terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

78 escolas federais de educação profissional inaguradas por LULA hoje .. 01-02-2010

78 escolas federais de educação profissional
INAUGURADAS HOJE 01-02-2010

Jornal Nacional sem noção

Não vou nem criticar o Jornal Nacional, da TV Globo, por ter censurado a pesquisa CNT/Sensus, porque Dilma aparece no encalço de Serra. Isso era previsível, vindo da Globo, porque ela já censurou outras pesquisas antes.

Jornalismo hediondo

Mas a omissão da notícia da inauguração simultânea de 78 novas escolas técnicas federais é coisa de um jornalismo hediondo.

Educação é uma política de Estado, nem é de governo. A Globo vive falando em educação da boca para fora, mas quando há um investimento maciço desse, ela esconde.

Inaugurar 78 escolas públicas e gratuitas simultaneamente, em 78 cidades diferentes, de todas as regiões do Brasil, é fato mais do que jornalístico, é um fato histórico, e de interesse nacional, de todo o Brasil, dada a abrangência.

Estas escolas, o governo Lula tem o mérito de ter feito e viabilizado, mas pertence ao povo brasileiro de várias gerações, do presente e do futuro.

Jornalismo sem noção

Havia duas cerimônias públicas externas com a presença do presidente Lula, na segunda-feira. Uma era praticamente burocrática: abertura do ano judiciário no STF. Outra é daqueles marcos históricos para 78 cidades: inauguração de escola com ensino de alta qualidade.

O Jornal Nacional escolheu noticiar a cerimônia burocrática, e escondeu a principal notícia. Perdeu a noção de realidade.

Nesta segunda-feira o presidente Lula inaugurou, simultaneamente, de uma única vez, 78 escolas federais de educação profissional, que entram em atividade neste ano.

Com isso, completa-se 141 destas escolas abertas em seu governo.

Antes de haviam 140 destas escola, desde a primeira inaugurada em 1909. Portanto o número já duplicou.

Outras 99 unidades estão em obras e devem ficar prontas até o final deste ano, elevando o número para 380 em atividade no ano que vem, que oferecerão mais de 500 mil vagas.

O presidente em seu discurso diz que a educação entrou definitivamente na pauta de reivindicações do povo, porque toda cidade quer ter sua escola técnica profissional.
Assista o video:


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou nesta segunda-feira os índices de aprovação de seu governo e o crescimento da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em listas de intenção de votos. Ele disse que os resultados divulgados pela pesquisa do Instituto Sensus encomendado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) demonstram que os brasileiros percebem as benfeitorias de seus atuais sete anos de governo. No primeiro dia de trabalho após ter tido uma crise de hipertensão e ter se afastado do trabalho por quatro dias, Lula afirmou que, diante das perspectivas positivas mostradas no levantamento CNT/Sensus, "não há pressão que consiga subir".

"Não há pressão que consiga subir com a pesquisa de hoje, (a pesquisa está) mostrando que as pessoas estão compreendendo o que está acontecendo aqui no Brasil", disse Lula, bem humorado. Normalmente o presidente evita tecer qualquer comentário público sobre pesquisas de opinião
. A pesquisa CNT/Sensus registrou em sua 100º edição avaliação positiva de 71,4% para o governo Lula e desempenho pessoal do presidente na casa de 81,7%.

O levantamento aponta ainda que a ministra-chefe da Casa Civil subiu na pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República e chegou a um empate técnico com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). No principal cenário, Dilma alcança 27,8% da preferência em janeiro, contra 33,2% de Serra. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ficou com 11,9% e a senadora Marina Silva (PV-AC) tem 6,8%.

Em novembro do ano passado, na última edição da pesquisa do Instituto Sensus, Serra tinha 31,8% das intenções, Dilma ficava com 23,5% e Ciro Gomes, com 17,5% dos possíveis votos.

Sem citar nominalmente a ministra da Casa Civil, o presidente disse que o futuro presidente do Brasil, eleito a partir de outubro, tem a obrigação de fazer uma melhor gestão que a dele. "Sem nenhuma falta modéstia, Deus queira que eu seja um paradigma daqui pra frente. Quem vier governar depois de mim não pode governar pior que eu", disse Lula, defendendo, entre outros objetivos de seu governo, a ampliação do programa Bolsa Família e o controle da inflação.

Independentemente do ano eleitoral e do risco de o Poder Judiciário barrar atividades do governo por as interpretar eleitoreiras, o presidente disse que pretende "correr" com os projetos do governo e concluir ainda mais programas. "Temos que correr para fazer mais. (Em relação à) A máquina, aprendemos nesses oito anos, que todas as dificuldades foram superadas. Daqui para a frente tendência é a gente fazer com mais facilidade e fazer muito mais", disse.




0 comentários: