em contrata-los, você também poderá divulgar este Plano para outras pessoas que tenham interesse em obter uma Renda Extra, tornando-se também um Revendedor. Você ganhará comissões sobre todos os negócios gerados pelos revendedores indicados por você. Além disto, os revendedores que você indicar serão incentivados a indicar novos revendedores e gerar novos negócios. Vamos pagar comissões até o 4o nível de sub-revenda indicada por você.

As possibilidades de ganhos são fantásticas ! Nenhum outro plano de remuneração pela Internet oferece condições tão favoráveis, combinando comissionamento multi-nível, pagamentos mensais, e excelência nos serviços prestados, com o máximo de satisfação de seus clientes.

Quanto Pagamos ?

1 nível – negócios gerados por você : 10%

2 nível – negócios gerados pelas sub-revendas indicadas por você : 5%

3 nível – negócios gerados pelas sub-revendas indicadas pelas do nível 2 : 4%

4 nível – negócios gerados pelas sub-revendas indicadas pelas de nível 3 : 3%


Como Pagamos?

Todos os meses depositaremos diretamente em sua conta corrente o valor de sua comissão. Mas atenção : somente realizamos pagamentos quando o valor de comissão atingir a quantia mínima de R$ 100,00 ( cem reais ). Caso a comissão mensal ficar abaixo deste valor, ela ficará contabilizada, e será acumulada com as dos meses seguintes, até atingir ou ultrapassar esta quantida, quando então será depositada.

Restrições:

Queremos pessoas que realmente tenham interesse em dedicar uma parcela do seu tempo na geração de novos negócios. Não queremos pessoas interessadas simplesmente em cadastrar alguém como sub-revenda, e ficar esperando que este alguém gere negócios que lhe tragam receita. Em função deste objetivo, o Plano contém a seguinte restrição : Somente haverá lançamentos de comissão se houver pelo menos 2 indicações geradas no primeiro nível.

Excelência nos Serviços

Oferecemos serviços de hospedagem e divulgação que se nivelam ou superam os melhores padrões atualmente disponíveis no mercado. São serviços extensivamente testados e usados com satisfação por dezenas de milhares de internautas em todo o Brasil e no exterior, já há 5 anos ! Além disto, nossa equipe de desenvolvimento está constantemente aperfeiçoando e desenvolvendo novos recursos e serviços, garantindo a continuidade de um modelo de negócios on-line de sucesso e lucrativo.

Momento Certo!

Este é o melhor momento para ingressar neste Plano ! A Internet no Brasil continua crescento a passos largos. Atualmente, mais de 60 mil novos domínios são registrados por mês somente na FAPESP, a entidade que controla os domínios no Brasil. Cada domínio representa um cliente que precisa hospedar e divulgar o seu site.

Nunca foram instalados tantos telefones como atualmente, levando o acesso à Internet aos lugares mais distantes. A disponibilidade de acessos de banda-larga tem crescido geometricamente. A quantidade de empresas e pessoas físicas que estão marcando sua presença na Web é um mercado amplo e vasto, do qual VOCÊ pode conquistar uma fatia.

Apoio:

Aderindo ao nosso Plano de Revendas, estaremos periodicamente lhe enviando novas dicas e técnicas para ampliar seus negócios. Também estaremos lhe transmitindo a experiência de outros revendedores, com o objetivo de motiva-lo e dar-lhe as condições necessárias para que você atinja seus objetivos.

Cadastro:

Não perca mais tempo, e venha juntar-se ao nosso time de vencedores !
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Cuidados especiais para preservar a qualidade e beleza de sua bijuteria.


Cuidados especiais para preservar a qualidade e beleza de sua bijuteria.

Atrito: O atrito constante de sua bijuterias com objetos duros ou quando são realizadas atividades pesadas com ferramentas, trabalhos de mecânica, etc., podem produzir desgastes. Evite usá-las durante estas atividades.

Reação química: O contato de sua bijuteria com substâncias químicas produz alterações e deteriorações. Por isso, recomenda-se às pessoas que trabalham em hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios, salões de beleza, etc., ter cuidado com mercúrio, iodo, soda cáistica, líquidos tinturados e outros.

Produtos de beleza: Os cremes, loções e óleos se infiltram nos espaços entre a pedra e a base da bijuterias, deixando a peça opaca e causando deterioramento. O melhor é não usar bijuteria quando estiver em contato com estes produtos.

Não tente dar brilho em sua bijuteria utilizando esponjas de aço ou qualquer tipo de abrasivo como polidores, pasta de dentes, etc. O ideal é usar uma flanela apropriada para jóias.



ATENÇÃO !!!

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Cuidados com suas bijuterias

Embora sua bijuteria não seja uma jóia, ela deve ser tratada com o mesmo cuidado. Tomando alguns cuidados simples na conservação e limpeza, você terá uma bijuteria com aspecto de nova por mais tempo. Aqui vão algumas dicas de conservação e manutenção das suas bijuterias.

Retire as suas bijuterias, antes de tomar banho;
Não durma com as suas bijuterias;
Retire-as antes do banho de piscina ou de mar, pois iodo, sal, cloro, além da areia, certamente irão oxidar as peças;
Evite o contato direto com produtos de limpeza, produtos químicos e produtos abrasivos;
Retire a bijuteria antes de usar perfumes ou cosméticos e aguarde alguns minutos antes de recolocá-las, caso contrário elas podem escurecer mais rapidamente, principalmente as douradas;
Produtos para cabelo, tinturas, produtos para alisamento, contém produtos químicos muito fortes e que ficam impregnados por vários dias, podendo manchar as peças, especialmente brincos e colares que ficam em contato com os cabelos.


Limpeza

Sempre que tirar as peças que tenham contato direto com a pele, como por exemplo, colares e pulseiras, é bom limpá-las com uma flanela limpa e bem sequinha para maior durabilidade da peça.
Para a limpeza e conservação, o mais indicado é usar uma flanela limpa, além dos produtos recomendados para isso (líquidos e flanelas apropriadas para folheados, prata ou jóias). Você também pode usar um retalho limpo de algodão. Limpe delicadamente as peças de modo individual. Cristais que fazem parte de um brinco, por exemplo, ganham um novo brilho limpando desta maneira. Faça isso com as pedras, metais e outros materiais. Não tente dar brilho em sua bijuteria utilizando esponjas ou deixando de molho em água e sabão.

Acondicionamento

A melhor forma de guardar sua bijuteria é manter as peças separadas. Use sempre um porta-jóias de interior forrado com veludo ou outro material macio, guarde cada peça no seu espaço para evitar o atrito entre elas.
Existe uma infinidade de porta-jóias no mercado, de diversos tipos de materiais e preços. Se não tiver porta-jóias, forre uma caixa com tecido macio e guarde as peças dentro de saquinhos de tecido flanelados ou plásticos para evitar o atrito.
Não guarde as bijuterias umas sobre as outras, caso seja necessário embrulhe em papel de seda, veludo ou camurça uma a uma.
Evite deixar as bijuterias próxima à lâmpadas. A exposição à luz e o calor podem oxidar a peça, deixando-a com um aspecto escuro.


Dicas :

- Pedacinhos de giz na caixa de bijuterias, evita que elas escureçam ou fiquem embaçadas;
- Evite alergias, limpando com álcool os pinos ou ganchos dos brincos antes de usá-los;
- Para as pessoas que tem alergias com bijuterias e ficam com as orelhas inflamadas, passar base de unha incolor no pino ou gancho, pode ajudar!!!!


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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Pérolas do ENEM 2009

Pérolas do ENEM 2009

O tema da redação do Enem desse ano foi Aquecimento Global, e como acontece todo ano, não faltaram preciosidades. Lá vão:



1) “o problema da amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta.” (percussão e estalos. Vai ficar animado o negócio)

2) “A amazônia é explorada de forma piedosa.” (boa)

3) “Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar o planeta.” (tamo junto nessa, companheiro. Mais juntos, impossível)

4) “A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu.” (e na velocidade 5!)

5) “Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta.” (pra deixar bem claro o tamanho da destruição)

6) “O grande excesso de desmatamento exagerado é a causa da devastação.” (pleonasmo é a lei)

7) “Espero que o desmatamento seja instinto.” (selvagem)

“A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo.” (o verdadeiro milagre da vida)

9) “A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta.” (também fiquei emocionado com essa)

10) “Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis.” (todo mundo na vida tem que ter um filho, escrever um livro, e realizar uma árvore renovável)

11) “Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas.” (esqueceu que também ficam sem o home theater e os dvd’s da coleção do Chaves)

12) “Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna.” (amém)

13) “Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza.” (e as renováveis?)

14) “A principal vítima do desmatamento é a vida ecológica.” (deve ser culpa da morte ecológica)

15) “A amazônia tem valor ambiental ilastimável.” (ignorem, por favor)

16) “Explorar sem atingir árvores sedentárias.” (peguem só as que estiverem fazendo caminhadas e flexões)

17) “Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia.” (o quê?)

18) “Paremos e reflitemos.” (beleza)

19) “A floresta amazônica não pode ser destruída por pessoas não autorizadas.” (onde está o Guarda Belo nessas horas?)

20) “Retirada claudestina de árvores.” (caraulio)

21) “Temos que criar leis legais contra isso.” (bacana)

22) “A camada de ozonel.” (Chris O’Zonnell?)

23) “a amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor.” (a solução é colocar lá o pessoal da Zorra Total pra cortar árvores)

24) “A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas, sem coração.” (para fabricar o papel onde ele fica escrevendo asneiras)

25) “A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável.” (campeão da categoria “maior enchedor de linguiça”)

26) “Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação.” (NÃO!)

27) “Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises.” (gênio da matemática)

28) “A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes.” (red bull neles – dizem as árvores)

29) “O povo amazônico está sendo usado como bote expiatório.” (ótima)

30) “O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando.” (subindo!)

31) “Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc.” (deve ser a globalização)

32) “Convivemos com a merchendagem e a politicagem.” (gzus)

33) “Na cama dos deputados foram votadas muitas leis.” (imaginem as que foram votadas no banheiro deles)

34) “Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia.” (oh god)

35) “O que vamos deixar para nossos antecedentes?” (dicionários)





Serginho - Sucesso
Ocupando o latifúndio improdutivo da internet !
UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL !
"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente"

Enviamos médicos e não soldados! (ao HAITI ) - Reflexões de Fidel Castro Ruz

Reflexões de Fidel

Enviamos médicos e não soldados

• NA reflexão de 14 de janeiro, dois dias depois da catástrofe do Haiti que destruiu esse país irmão e vizinho, escrevi: "Cuba, apesar de ser um país pobre e bloqueado, há anos está cooperando com o povo haitiano. Ao redor de 400 médicos e especialistas da saúde cooperam gratuitamente com o povo haitiano. Os nossos médicos trabalham diariamente nas 127 das 137 municípios do país. Por outro lado, não menos de 400 jovens haitianos formaram-se como médicos em nossa Pátria. Agora trabalharão com nossos médicos que foram ali ontem para salvarem vidas nesta situação crítica. Portanto, podem se mobilizar, sem muito esforço, até mil médicos e especialistas da saúde, que já estão ali, e quase todos estão dispostos a cooperarem com outro Estado que desejar salvar vidas haitianas e curar feridos."

"A situação é difícil ― comunicou-nos a chefa da Brigada Médica Cubana ― porém já começamos a salvar vidas."

A cada hora, dia e noite, nas poucas instalações que não desabaram, em casas de campanha ou em parques e espaços abertos, por temor da população a novos tremores, os profissionais cubanos da saúde começaram a trabalhar incansavelmente.

A situação era mais séria à que se pensou no início. Dezenas de milhares de feridos imploravam ajuda nas ruas de Porto Príncipe e um número considerável de pessoas jaziam, vivas ou mortas, sob as ruínas de argila ou adobe com que tinham sido construídas as moradias da imensa maioria da população. Prédios, inclusive mais sólidos, desabaram. Além disso, foi necessário localizar, nos bairros destruídos, os médicos haitianos formados na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), muitos dos quais foram atingidos directa ou indirectamente pela tragédia.

Funcionários das Nações Unidas ficaram presos em várias hospedagens e se perderam dezenas de vidas, inclusive, de vários chefes da MINUSTAH, uma força das Nações Unidas, e se ignorava a sorte de centenas de outros membros do seu pessoal.

O Palácio Presidencial do Haiti desmoronou-se. Muitas instalações públicas, inclusive, várias hospitalares, ficaram em ruínas.

A catástrofe abalou o mundo, que pôde presenciar o que estava acontecendo através das imagens dos principais canais internacionais de televisão. De toda parte, os governos anunciaram o envio de peritos em resgate, alimentos, medicamentos, equipamentos e outros recursos.

Conforme a posição pública formulada por Cuba, pessoal médico de outras nacionalidades, nomeadamente, espanhóis, mexicanos, colombianos e outros, trabalhou incansavelmente junto aos nossos médicos em instalações que tínhamos improvisado. Organizações, como a OPS, e países amigos, como a Venezuela e outros, forneceram medicamentos e diversos recursos. Sem vontade de aparecer e sem chauvinismo, os profissionais cubanos e seus dirigentes mantêm uma conduta impecável.

Cuba, como em situações similares, por exemplo, quando o furacão Katrina causou grandes estragos na cidade de Nova Orleans e pôs em risco a vida de milhares de norte-americanos, ofereceu enviar uma brigada médica para cooperar com o povo dos Estados Unidos, um país que, como é sabido, possui avultados recursos, mas precisava nesse momento de médicos bem preparados e equipados para salvarem vidas. Por sua localização geográfica, mais de mil médicos da brigada "Henry Reeve" estavam organizados e prontos com os medicamentos e equipamentos adequadoses para partirem em qualquer hora do dia ou da noite para essa cidade norte-americana. Nem sequer passou por nossa cabeça a ideia de que o presidente dessa nação rejeitasse a oferta e permitisse que um número de norte-americanos que se podia salvar morresse. O erro desse governo talvez tenha sido sua incapacidade para compreender que o povo de Cuba não considera o povo norte-americano um inimigo, nem culpado das agressões a nossa Pátria.

Aquele governo também não foi capaz de compreender que o nosso país não precisava pedir favores ou perdão a quem, durante meio século, tentou inutilmente nos curvar.

O nosso país, igualmente no caso de Haiti, aceitou em seguida o pedido de sobrevoo na região oriental de Cuba e outras facilidades de que precisavam as autoridades norte-americanas para prestarem ajuda o mais rapidamente possível aos cidadãos norte-americanos e haitianos atingidos pelo terremoto.

Estas normas caracterizam a conduta ética do nosso povo que, junto a sua equanimidade e firmeza, são os traços da nossa política externa. Todos os nossos adversários no contexto internacional sabem bem disso.

Cuba defenderá firmemente o critério de que a tragédia que teve lugar no Haiti, a nação mais pobre do hemisfério ocidental, é um desafio para os países mais ricos e poderosos da comunidade internacional.

O Haiti é um produto absoluto do sistema colonial, capitalista e imperialista imposto ao mundo. Tanto a escravidão no Haiti quanto a sua posterior pobreza foram impostas do exterior. O terrível terremoto ocorreu depois da Cúpula de Copenhague, onde foram conculcados os direitos mais elementares de 192 Estados, que fazem parte da Organização das Nações Unidas.

Após a tragédia, desatou-se no Haiti uma concorrência pela adoção imediata e ilegal de crianças, obrigando a Unicef a tomar providências preventivas contra o desarraigo de muitas crianças da família, tirando tais direitos aos parentes mais próximos delas.

O número de vítimas mortais ultrapassa cem mil pessoas. Uma cifra elevada de cidadãos perdeu braços e pernas, ou sofreu fraturas que precisam de reabilitação para o trabalho ou o desenvolvimento das suas vidas.

Ao redor de 80% do país deve ser reconstruído e criar uma economia suficientemente desenvolvida para satisfazer as necessidades conforme as capacidades produtivas. A reconstrução da Europa e do Japão, a partir da capacidade produtiva e do nível técnico da população, era uma tarefa relativamente simples em relação ao esforço a fazer no Haiti. Ali, como em boa parte da África e em outras áreas do Terceiro Mundo, é indispensável criar as condições para o desenvolvimento sustentável. Em apenas 40 anos, a humanidade terá mais de 9 bilhões de habitantes, e tem perante si o desafio da mudança climática, que os cientistas aceitam como uma realidade inevitável.

Em meio à tragédia haitiana, sem ninguém saber como e porquê, milhares de soldados das unidades da infantaria da Marinha dos Estados Unidos, tropas aerotransportadas da 82ª Divisão e outras forças militares ocuparam o território do Haiti. Pior ainda, nem a Organização das Nações Unidas, nem o governo dos Estados Unidos deram uma explicação à opinião pública mundial a respeito destas forças.

Alguns governos se queixam de que seus meios aéreos não conseguiram aterrissar e transportar os recursos humanos e técnicos enviados ao Haiti.


Diversos países anunciam, por sua vez, o envio adicional de soldados e equipamentos militares. Tais fatos, ao meu ver, contribuiriam para criar o caos e complicar a cooperação internacional, de per si, complexa. É preciso discutir seriamente o tema e incumbir à Organização das Nações Unidas o papel reitor que lhe cabe neste assunto delicado.

O nosso país cumpre estritamente uma tarefa humanitária. Segundo as suas possibilidades, contribuirá com os recursos humanos e materiais que estejam ao seu alcance. A vontade do nosso povo, orgulhoso dos seus médicos e cooperadores em atividades vitais é grande e estará à altura das circunstâncias.

Qualquer cooperação importante que se preste ao nosso país não será rejeitada, mas sua aceitação ficará inteiramente subordinada à importância da ajuda que se precisar dos recursos humanos da nossa Pátria.

É justo reafirmar que, até hoje, os modestos meios aéreos e importantes recursos humanos de Cuba colocados à disposição do povo haitiano não tiveram dificuldade alguma para chegarem ao seu destino.

Enviamos médicos e não soldados!



Fidel Castro Ruz
23 de janeiro de 2010
17h30 •
FONTE http://www.granma.cu/portugues/2010/enero/lun25/Reflexoes-23enero.html




Harry Potter & Cia.

Harry Potter & Cia.



O escritor americano T. A. McMahon escreve na "Berean Call Letter" de março 2002 um artigo instrutivo e edificante sobre a tolerância à bruxaria da parte dos pastores americanos [e eu diria, também, brasileiros] da atualidade. Traduzimos o artigo para os nossos amigos que não falam Inglês.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, diz que devemos ter a mente de Cristo. Quando ele diz que devemos, também quer dizer que podemos.

Obviamente isso não significa que possamos desenvolver uma mente com a mesma capacidade do Senhor, o qual é não apenas um homem perfeito e sem pecado algum, mas é também o Deus Infinito, Criador e Sustentador do universo, conforme Hebreus 1:3.

Até mesmo em seus melhores dias não é esse o estofo dos seres humanos finitos, pecadores, decaídos e perdidos. Contudo, podemos nos esforçar para desenvolver a mesma espécie de atitude em relação às coisas que Jesus fez. Filipenses 2:6-8 deixa bem claro que a mente do verso 5 se refere às Suas atitudes de humildade. Além disso, o vocábulo grego para "mente" no verso 5 (phroneo) é usado em outras partes com a significação de observar, de salvar e de pensar. Em Colossenses 3:2 o vocábulo "phroneo" é traduzido como afeição, quando somos instruídos a "pensar nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra". A implicação aqui é que nossas mentes precisam ter uma predisposição na direção e, até mesmo, uma paixão pelas coisas de Deus.

Cada vez mais, nos dias de hoje, após ter lido sobre este assunto, temos ouvido falar e observado cristãos altamente respeitáveis comprometendo a sua fé em relação às falsas religiões e às práticas ocultistas e nos quedamos passivos, em vez de gritar bem alto: "Onde estão as vossas mentes?"

Observo que existem publicações que não são tão simples como gostaríamos que fossem e as verdades centradas em Cristo nem sempre têm a mesma opinião com referência a determinados pontos da doutrina bíblica. Por outro lado, estamos vendo hoje um tremendo e chocante desrespeito aos ensinos simples e fundamentais da Bíblia por aqueles que se autodenominam cristãos bíblicos.

A reação anti-bíblica e impensada de certos pastores que se apressam em favor dos líderes islâmicos, supostamente moderados, desde o dia 11/09/2001, tem sido comum demais para que neles possamos confiar. Sob a alegação de "manter o respeito pela religião dos outros", muitas igrejas evangélicas têm permitidos que os clérigos muçulmanos falem em seus púlpitos e que os muçulmanos possam ter comunhão e compartilhem a sua fé nos cultos das igrejas, até mesmo nos almoços comunitários. Será que isso significa um forte discernimento bíblico? Dificilmente! Será que existe um só resquício de respeito por outra religião, nos 66 livros da Bíblia? Nenhum! Será que a Bíblia nos comanda a amar os muçulmanos desse modo? Claro que não! Pois amá-los biblicamente significa tratá-los pessoalmente como aqueles a quem Cristo ama e por quem Ele deu a vida.

Precisamos refletir o amor de Cristo em todas as nossas instruções para eles. Pois é a antítese do amor levar-lhes explícita ou implicitamente, a falsa mensagem de que a sua religião possa fazer qualquer outra coisa que não seja conduzi-los ao inferno, por toda a eternidade.

O Islã rejeita o Jesus da Bíblia. Rejeita a Sua divindade, a Sua morte, sepultamento e ressurreição como sendo o resgate total dos pecados da humanidade, anulando, desse modo, a afirmação de Jesus, conforme João 14:6: "Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim". O [Islã chama Jesus de mentiroso]. Chegar à conclusão de que o Islã rejeita o único caminho oferecido por Deus Pai não requer grau algum de Ph.D em Teologia. Então, onde estão as mentes de tantos líderes evangélicos [que têm agido como os muçulmanos pudessem ser salvos sem Cristo?]

Será que Bill Hybels, pastor da Igreja Comunitária de Willow Creek [a maior da América], o qual é considerado um gênio por trás do crescente movimento do "cultivo da amizade" não passou uma borracha nos fundamentos bíblicos da fé? Um mês após a tragédia de 11/09/2001, o clérigo muçulmano Fissal Hammoud compartilhou com Hybels o púlpito de sua igreja, numa discussão sobre o islã. O imã e o pastor discutiram sobre os fortes laços existentes entre os cristãos, o Cristianismo e o Islamismo, o que deixou a congregação bastante impressionada. Ali os membros aprenderam com o charmoso Hammoud que a "jihad" é quase sempre uma "guerra santa" individual, no sentido de sobrepujar a fraqueza pessoal, como se fosse uma suave mordida. É serio? Hybels estava preocupado no sentido de que "existem alguns cristãos espalhando rumores e meias verdades de que o Corão encoraja a violência". Pode ser que o Pr. Hybels jamais tenha lido muitos versos do Corão apoiando a violência armada (especialmente como meio de recompensa temporal e eterna) e, por isso, esteja tão mal informado. Contudo, quando ele declarou que os muçulmanos crêem em Jesus, mais do que os próprios cristãos, ele caiu em desagrado. Só que ele não teve a coragem de dizer que o "Jesus" do Islã é um personagem inventado por Maomé e não pode dar salvação alguma a quem quer que seja.

A carência de informação da parte desse pastor teve sérias conseqüências. Quantos, dentre os milhares que assistiram aquele culto do "cultivo da amizade", dali saíram com o mesmo sentimento entusiástico notado num dos membros da igreja: "Pois não é que eles crêem em Jesus e eu não sabia disso?" (Chicago Tribune, 10/12/01). E o que dizer de tantos que ali foram em busca da verdade?

O mentor do ministério de Hybels é nada menos que o Pr. Robert Schuller, cujo comprometimento com o Islã é por demais conhecido. Desde pregar pessoalmente numa mesquita do Grand Mufti em Damasco, até permitir que o filho desse líder muçulmano use o seu púlpito, Robert Schuller não deixa dúvida alguma sobre a sua simpatia pela religião de Maomé a todos os que patrocinam a "paz entre cristãos e muçulmanos", em sua Catedral de Cristal. [abençoada pelo Papa JP2].

Gostaríamos de saber onde estão as mentes desses pastores pró-Islã. Exatamente pode-se deduzir, por uma declaração feita oficialmente na Sociedade Muçulmana Americana, onde Schuller declarou que se pudesse regressar cem anos e encontrar no passado alguns ascendentes muçulmanos, isso não o aborreceria (Newsday, 31/08/1997). Quem sabe Schuller tem sido influenciado pelo seu grande amigo Billy Graham, que afirmou: "Acho também que o Islã tem sido mal compreendido e que Maomé tem grande respeito por Jesus...E ainda acho que estamos mais perto do islã do que imaginamos..." (Talking with David Frost, 30/05/1997).

Conquanto pastores famosos como Hybels e Schuller sejam raros entre os que têm comprometido os princípios básicos da fé cristã, certamente a sua influência entre os evangélicos não pode ser questionada. [A tradutora foi muito influenciada por Schuller, nos primeiros anos de sua conversão, quando lia os seus livrinhos de pensamento positivo ocultista. Mas a leitura sistemática da Palavra de Deus libertou-a dessa influência.

Como já dissemos, a Igreja Comunitária de Willow Creek é a maior da América. A "Hora do Poder" de Schuller, que Billy Graham ajudou a iniciar e à qual ele continua, entusiasticamente, dando apoio é o programa evangélico No. 1 da TV mundial. Aqui se levanta outra questão problemática. Como estão as mentes das ovelhas desses pastores e dos milhares de pastores que freqüentam as suas conferências? Na melhor das hipóteses devem estar todas elas(mentes) confusas a respeito do simples evangelho bíblico do Senhor Jesus Cristo.

Outro indicador das mentes cristãs evangélicas tem sido a sua reação favorável à série de livros e ao filme Harry Potter. Segundo a nossa transmissão ao vivo do programa "Search the Scripture Daily" (Examinem Diariamente as Escrituras), no qual a autora de Harry Potter, R.K. Rowling, era o assunto principal, uma jovem desgostosa telefonou para dizer que a maioria dos seus professores e amigos na escola eram fãs do Harry Potter. Onde estão as mentes dessa gente? Provavelmente no mesmo lugar onde estão as dos líderes evangélicos altamente influenciáveis, como Chuck Colson e James Dobson .

Colson elogiou os atributos morais dos livros, tais como: "coragem, lealdade e disposição de sacrificar-se pelos outros, não como as lições de um mundo autocentrado". Numa admirável combinação de ignorância e racionalização, ele declarou ainda que Harry Potter é "puramente mecânico e até se opõe ao ocultismo." Isso quer dizer que Harry Potter e seus amigos lançam maldições e bolas vermelhas de cristal, se voltam para os animais e, contudo, isso não significa qualquer contato com as forças sobrenaturais (Peoria Journal Star, 17/11/01).

Algum tempo depois, num comentário do "Breakpoint" entre companheiros de prisão (onde havia alguns a favor do Harry Potter), Colson modificou a sua posição, dizendo: "Eu, pessoalmente, não recomendo os livros nem o filme Harry Potter..." Será que ele teve um lampejo subsequente de convicção moral? Talvez... Porém continuou essa declaração recomendando que eles lessem o livro de Connie Neal - "What Has a Christian Today to Do With Harry Potter?" como um auxílio ao discernimento, conforme o Breakpoint, 11/11/01. Um entrevistador descreveu-a como uma "cristã nascida de novo" e a mais conhecida proponente de R.K. Rowling. Conquanto ela imagine estar no topo da lista, tem muita companhia. Um editorial do Christianity Today explicou: "A autora Rowling criou um mundo com o bem e o mal reais e Harry está, definitivamente, do lado da luz , lutando contra os poderes das trevas" (The News & Observer, Raleigh, NC, 31/12/01).

Então, vamos dizer um cordial "Amém" à bruxaria branca. Um professor do Wheaton College, Allan Jacobs, parece estar dizendo exatamente o mesmo, com a seguinte declaração: "A questão sobre como agir com os poderes mágicos da série Harry Potter é explorada de maneira apropriada e moralmente séria." Incrível! A escola de Jacobs é descrita no mesmo artigo secular como a '"Harvard Evangélica".

Deixando de lado a ironia, como poderíamos entender a palavra inspirada pelo Espírito Santo ao profeta Samuel, que diz: "Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria? (1 Samuel 15:23). O contexto da censura de Samuel contra o Rei Saul tem a ver com a obediência. Deus havia dado a Saul instruções específicas contra o que ele se rebelou, isto é, desobedeceu. Leiam as desculpas de Saul, quando confrontado pelo profeta em 1 Samuel 15:15: "... De Abimeleque as trouxeram; porque o povo poupou ao melhor das ovelhas, e das vacas, para oferecer ao Senhor teu Deus; o resto, porém, temos destruído totalmente". Esse líder do povo se acomodava e racionalizava e com o mesmo povo iria usar o que Deus lhe havia dito, que era "destruir absolutamente", como um meio de glorificá-lo.

O Focus de James Dobson sobre o Ministério da Família tem agradado a fonte mais popular da direção entre os evangélicos, no que se relaciona a uma posição sobre Harry Potter. O mais compreensível é "O Que vamos fazer com Harry Potter?" , citado no Peonia Journal Star, de 17/11/01, o qual apresenta uma forte semelhança com a racionalização de Saul. Isso, é claro, agrada ao povo. Aí são apresentadas razões convincentes, tanto para apreciar como para depreciar Harry Potter, Colson jogando ao mesmo tempo dos dois lados.

Muito significativamente o artigo exorta os leitores a usar os livros e o filme como um meio de "casar a cultura com uma inteireza de pensamento cristão"., quando diz: "Temos adotado uma visão simplista demais sobre como deve ser a nossa reação aos problemáticos elementos de Harry Potter". (Este é o suporte mental fundamental do Focus sobre a defesa da Psicoterapia familiar cristã). O artigo que é, no mínimo, confuso, é por demais subversivo em relação à Bíblia, quando reconhece que Deus odeia a prática da feitiçaria (Deuteronômio 18:10). Mesmo assim, ele evita o simples, embora crítico item da obediência à Palavra de Deus. Como pode alguém contrabalançar a obediência?. Por isso, mais uma vez, indagamos: Onde estão as mentes desses líderes evangélicos?

Muito freqüentemente, o desdenhar das simples respostas tem levado esses críticos da supremacia das Escrituras a fugir de "tudo o que diz respeito à vida e à piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude" (2 Pedro 1:3).

A tendência mais popular de ajudar as pessoas é o fato de que o programa dos Doze Passos está sendo usado em muitas igrejas evangélicas, programa esse originário da fundação dos Alcoólicos Anônimos. Certamente é bíblico que os cristãos ajudem as pessoas. Contudo, os cristãos, conforme a implicação deste nome, devem ajudar as pessoas usando o Manuel de Ensino Cristão, a Palavra de Deus. Isso engloba a obediência irrestrita ao Deus que nos fala. E também envolve uma rejeição ao que Ele rejeita.

A biografia oficial dos Alcoólicos Anônimos nos conta que Billy Wilson recebeu esses Doze Passos por intermédio de um espírito. A Escritura condena terminantemente qualquer comunicação com espíritos familiares. O segundo e o terceiro passos ensinam que nos voltemos para um Poder Maior, para Deus, conforme o entendemos. Qualquer Poder Maior? Sim. Uma idéia de Deus? Sim. Isso quer dizer uma idéia hinduísta, budista, muçulmana, animista, satanista [Será esse o Deus da Bíblia?] Claro que não. Que tal falarmos de Jesus Cristo como um Poder Maior? Ótimo. Contudo, somente se a pessoa que o fizer respeite também os demais "poderes maiores".

Será que alguém pode discernir o problema da idolatria aqui incluso?

E o que dizer dos evangélicos que estão usando a metodologia dos espíritos familiares ensinada por Bill Wilson? Muito simples. Deus condena a procedência e esse contato é contrário ao que Ele deseja para a transformação de nossas vidas. Além disso, por que voltar a esse sistema espiritualmente tóxico? Onde estão as mentes desses pastores?

Busquemos as coisas lá do alto. Como é possível que os crentes nos quais habita o Espírito Santo possam estar tão cegos aos simples e claros ensinos das Escrituras? Vamos a um exemplo contundente. Como pôde um homem como Salomão, o mais sábio da terra, depois de Jesus, (1 Reis 3:12), o qual foi usado pelo Espírito Santo para escrever três livros da Bíblia, se tornar tão cego diante do pecado e da gravidade da idolatria, tendo mais tarde arcado com as piores conseqüências? A resposta é que até mesmo a sua sagrada sabedoria não pôde guardar o coração dele em retidão diante do Senhor. Em Jó 28:28 lemos: "...Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência". Salomão era incrivelmente seletivo em relação a certas coisas de sua vida, no que se referia a dobrar-se diante do Senhor. Ele não tinha a mente de Cristo [daí ter-se tornado um tipo de Anticristo] em relação a todas as coisas, isto é, atitudes, afeições, etc. Ele não era totalmente devotado ao Senhor, colocando em primeiro lugar a obediência a Ele.

A sabedoria e o conhecimento são tremendamente importantes. Contudo, o desvio de alguém que deseja fazer a vontade de Deus faz com que distorcemos as coisas no sentido de satisfazer a nossa concupiscência.

Oremos pelos pastores da atualidade, os quais estão sucumbindo a tudo em matéria de soberba da vida e de concupiscência da carne (1 João 2:16), especialmente com as suas ovelhas, para que eles (bem como todos nós) possam ter a mente de Cristo, o essencial para um coração poder conhecer e obedecer a verdade [que nos liberta da feitiçaria, que chega disfarçada de um garoto com aparência inofensiva chamado Harry Potter e começa a mudar a nossa mente em direção oposta à mente de Cristo].



T. A. McMahon/Mary Schultze

"Berean Call Letter", março 2002
http://www.cpr.org.br/tbc-0302.htm


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Para Lula momento político que vive a América Latina consolida a democracia no continente

Para Lula momento político que vive a América Latina consolida a democracia no continente

O presidente Lula fez um balanço de seus oito anos de governo e da relação com as organizações sociais ligadas ao processo FSM, ontem (26/1) no gigantinho.

No evento que contou com cerca de 7 mil participantes o presidente foi questionado pelos representantes dos Movimentos Sociais sobre as questões da democracia, do Haiti, da crise ambiental e sobre direitos humanos.

O que era para ser um diálogo virou um monólogo após as intervenções dos representantes dos movimentos sociais , Artur Henrique da CUT, Lilian Celiberti da Articulación Feminista Marcosur (Uruguai) e por Candido Grzybowski – IBASE (Brasil)

Lula fala para milhares de pessoas no FSM

O ginásio Gigantinho estava lotado na noite de terça-feira, 26, para ouvir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, numa atividade do Fórum Social Mundial. Com gritos de “Olê, olê, olá, Lula” e “Lula, guerreiro do povo brasileiro”, a multidão recebeu o presidente por volta das 20h30min.

