segunda-feira, 31 de maio de 2010

Brasília e Fortaleza inauguram seus bancos público de sangue de cordão umbilical

Brasília e Fortaleza inauguram seus bancos

No dia 1º de junho será inaugurado em Brasília mais um banco público de sangue de cordão umbilical e placentário do projeto de expansão da Rede Brasileira de Bancos de Cordão Umbilical e Placentário (BrasilCord). No dia 8, será a vez de começar as atividades na unidade de Fortaleza. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou presença neste evento. Com os dois novos bancos, o Brasil passará a ter oito unidades como essa e, até 2011, mais cinco serão inauguradas.

As novas unidades possuem, cada uma, capacidade de armazenamento de 3.600 bolsas de sangue de cordão, material rico em células-tronco que pode ser usado em tratamentos de pacientes com necessidade de transplante de medula óssea. O investimento médio em cada banco foi de R$ 3,5 milhões. Os recursos foram provenientes do BNDES. A iniciativa é do Instituto Nacional de Câncer, sob coordenação do Ministério da Saúde, e da Fundação do Câncer que cuida do gerenciamento logístico do projeto de expansão.

Nas inaugurações estão previstas as presenças de diversas autoridades como o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, do diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini, o presidente do Conselho de Curadores da Fundação do Câncer, Marcos Moraes, e o supervisor de projetos, Marson Rebuzzi. Haverá ainda a presença dos governadores e dos secretários de Saúde dos respectivos estados: no Pará, Ana Júlia de Vasconcelos Carepa e Maria Sílvia Martins Comarú Leal; no Ceará, Cid Ferreira Gomes estará ao lado de Arruda Bastos; e, no Distrito Federal, Rogério Rosso e Joaquim Carlos da Silva Barros Neto.

A próxima etapa dos dois novos bancos é a acreditação que vai certificar a existência dos melhores procedimentos médicos destas unidades.



Sobre a Rede BrasilCord



A expansão daRede BrasilCord consiste na construção de oito novos bancos públicos de sangue de cordão umbilical e placentário. Trata-se de um projeto de R$ 31,5 milhões gerenciado pela Fundação do Câncer, com a consultoria técnica do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que é a instituição responsável pela coordenação da Rede, e financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os novos bancos estão localizados no Pará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal. O objetivo é armazenar cerca de 60.000 cordões nos 13 bancos da Rede, número considerado ideal para, juntamente com os doadores voluntários de medula óssea, suprir a demanda de transplantes no Brasil.

A doação do cordão umbilical do recém-nascido para um banco público é voluntária e autorizada pela mãe do bebê. As unidades armazenadas ficam disponíveis para qualquer pessoa que precise de transplante de medula óssea, indicação para pacientes com leucemia e outras doenças do sangue. Quanto mais cordões armazenados, maior a quantidade de pessoas que podem ser beneficiadas.
fonte
http://www.fundacaodocancer.org.br/noticias-ver.php?cod=22&bsc=





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