Escândalo Mensalão de Brasilia ( GRANA NAS MEIAS )- Veja novas imagens ( VIDEO ) do esquema de corrupção investigado no DF.
Políticos do Distrito Federal aparecem recebendo dinheiro vivo de origem supostamente ilegal. O escândalo, que está sendo chamado de 'mensalão de Brasília', pode levar ao impeachment do governador.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Presidente da Câmara Distrital esconde dinheiro na meia
Presidente da Câmara Distrital esconde dinheiro na meia
Em vídeo obtido pela reportagem do iG, o presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente (DEM), recebe dinheiro vivo do esquema de propina montado no governo do Distrito Federal. A imagem mais impressionante revela ele escondendo maços de dinheiro na meia. Veja o vídeo:
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/29/presidente+da+camara+distrital+esconde+dinheiro+na+meia+9186656.html
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bah che,
o cara quase errou, tava colocando o maço de grana na manga do paleto,
faltou um bonê, chapeu..................
será que merecemos isto ?????????????
Proteja-se contra golpes online e fraudes na internet, roubos, neste BLOG, varias informações,
a fim de que menos pessoas sejam prejudicadas. COLABORE CONOSCO - DENUNCIE sem medo !
acesse: http://roubosonline.blogspot.com/
Em vídeo obtido pela reportagem do iG, o presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente (DEM), recebe dinheiro vivo do esquema de propina montado no governo do Distrito Federal. A imagem mais impressionante revela ele escondendo maços de dinheiro na meia. Veja o vídeo:
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/29/presidente+da+camara+distrital+esconde+dinheiro+na+meia+9186656.html
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domingo, 29 de novembro de 2009
Vaticano ignora investigação sobre abusos de crianças
Vaticano ignora investigação sobre abusos de crianças
Lendo no site SAPO de PORTUGAL, endereço abaixo:
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1433262&seccao=Europa
sobre casos de pedofilia cometidos por 46 padres da Arquidiocese de Dublim, entre 1975 e 2004, fico extremamente triste, pois tais PRATICAS são abominável em qualquer local e por qualquer pessoa.
Que DEUS ilumine os "superiores" destes padres, para que nunca mais aconteçam estas aberrações.
Acredito que todos e todas estamos muito desapontados por estes péssimos exemplos de "seres humanos", para não falar o que sentimos em nossos corações de cristão.
Lendo no site SAPO de PORTUGAL, endereço abaixo:
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sobre casos de pedofilia cometidos por 46 padres da Arquidiocese de Dublim, entre 1975 e 2004, fico extremamente triste, pois tais PRATICAS são abominável em qualquer local e por qualquer pessoa.
Que DEUS ilumine os "superiores" destes padres, para que nunca mais aconteçam estas aberrações.
Acredito que todos e todas estamos muito desapontados por estes péssimos exemplos de "seres humanos", para não falar o que sentimos em nossos corações de cristão.
SERRA lutou pela privatização da Vale -VIDEO
FHC sobre a privatização da Vale - Veja.com
Você sente no bolso a crise anunciada diariamente na TV e jornais?
Trabalhe em casa pelo seu computador. 100% pela internet!
GRÁTIS!
acesse:
http://ganheporatividade.n155.net/gpa?user=5591
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Vídeo 2: assessor de Arruda guarda maços de dinheiro em pasta
Assessor de imprensa do governador José Roberto Arruda (DEM), recebendo “mais de R$ 100 mil, acondicionando o dinheiro em uma pasta preta"
veja MAIS sobre a ................ e o video em :
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/28/video+mostra+assessor+de+arruda+recebendo+dinheiro+9185955.htm
veja MAIS sobre a ................ e o video em :
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Lula, o filho do Brasil (Trailer Oficial) video
Lula, o filho do Brasil
é um filme biográfico baseado na trajetória do atual
presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.
Dirigido por Fábio Barreto, cineasta indicado ao Oscar por O Quatrilho, o filme está previsto para estrear em todo subcontinente sul-americano no início de 2010.
Tem como atriz principal a queridinha do Brasil, Glória Pires e ainda sua filha Cléo Pires.
Lula, o filho do Brasil (Trailer Oficial)
é um filme biográfico baseado na trajetória do atual
presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.
Dirigido por Fábio Barreto, cineasta indicado ao Oscar por O Quatrilho, o filme está previsto para estrear em todo subcontinente sul-americano no início de 2010.
Tem como atriz principal a queridinha do Brasil, Glória Pires e ainda sua filha Cléo Pires.
Lula, o filho do Brasil (Trailer Oficial)
sábado, 28 de novembro de 2009
45 escândalos que marcaram o governo FHC
O Brasil não esquecerá
45 escândalos que marcaram o governo FHC
O documento "O Brasil não esquecerá - 45 escândalos que marcaram o governo FHC", de julho de 2002, é um trabalho da Liderança do PT na Câmara Federal de Deputados.
O objetivo do levantamento de ações e omissões dos últimos sete anos e meio do governo FHC, segundo o então líder do PT, deputado João Paulo (SP), não é fazer denúncia, chantagem ou ataque. "Estamos fazendo um balanço ético para que a avaliação da sociedade não se restrinja às questões econômicas", argumentou. Entres os 45 pontos estão os casos Sudam, Sivam, Proer, caixa-dois de campanhas, TRT paulista, calote no Fundef, mudanças na CLT, intervenção na Previ e erros do Banco Central. A intenção da Revista Consciência.Net em divulgar tal documento não é apagar ou minimizar os erros do governo que se seguiu, mas urge deixar este passado obscuro bem registrado. Leia a seguir:
Itinerário de um desastre
Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixará uma pesada herança para seu sucessor.
A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.
Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Esse ano, para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.
O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.
Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.
Deputado João Paulo Cunha
Líder do PT
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1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.
2 - O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
5 - Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
6 - A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
7 - Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
8 - TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.
9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
10 - O "caladão"
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
11 - Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.
12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
13 - Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
15 - O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.
16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.
17 - Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
18 - Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.
20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.
22 - Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
24 - Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.
25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.
27 - O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.
28 - Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.
29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.
30 - Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.
31 - Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.
32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
33 - Crescimento pífio do PIB
Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.
34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.
35 - Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.
36 - Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.
37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.
38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 - Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.
40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.
41 - Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.
42 – Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.
43 – Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.
44 – Intervenção na Previ
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.
45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.
FONTE
http://www.consciencia.net/corrupcao/documentos/fhc-45escandalos.html
45 escândalos que marcaram o governo FHC
O documento "O Brasil não esquecerá - 45 escândalos que marcaram o governo FHC", de julho de 2002, é um trabalho da Liderança do PT na Câmara Federal de Deputados.
O objetivo do levantamento de ações e omissões dos últimos sete anos e meio do governo FHC, segundo o então líder do PT, deputado João Paulo (SP), não é fazer denúncia, chantagem ou ataque. "Estamos fazendo um balanço ético para que a avaliação da sociedade não se restrinja às questões econômicas", argumentou. Entres os 45 pontos estão os casos Sudam, Sivam, Proer, caixa-dois de campanhas, TRT paulista, calote no Fundef, mudanças na CLT, intervenção na Previ e erros do Banco Central. A intenção da Revista Consciência.Net em divulgar tal documento não é apagar ou minimizar os erros do governo que se seguiu, mas urge deixar este passado obscuro bem registrado. Leia a seguir:
Itinerário de um desastre
Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixará uma pesada herança para seu sucessor.
A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.
Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Esse ano, para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.
O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.
Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.
Deputado João Paulo Cunha
Líder do PT
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1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.
2 - O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
5 - Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
6 - A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
7 - Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
8 - TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.
9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
10 - O "caladão"
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
11 - Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.
12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
13 - Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
15 - O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.
16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.
17 - Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
18 - Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.
20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.
22 - Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
24 - Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.
25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.
27 - O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.
28 - Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.
29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.
30 - Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.
31 - Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.
32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
33 - Crescimento pífio do PIB
Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.
34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.
35 - Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.
36 - Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.
37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.
38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 - Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.
40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.
41 - Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.
42 – Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.
43 – Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.
44 – Intervenção na Previ
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.
45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.
FONTE
http://www.consciencia.net/corrupcao/documentos/fhc-45escandalos.html
Polícia Federal estoura mensalão dos demos. O que dirá o Heráclito? O Agripino? O Rodrigo? O Kassab?
Polícia Federal estoura mensalão dos demos. O que dirá o Heráclito? O Agripino? O Rodrigo? O Kassab?
Por sugesão do amigo navegante William, veja o que saiu no Correioweb http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/11/27/cidades,i=157513/PF+INVESTIGA+SUPOSTA+DISTRIBUICAO+DE+RECURSOS+ILEGAIS+A+BASE+ALIADA+DO+GDF.shtml:
PF investiga suposta distribuição de recursos ilegais à base aliada do GDF
A Polícia Federal investiga a suposta distribuição de recursos ilegais à base aliada do Governo do Distrito Federal. As investigações tiveram o apoio do secretário de Relações Institucionais do GDF e ex-delegado da Policia Civil, Durval Barbosa, que aceitou colaborar em troca de uma punição mais branda em outro caso de corrupção, revelado pela Operação Megabyte, ainda na gestão de Joaquim Roriz. Barbosa está envolvido, ainda, em outros escândalos, como o suposto desvio de recursos públicos do Instituto Candango de Solidariedade (ICS).