Em seu discurso, Lula lembrou sua participação no FSM de 2003, quando recém havia tomado posse como presidente da república e fez uma avaliação dos 10 anos do evento para o Brasil e a América Latina: “Passaram 10 anos e o Fórum continua intacto, mais maduro, mais calejado, mais ciente das dificuldades”. Para o presidente o momento político que vive a América Latina é excepcional e consolida a democracia no continente.

Lula criticou o Fórum Econômico de Davos, afirmando que eles não previam a crise econômica mundial “Estou aqui e daqui vou pra Davos outra vez, igual a 2003. E tenho consciência de que Davos já não tem o glamour que eles achavam que tinham em 2003”, declarou em meio às palmas da multidão.

A participação na conferência de Copenhagen também foi lembrada pelo presidente e falou sobre o terremoto no Haiti e a Força de Paz para Estabilização do Haiti, liderada pelo Brasil. “Que esse terremoto mexa com a vergonha dos seres humanos que governam esse planeta, para a gente fazer no Haiti, agora, o que poderíamos ter feito a dez anos atrás. O Brasil fará sua parte”, afirmou, sugerindo que cada participante do FSM dedique um ano de solidariedade ao Haiti. Lula visitará o país no dia 25 de fevereiro.

O presidente falou ainda sobre a realização de conferências durante seus dois mandatos como presidente. “Na Conferência Nacional de Comunicação boa parte do empresariado não quis participar e ainda assim conseguimos realizar a conferência com milhões de pensamentos diferentes e debater um assunto que sempre foi restrito”, disse. Por fim, ele afirmou que democracia não é um pacto de silêncio, mas sim o direito de se manifestar “como acontece nas conferências e aqui no FSM”, finalizou.

De Porto Alegre, o presidente Lula seguiu para Fórum Econômico de Davos, na Suíça, onde na quinta-feira, 18, recebe o prêmio de Estadista Global.

Unidade dos movimentos sociais

Antes do pronunciamento de Lula, a atividade contou com a participação do presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique da Silva Santos, e da líder de esquerda uruguaia, Lilian Celiberti.

Arthur Henrique acredita que o FSM foi responsável pela unidade dos movimentos sociais que elegeram o Lula em 2002 e pelo atual contexto político da América Latina. “O FSM nasceu lutando contra o imperialismo, a ALCA, o neoliberalismo e nesses 10 anos conseguiu unir a diversidade”, avaliou. Para ele, a crise econômica mostrou como o capitalismo é falho.

O dirigente divulgou a atividade da CUT no Congresso Nacional, no próximo dia 02, pela redução da jornada de trabalho sem a redução de salário. Assunto que ele classificou como fundamental para a construção de um novo modelo de desenvolvimento. “Temos o desafio de construir em conjunto um desenvolvimento sustentável, uma mudança no padrão de produção e de consumo e isso passa pela redução da jornada”, acredita.

O golpe em Honduras e a criminalização dos movimentos sociais no Brasil são exemplos de que ainda há inúmeros desafios para o movimento. “É nossa responsabilidade construir a unidade e possibilitar processos de mobilização para que o Brasil continue a mudança que está em curso”, finalizou.

Após, em espanhol, Lilian Celiberti saudou os participantes do Fórum e os definiu como “o povo da esperança”. Para ela, a mudança no sistema econômico é uma obra coletiva: “isso é uma luta de todos. Não queremos o racismo, a homofobia, o sexismo. Não queremos a criminalização dos movimentos sociais, pois sem eles, a democracia seria uma tumba”, declarou.

Lilian falou ainda da importância do Fórum Social Mundial para a união da diversidade e na construção de um outro mundo. “Nós somos a esperança dessa mudança”, encerrou.

O evento, acompanhado por ministros, governadores, deputados federais e estaduais e prefeitos da região, terminou por volta das 22h.

Por: CUT-RS
fonte
http://fsm10.procempa.com.br/wordpress/?p=2036



EXEMPLOS PARA 2010 – ZILDA ARNS

EXEMPLOS PARA 2010 – ZILDA ARNS


Por Arthur Jorge do Amaral


O início de um ano novo – 2010 – traz nas suas primeiras manifestações, grandes exemplos para meditação e reflexão, onde o homem não é o dono da natureza.

Faço a primeira reflexão relembrando 2000, quando reunida parte de minha família, em torno de trinta pessoas, ao passar do dia 31 de dezembro, na praia de Ubatuba-SP, por volta das 23 horas; milhares de pessoas de branco, a caráter para simbolizar a paz, com flores, oferendas e milhares de rojões, fogos de artifício; ao correr da praia esperam o momento da virada do ano... Eis a surpresa: uma chuva torrencial, a cântaros, varrendo com ventos, tempestades, ondas violentas na praia !!! Festa suspensa, todos correm buscando abrigo, e a confusão se instala... No ar a frustração, incompreensões com a dura realidade...

Reunidos ao depois, já ao abrigo de nossa casa, diversas são as versões, interpretações do momento... Entro no diálogo, lembrando que o que acontecia naquele momento nada mais era do que um aviso, um alerta... São os momentos para meditação e interpretação: um Ser Maior mostra através da natureza que o momento é de oração e de humildade, não de ostentação em gastos desnecessários, quando existem tantos a espera de uma palavra, de um incentivo... Não sou entendido. O momento serve a outras coisas.

2010, as cenas se repetem. Em Angras dos Reis, na Ilha Grande, e no Rio de Janeiro; em São Luiz de Paraitinga, Cunha, Capivari, São Paulo. Ponte que desaba no Rio Grande do Sul, e mais inundações, casas destruídas, famílias em desespero. É o Brasil em inicio de 2010.

No Haiti, País símbolo das desigualdades sociais, e que sofrendo uma população inteira ao longo de séculos de colonização, e depois objeto de interesses comerciais, fechando o circulo das Bermudas, na América Central; fecha o Golfo do México para o Atlântico, como barreira de defesa de interesses petrolíferos e de retirada de imensas riquezas de suas entranhas. Como se a natureza não desse a resposta a cada intervenção sem que haja reparação. Pobre Haiti, escolhido para receber, não do mar aberto a fúria da natureza, mas de suas entranhas, de seu solo que se acomoda nas placas internas, onde os geólogos terão respostas quando forem ouvidos.

Mas ali está a presença brasileira; este Pais abençoado, que também precisa de muita oração, sacrifícios e exemplos; a presença de nosso glorioso Exército Nacional, como força de segurança e apoio, ajuda uma população miscigenada e com grandes semelhanças ao nosso povo. Apoio humanitário que envolve muitos segmentos sociais.

Entre eles, nesses desejos de proteção àquela sofrida gente, aparece uma que toca fundo em nosso coração e em nossa alma: a ajuda às crianças e aos idosos. Fator que nosso País, este Brasil Continental, já domina, graças a exemplos que mais de firmam. Essa oportunidade de fazer pelos símbolos de amor, já exportamos para a África, Ásia, e agora na América Central, para nosso querido Haiti.

Ali estava a senhora carismática e humana: doutora ZILDA ARNS, no alto de seus mais de 70 anos de idade, mas já figura de relevo na sociedade brasileira. Reconhecida pelas Pastorais da Igreja Católica, difundiu pelos municípios do interior, em comunidades das mais carentes, às mais afastadas, um desejo de ajudar, contribuir com a construção de uma sociedade mais justa. Para o Haiti seria apenas a continuidade dessa magnífica cruzada de Fé, caridade, humanidade. O Brasil presente...

Mas é na catástrofe ali instalada, a sua marcante presença; no momento de estarrecimento, sofrimento coletivo, nunca vivenciado em nossas Américas!! (O 11 de setembro com a destruição das torres gêmeas gravou ao vivo e em tempo real uma tragédia, mas não com a dimensão, horror de uma nação inteira, e do mundo).

Ali se encontrava nossa heroína ZILDA ARNS, ela nosso exemplo, que ao perecer (falece para o mundo, vive para a vida Eterna), em sua luta, em seu trabalho, em sua cruzada, calou fundo nossos argumentos. Esta pequena poesia, nossa manifestação, neste momento:



Z elozas lágrimas, caem ao chão;

Í ntimos sentimentos filiais!

L abor das fortes, foram seus exemplos,

D eixa aos pequeninos, agora órfãos;

A lma sensível às causas sociais...


A lgum dia, sonhos realizados...

R espostas das anônimas crianças

N os braços de Cristo, repousarão

S incero agradecimento de joelhos,

aos céus, em ORAÇÃO...




Por Arthur Jorge do Amaral

Da União Brasileira de Escritores – UBE/MS



Este artigo/texto foi publicado pelos jornais: Correio de Três Lagoas (Edição de 21.01.2010) e Revista Boca do Povo (edição de 24.01.2010)





Serginho - Sucesso
Ocupando o latifúndio improdutivo da internet !
UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL !
"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente"

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Rozmowa z diabłem

Rozmowa z diabłem

Pewien mężczyzna i jego żona podziwiają zachód słońca na pięknej plaży, ciesząc się w pełni zasłużonymi wakacjami. Wydaje się, że wszystko jest na swoim miejscu, ale nagle mężczyzna słyszy miły głos, dobiegający z wnętrza jego duszy. Ktoś zadaje mu trudne pytanie:

- Czy jesteś szczęśliwy?

- Tak, jestem – odpowiada mężczyzna.

- Więc rozejrzyj się uważnie dokoła.

- Kim jesteś?

- Jestem diabłem. Nie możesz być szczęśliwy, ponieważ wiesz, że prędzej, czy później może dojść do tragedii, która zniszczy twój świat. Jeśli rozejrzysz się uważnie dokoła, zrozumiesz, że cnota to jedna z wielu masek strachu.

Diabeł pokazał mężczyźnie, co działo się na plaży. Oddany swojej rodzinie mężczyzna pakował właśnie rzeczy i pomagał dzieciom się ubrać, marząc jednocześnie o romansie z sekretarką. Jednak na myśl o tym, jak zareagowałaby żona, ogarniało go przerażenie.

Jego żona chciała mieć pracę i niezależność, ale na samą myśl o tym, jak zareagowałby mąż, ogarniało ją przerażenie.

Dzieci zachowywały się grzecznie, przerażone myślą o karze.

Samotna dziewczyna, która czytała książkę pod plażowym parasolem, udawała, że czuje się swobodnie, podczas gdy jej duszę paraliżował strach. Bała się, że nigdy nie znajdzie miłości swego życia.

Młody mężczyzna z rakietą uprawiał sport, myśląc z przerażeniem o tym, że nie spełni oczekiwań rodziców.

Staruszek, który już nie palił i nie pił, twierdząc, że czuje się o wiele lepiej, bał się śmierci, która szeptała mu do ucha jak wiatr.

Na plaży pojawiła się młoda para. Mężczyzna i kobieta biegli po piasku, rozpryskując wodę morską. Uśmiechali się, ale tak naprawdę myśleli z przerażeniem o tym, że kiedyś się zestarzeją, przestaną być atrakcyjni i zostaną kalekami.

Bogaty mężczyzna, który zatrzymał swoją motorówkę, tak, że wszyscy go widzieli, uśmiechał się i był opalony, ale wypełniało go przerażenie, ponieważ w każdej chwili mógł stracić wszystkie swoje pieniądze.

Właściciel hotelu, który o zachodzie słońca wyszedł powitać swoich gości i robił wszystko, by czuli się zadowoleni, oczekiwał, że jego księgowi uczynią cuda. Jego duszę wypełniało przerażenie, ponieważ wiedział, że, niezależnie od tego, jak był uczciwy, ludzie z rządu znajdą niedociągnięcia w jego księgach rachunkowych.

Przerażenie wypełniające dusze każdej z osób na pięknej plaży o zachodzie słońca było tak wielkie, że zapierało dech w piersiach. Strach przed samotnością, strach przed ciemnością, który sprawia, że w wyobraźni rodzą się diabły, strach przed popełnieniem czynu który nie mieścił się w kodeksie dobrych obyczajów, strach przed osądem Boga, strach przed komentarzami innych ludzi, strach przed sprawiedliwością, która karała każde przewinienie, strach przed niesprawiedliwością, która sprawiała, że winowajcy pozostawali wolni i mogli czynić zło. Strach przed ryzykiem i utratą, strach przed zwycięstwem i zazdrością innych ludzi, strach przed zakochaniem się i byciem odtrąconym, strach przed poproszeniem o podwyżkę, przed przyjęciem zaproszenia, przed pójściem w nieznane miejsca, przed nieumiejętnością porozumiewania się w obcym języku i nieumiejętnością zrobienia wrażenia na innych. Strach przed starzeniem się i śmiercią, strach przed tym, że inni zauważą nasze wady albo nie docenią naszych zalet, strach przed tym, że w ogóle nas nie dostrzegą.

- Mam nadzieję, że to cię uspokoiło – zakończył diabeł. - Nie jesteś jedyną osobą, która ma lęki.

- Proszę nie odchodź, zanim mnie nie wysłuchasz – powiedział mężczyzna. - Jesteśmy biegli w wykrywaniu cudzego bólu, wyrzutów sumienia i cierpienia – czyli strachu, jak ty to nazywasz. Ale mój ojciec opowiedział mi kiedyś historię o jabłoni, która była tak obsypana owocami, że jej gałęzie nie mogły śpiewać na wietrze. Przechodzący obok człowiek spytał, dlaczego jabłoń nie próbowała przyciągnąć uwagi jak wszystkie inne drzewa. „Moje owoce są najlepszą reklamą” – odparła jabłoń. Jestem taki jak inni, mam wiele lęków. Ale o tym, jaki jestem naprawdę świadczą owoce mego życia i, jeśli pewnego dnia dojdzie do tragedii, będę miał świadomość, że nie bałem się ryzykować.

Diabeł znikł, rozczarowany. Zostawił mężczyznę i próbował straszyć słabszych ludzi.




contatoeficaz.com.br





FSM abre com debate sobre seus próprios rumos

FSM abre com debate sobre seus próprios rumos

A mesa de abertura do Fórum Social Mundial (FSM) em Porto Alegre foi marcada por um rico debate sobre a sua própria concepção e rumos. Alguns dos idealizadores do FSM discorreram sobre a metodologia do evento, defendendo-a, e representantes de movimentos sociais reforçaram a valorização da sua pluralidade, defendendo, entretanto, a busca de uma unidade dentro de toda a diversidade que caracteriza o evento. Ao lado do MST e da CUT, Olívio Dutra sintetizou: “temos que buscar centralidade sem centralismo”.

Luana Bonone

João Pedro Stédile em sua intervenção na abertura do FSM. Ao lado, Olívio Dutra, João Felício, Cândido Grzybowski e Lilian Celiberti
A mesa foi composta por representantes de movimentos sociais, ONGs e lideranças indicadas pelas entidades organizadoras do “Seminário 10 anos depois: desafios e propostas para um outro mundo possível”. Com mediação da representante do Instituto Paulo Frenrei (IPF), Salete Camba, a mesa composta na Usina Gasômetro, em Porto Alegre (RS), contou com a presença dos brasileiros Francisco Whitaker (CBJP), Oded Grajew (Cives), João Pedro Stédile (MST), João Antônio Felício (CUT), Cândido Grzybowski (Ibase) e Olívio Dutra (ex-governador do RS). As mulheres à mesa eram todas estrangeiras, e falaram sobre o processo do FSM após a decisão de torná-lo itinerante. Eram elas: Lilian Celiberti (Uruguai), Raffaella Bollini (Itália) e Nandita Shah (Índia). Além dos convidados, a presidente de uma associação de mulheres indígenas também pediu a palavra e pediu atenção ao FSM à causa indígena.



“Maldição” da esquerda fragmentada



Francisco Whitaker, um dos idealizadores do FSM
Whitaker defendeu a ideia de que a esquerda tem uma “maldição”, que seria uma tendência à divisão. E colocou à reflexão se a vocação do FSM não seria justamente enfrentar essa questão. Para ele, o FSM cria grandes “praças públicas”, espaços de debate e articvulação espontânea entre pessoas, ideias e organizações, que deve ser valorizado por si só, visto que entende o FSM como um momento de “reflexão engajada do movimento altermundialista”. Outro adepto desta visão mais difusa de FSM, Cândido Grzybowski valorizou a decisão do FSM ter se tornado itinerante e o fato de ter gerado, a partir desta decisão, diversos movimentos espontâneos, em diversos locais do mundo, e defendeu que um dos elementos principais que o Fórum trouxe foi “trazer e questionar protagonismos e deternimismos da nossa cultura de esquerda”, argumento que foi sustentado pela italiana Raffaella Bollini, que defendeu que a diversidade reunida no Fórum contrapõe uma visão puramente econômica do mundo do que ela chamnou de “esquerda tradicional”.

Oded seguiu na mesma linha, assertivando que o objetivo do FSM é fortalecer a sociedade civil, para que todos aqueles que têm uma causa possam encontrar pessoas, ideias e movimentos afins e, a partir disso criar redes, movimentos e organizações. Contrapondo uma visão mais organizativa de entidades dos movimentos sociais, Oded afirmou que “Não se pode obrigar pessoas ou organizações a se juntarem. Isso não dá certo. Qualquer relação só dá certo quando é espontânea, quando atende a demandas e interesses de quem está nela”. E prosseguiu, dizendo que o FSM “não manda ninguém fazer nada” e que é preciso romper com uma “cultura patriarcal, de imposição, de competição, de conflito”. Irônico, Oded fechou dizendo que “devemos ser o mundo possível que queremos construir”, o que, para ele, deve estar expresso nas nossas ações cotidianas, e completou que “não devemos esperar que o papai Fórum nos diga o que fazer”.


Do vestiário ao jogo em campo



Olívio Dutra, que sintetizou a proposta de "centralidade sem centralismo" no FSM
Terceiro membro da mesa a se pronunciar, João Pedro Stédile utilizou uma ilustração bem conhecida do povo brasileiro: o futebol. Stédile argumentou que o FSM é a concentração, o vestiário, e que o jogo mesmo é decidido em campo, ou seja, nas batalhas encampadas pelos movimentos de massa, nas ruas. Para a liderança do MST, o FSM é importante, pois o momento da concentração, do vestiário, ajuda a decidir o jogo em campo. Sobre o “jogo” em si, Stédile fez diversas considerações, reforçando que a conjuntura mundial é marcada ainda pela “hegemonia total do capital”, apesar da crise. Ressaltou ainda que no Brasil esta hegemonia se expressa também no controle dos meios de comunicaçaõ de massa, e soltou: “a Globo passou 10 anos falando mal do FSM”. Por fim, avaliou que os movimentos sociais e a esquerda vivem uma “crise ideológica”.




Stédile reforçou os aspectos positivos da diversidade do FSM e resaltou que ele nasceu de forma coletiva e que é acertada sua característica de ser uma grande feira de debates onde todos se sentem convidados. Sua ponderação, entretanto, é que o Fórum teria caído num certo “democratismo” e completou: “quando todos fazem o que querem, não há disciplina”. Na avaliação da Via Campesina, segundo João Pedro Stédile, o FSM jogou ainda importante papel em uma derrota ideológica que o neoliberalismo teria sofrido nesta década. Em seguida, apontou as limitações que deveriam ser superadas pelo FSM: “não conseguimos acumular um programa mais propositivo, com ideias unitárias, que representassem um acúmulo de forças; não promovemos mais espaços de ação de massas em nível internacional após a ação de 2003 contra a guerra do Iraque; apesar de ajudar a impor uma derrota ideológica sobre o neoliberalismo, não aglutinamos no Fórum forças antiimperialistas”.

Stédile terminou sua intervenção convocando o conjunto dos presentes a participarem da Assembleia dos Movimentos Sociais do FSM, que ocorrerá na sexta-feira (29/1), a partir das 10h, na Usina do Gasômetro.

Na mesma linha de Stédile falaram ainda Olívio Dutra e João Felício. Para Felício, “o movimento de massas é a única alternativa para fazer pressão sobre governos”.


A uruguaiana Lilian Celiberti e a indiana Nandita Shah – que fez uma piada sobre a infelicidade de se ver obrigada a realizar sua intervenção em inglês para que fosse compreendida – falaram sobre o processo FSM itinerante e sobre o papel do movbimento feminista no mundo e seu papel na transformação de culturas e dentro do próprio processo do FSM.

De Porto Alegre, Luana Bonone

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=123153&id_secao=8


10 anos de Fórum Social Mundial

Balanço do "outro mundo possível"

Aos dez anos de Seattle e do primeiro Fórum Social Mundial, o balanço que é preciso fazer é da luta pelo “outro mundo possível”. Um balanço do FSM deve ser não o balanço dos Fóruns, mas dos objetivos a que se propôs, quando começamos a organizá-los, há uma década. A avaliação do FSM ter que ser feita em função das suas contribuições à construção de alternativas ao neoliberalismo. A análise é de Emir Sader.

Emir Sader


Aos dez anos de Seattle e do primeiro Fórum Social Mundial, o balanço que é preciso fazer é da luta pelo “outro mundo possível”. Um balanço do FSM deve ser não o balanço dos Fóruns, mas dos objetivos a que se propôs, quando começamos a organizá-los, há uma década.

Uma outra ótica seria vítima do corporativismo, da crença que a evolução interna de uma organização é a história política dessa organização. A história e o balanço de um partido político deve ser o balanço dos objetivos a que esse partido se propõe. Um balanço do FSM não é um balanço da situação das ONGs ou dos movimentos sociais. Ao contrário, estes devem ser avaliados em função da contribuição que tenham feito à construção do “outro mundo possível”.

Por isso, a referência a estabelecer como parâmetro de avaliação é a situação de criação do “outro mundo possivel”. Há uma década o neoliberalismo ainda reinava soberanamente como modelo hegemônico, seja em escala mundial, seja na América Latina. Na sucessão da primeira geração de mandatários que o personificavam – Reagan, Thatcher -, para a segunda – Clinton, Blair – se ampliava o consenso da extrema direita para forças originariamente alternativas a ela: os democratas norteamericanos, os trabalhistas ingleses. Enquanto que no continente, ao extremismo de direita de Pinochet se somavam formas nacionalistas – como o peronismo de Menem e os governos do PRI mexicano -, assim como social democratas, como os socialistas chilenos, AD da Venezuela, os tucanos brasileiros.

Nossas sociedades foram profunda e extensamente transformadas conforme esse receituário, os Estado nacionais enfraquecidos, os patrimônios públicos privatizados, os direitos sociais recortados, o capital especulativo incentivado, resultando no aumento brutal da desigualdades, da concentração de renda, da exclusão dos direitos à massa da população, do empobrecimento generalizado das sociedades e dos Estados.

Passados dez anos, o mundo continua sob hegemonia conservadora, mesmo se debilitado na sua legitimidade, o modelo neoliberal segue hegemônico. A diferença substancial vem da América Latina, onde um conjunto de governos, mesmo se diferenciados entre si, passaram a colocar em prática políticas contrapostas ao modelo neoliberal, depois de ter sido a região privilegiada de dominação neoliberal, com a maior quantidade e as modalidades mais radicais de governos neoliberais.

A região apresenta hoje os mais importantes processos de integração regional em contraposição aos Tratados de Livre Comércio propostos pelo neoliberalismo. O grande projeto norteamericano, que buscava estender a livre comércio a todo o continente, a Alca, foi derrotado e, no seu espaço, se fortaleceu o Mercosul, se desenvolveram o Banco do Sul, Unasul, o Conselho Sulamericano de Defesa, a Alba – entre outras iniciativas. São espaços alternativos, em que se desenvolvem, em distintos níveis, formas de intercambio privilegiado entre os países da região, acompanhadas da diversificação do comércio internacional dos países que participam dela.

Ao mesmo tempo, em alternativa ao privilégio dos ajustes fiscais, se desenvolveram políticas sociais que melhoraram significativamente o nível de vida e diminuíram os graus de desigualdade no continente de maior desigualdade no mundo. Os mercados internos de consumo popular se ampliam e se aprofundam.

A combinação desses três elementos – diversificação do comércio internacional, com diminuição do peso do centro do capitalista e aumento importante do peso dos intercâmbios do Sul do mundo; intensificação substantiva do comércio entre os países da região; expansão, inclusive durante a crise, do mercado interno de consumo popular – fez com que os países incorporados aos processos de integração regional, resistiram muito melhor aos duros efeitos da crise e vários deles voltaram a crescer.

Por outro lado, projetos como os de alfabetização – que fizeram com que a Venezuela, a Bolívia e o Equador tenham se somado a Cuba, como os territórios livres de analfabetismo nas Américas -, de formação de várias gerações de médicos pobres no continente, pelas Escolas Latinoamericanas de Medicina, em Cuba e na Venezuela - de recuperação da visão de mais de 2 milhões de pessoas, na Operação Milagre – demonstram como a recuperação de direitos essenciais tem que se fazer na esfera pública e não na mercantil.

Os intercâmbios solidários dentro da Alba são exemplos concretos do “comércio justo”, pregado pelo FSM desde seus inícios, em espaços com critérios das possibilidades e das necessidades de cada país, em contraposição clara às normas do mercado, do livre comércio e da OMC.

Sem ir mais longe, a avaliação do FSM ter que ser feita em função das suas contribuições à construção de alternativas ao neoliberalismo, do “outro mundo possível”. Sem uma compreensão concreta da força e da abrangência da hegemonia neoliberal, assim como das condições inéditas concretas em que se constroem alternativas, o debate passaria longe da realidade concreta de luta contra o neoliberalismo.

É também indispensável compreender que esse movimento passou da fase de resistência, predominante na ultima década do século passado, e a fase de construção de alternativas. A visão da “autonomia dos movimentos sociais” teve vigência na primeira etapa, porém quando pretenderam estendê-la para a década seguinte, cometeram equívocos fundamentais. O movimento mais significativo – e que, não por acaso, se dá no processo mais importante de construção de alternativas atualmente, o de Bolívia – foi o da fundação do MAS pelos movimentos sociais bolivianos, a partir da consciência de que, depois de derrubar vários presidentes, sucessivamente, constituíram um partido, disputaram as eleições e elegeram a Evo Morales presidente do país. Retomaram laços com a esfera política, de outra forma, convocando a Assembléia Constituinte e passando à refundação do Estado boliviano.

Outros movimentos, que mantiveram a visão equivocada e corporativa da “autonomia” ou se isolaram ou praticamente desapareceram da cena política. Essa “autonomia”, se fosse – como ocorria anteriormente – em relação a políticas de subordinação de classes, tinha um sentido. Mas se se trata de autonomia em relação à política, ao Estado, à luta por uma nova hegemonia, é um conceito corporativo, adaptado às condições de resistência, mas completamente equivocado quando se trata de construir condições de construção de hegemonias alternativas.

No FSM de Belém foi possível constatar, com a presença de cinco presidentes latinoamericanos comprometidos, de formas distintas, com a construção de alternativas ao neoliberalismo, quanto avançou e tem reconhecimento da luta iniciada há 10 anos. Já o FSM decepcionou. Não foram elaboradas propostas de enfrentamento da crise econômica. Não se fizeram balanços e discussões com esses e outros governos, junto aos movimentos sociais, para discutir as contribuições que tenham e os problemas pendentes.

Em suma, ao ter ainda ONGs como protagonistas centrais, ao auto-limitar-se à esfera social, ao fechar os olhos para os governos que estão avançando em projetos de superação do neoliberalismo, ao não encarar o tema das guerras – e, com elas, do imperialismo -, o FSM foi perdendo transcendência, tornando-se um encontro para intercâmbio de experiências – concepção pregada pelas ONGs, que o tornam intranscendente.

O balanço, pelo menos na América Latina, da luta por um “outro mundo possível”, é muito positivo, ainda mais se considerarmos o entorno conservador predominante no mundo. Já o FSM, ficou girando em falso, sem capacidade de acompanhar esses avanços e os temas da hegemonia imperial no mundo, entre eles o dos epicentros de guerra imperial no mundo – Iraque, Afeganistão, Palestina, Colômbia.
fonte
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16351&boletim_id=638&componente_id=10634


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PORTO ALEGRE – FSM

Ouça a primeira reportagem da cobertura especial do FSM


Aqui você ouve a primeira reportagem da sérié que está sendo produzida em parceria Pulsar, AMARC e Aler a partir de Porto Alegre onde de hoje (25/01) a sexta-feira (24/01) é realizado o 10° Fórum Social Mundial.


http://www.brasil.agenciapulsar.org/audios_pls/5654_1.mp3




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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Reciclajem

Reciclajem

Vou passar pelo pedágio, tem lá um burburinho – e um jovem índio, com surrados calções de grife e sandálias havaianas, vem dizer que posso passar sem pagar. Estão protestando contra sabe-se lá o que, não trazem cartazes, só dançam e cantam e apitam.

Saio do carro e pergunto se posso fazer umas perguntas. Ele baixa a lança, pergunto por que usa calções de branco, me olha de viés:

– Pergunta maliçosa, branco sempre é maliçoso. Quando branco chegou no Brasil, índio usava tipatá, sabe o que é?

Explica que era um tapa-sexo de palha envolvendo o pênis.

– Mas aí a branca, mulher do branco, olhava muito o tipatá do índio, então a mandioca do índio crescia e não cabia no tipatá, o jeito foi usar calção...

Pergunto por que usam sandálias havaianas, ele diz que também é por causa dos brancos:

– Branco cobriu a terra de asfalto e cimento, chão fica quente, índio tem de usar sandália. Prefere havaiana porque é barata e charmosa. E sandália de couro não é “ecoloje”, né?

Afasta dos olhos as penas do cocar que lhe caem pelo rosto, então pergunto de que ave são as penas, ele diz que não sabe:

– Tirei de um espanador, coisa de branco. Não vou matar passarinho pra tirar pena, não é “ecoloje”.

Aponto outros índios a soprar apitos de plástico, digo que não são nada ecológicos, vão demorar séculos para decompor no ambiente. Ele diz que apito é coisa complicada:

– Música diz que índio quer apito, mentira. Índio nunca quis apito de branco, índio fazia apito de madeira muito melhor, pra cada tipo de passarinho, mas hoje nem usa mais, porque branco acabou com a mata, aí acabou passarinho. Hoje, índio usa sim apito de plástico pra protesto, porque apita forte, apito de madeira ninguém ia ouvir. E apito de plástico dura muito, passa pai pra filho.

Aponto outro índio tomando água de garrafa plástica, ele diz que isso tambémé ecoloje:

– Hoje índio também recicla plástico, lata, papel, vidro. Na reserva, índio usa filtro, que não dá pra levar pra lá e pra cá.

Pergunto se eles não temem a polícia, ele pisca esperto:

– Polícia não ergue mão pra índio com imprensa perto. Por isso índio só protesta avisando imprensa. E fechando pedágio porque ninguém gosta do pedágio, aí gostam de índio, MST ensinou. Democracia é de quem apita mais alto. Quer chiclete?

Recuso o chiclete, ele enfia na boca, masca e sorri:

– Chiclete é a primeira melhor invenção de branco. A segunda melhor é garrafa térmica. Não precisa fazer fogueira, é só levar garrafa e pronto, índio tem café, tem chá quente. Quer chá?

Aceito, e ele pega caneca de lata pendurada no cinto de corda, enche, tomo e reconheço, ele confirma:

– É chá de anis, sim. Índio também gosta de coisa fina. Já foi tempo que índio gostava de bugiganga.

Volta a dançar e apitar, e volto para o carro pensando que vivemos mesmo um tempo de reciclagem, até índio tá reciclando dos pésà cabeça, ou melhor, das havaianas ao espanador.
fonte
www.sitioterravermelha.com.br





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domingo, 24 de janeiro de 2010

Gillian Cooke mostra o que não devia - traje rasgou em um lugar nada discreto - videos



A britânica Gillian Cooke estava pronta e concentrada para descer a montanha. Com seu trenó do bobsled, todo o cuidado é pouco para deslizar no gelo a velocidades de mais de 130 km/h. Mas, a prova foi secundária no último dia 16 de janeiro, em etapa realizada na Suíça. Isto porque a competidora pagou um verdadeiro mico antes de iniciar a prova: em um alongamento um pouco mais amplo seu traje da Adidas, se rasgou em um lugar nada discreto. Confira os vídeos abaixo e veja por si mesmo: 2 versões :











10 mandamentos para cada religião


Quais os 10 mandamentos para cada religião?
por Texto Daniel Schneider

De acordo com a tradição judaico-cristã, os 10 mandamentos foram escritos por Deus em duas lajes de pedra entregues a Moisés no topo do monte Sinai. O Senhor não escreveu em linhas tortas, mas quase: o texto original está em hebraico clássico, idioma sem pontuação nem divisões rígidas entre as frases. Cabe ao tradutor decidir onde as sentenças começam e terminam, daí a origem das diferentes versões para cada religião.

Na própria Bíblia, os 10 mandamentos aparecem de forma ligeiramente diferente (confira em Êxodo 20:2-17 e Deuteronômio 5:6-21). Mas a confusão intencional não provoca diferença significativa: o conteúdo é reagrupado, mas mantém as idéias originais.



Perdidos na tradução
As reinterpretações dos 10 mandamentos ao longo da história


Judaísmo - século 10 a.C.

1. Eu sou o Senhor teu Deus

2. Não ter outros deuses. Não adorar ídolos

3. Não usar o nome de Deus em vão

4. Manter sagrado o dia do senhor

5. Honrar pai e mãe

6. Não assassinar

7. Não cometer adultério

8. Não roubar

9. Não prestar falso testemunho

10. Não cobiçar a casa do próximo. Não cobiçar a mulher do próximo




Ortodoxos - século 11 d.C.

1. Eu sou o Senhor teu Deus. Não ter outros deuses

2. Não adorar ídolos

3. Não usar o nome de Deus em vão

4. Manter sagrado o dia do senhor

5. Honrar pai e mãe

6. Não assassinar

7. Não cometer adultério

8. Não roubar

9. Não prestar falso testemunho

10. Não cobiçar a casa do próximo. Não cobiçar a mulher do próximo




Católicos - século 4 d.C.

1. Eu sou o Senhor teu Deus. Não ter outros deuses. Não adorar ídolos

2. Não usar o nome de Deus em vão

3. Manter sagrado o dia do senhor

4. Honrar pai e mãe

5. Não assassinar

6. Não cometer adultério

7. Não roubar

8. Não prestar falso testemunho

9. Não cobiçar a casa do próximo

10. Não cobiçar a mulher do próximo




Protestantes - século 16 d.C.

Introdução - Eu sou o Senhor teu Deus

1. Não ter outros deuses

2. Não adorar ídolos

3. Não usar o nome de Deus em vão

4. Manter sagrado o dia do senhor

5. Honrar pai e mãe

6. Não assassinar

7. Não cometer adultério

8 Não roubar

9. Não prestar falso testemunho

10. Não cobiçar a casa do próximo. Não cobiçar a mulher do próximo








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