Segundo despacho do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ex-secretário aceitou que fossem instalados em suas roupas equipamentos de escuta ambiental. Em função disso, foi aberta a ele a participação no programa de proteção de testemunhas da Polícia Federal.
De acordo com o STJ, uma quantia de R$ 400 mil teria sido entregue pelo governador José Roberto Arruda para Barbosa, em 21 de outubro de 2008, a fim de que fosse repassada ao chefe da Casa Civil do GDF, José Geraldo Maciel. De lá, ainda de acordo com o despacho, o dinheiro “seria dissipado em diversos pagamentos menores a pessoas ainda não identificadas”. Outros R$ 200 mil teriam o mesmo destino.
FONTE
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=23229
Por sugesão do amigo navegante William, veja o que saiu no Correioweb http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/11/27/cidades,i=157513/PF+INVESTIGA+SUPOSTA+DISTRIBUICAO+DE+RECURSOS+ILEGAIS+A+BASE+ALIADA+DO+GDF.shtml:
PF investiga suposta distribuição de recursos ilegais à base aliada do GDF
A Polícia Federal investiga a suposta distribuição de recursos ilegais à base aliada do Governo do Distrito Federal. As investigações tiveram o apoio do secretário de Relações Institucionais do GDF e ex-delegado da Policia Civil, Durval Barbosa, que aceitou colaborar em troca de uma punição mais branda em outro caso de corrupção, revelado pela Operação Megabyte, ainda na gestão de Joaquim Roriz. Barbosa está envolvido, ainda, em outros escândalos, como o suposto desvio de recursos públicos do Instituto Candango de Solidariedade (ICS).
Segundo despacho do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ex-secretário aceitou que fossem instalados em suas roupas equipamentos de escuta ambiental. Em função disso, foi aberta a ele a participação no programa de proteção de testemunhas da Polícia Federal.
De acordo com o STJ, uma quantia de R$ 400 mil teria sido entregue pelo governador José Roberto Arruda para Barbosa, em 21 de outubro de 2008, a fim de que fosse repassada ao chefe da Casa Civil do GDF, José Geraldo Maciel. De lá, ainda de acordo com o despacho, o dinheiro “seria dissipado em diversos pagamentos menores a pessoas ainda não identificadas”. Outros R$ 200 mil teriam o mesmo destino.
FONTE
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=23229
mensalão dos Demos de Brasília - VEJA O VIDEO
O DEM, não é aquele da
senadora Kátia Abreu (DEM- TO), que não gosta do MST, que lutou pela criação da CPI do MST ????????????
Aqui se faz, aqui se paga num piscar de olhos,
e agora teremos CPI sobre o mensalão dos Demos de Brasília ?????
______________________________
Arruda, o do mensalão dos Demos, fugiu do Senado como líder do FHC
O noticiário sobre o mensalão dos Demos de Brasília
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=23229
parece menosprezar circunstância muito interessante.
José Roberto Arruda teve que renunciar ao cargo de Senador, porque violou o painel eletrônico de votos do Senado em conluio com o então presidente da casa, Antonio Carlos Magalhães, que também por isso renunciou.
Naquele momento, Arruda era exuberante líder do Governo FHC no Senado.
Foi nessa condição que lutou com bravura para prorrogar a CPMF do FHC, a mesma CPMF que, depois, FHC, com a ajuda de Arthur Virgílio Cardoso, derrubou no Senado e tirou o remédio da boca das criancinhas:
reprodução
Leia mais sobre as ligações entre FHC e chefe do mensalão dos Demos em Brasilia:
E
– Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra (*) e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.
fonte Conversa Afiada
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=23259
VEJAM O VIDEO
Teste - Administração do Tempo
Teste - Administração do Tempo
Perda de tempo é falta de planejamento - Com organização, profissional ganha qualidade de vida!
Reuniões sem objetivos claros, telefonemas muito longos, dificuldade de delegar funções e acessos à Internet desnecessários são algumas das tarefas diárias em que os profissionais mais desperdiçam tempo. Vice-presidente nacional da Associação Brasileira de Qualidade de Vida, Alberto Ogata afirma que o estresse da maioria dos profissionais é oriundo da falta de planejamento das tarefas.
- Atualmente, o grande desafio das pessoas é conseguir conciliar o lado profissional com o pessoal. E é justamente este desequilíbrio uma das maiores causas da falta de qualidade de vida - comenta Ogata. Segundo ele, a frustração pelo não cumprimento das tarefas gera estresse e implicações na saúde, como problemas físico, emocional e até psíquicos.
Advogado e sócio de dois escritórios, Sérgio Araújo aprendeu a otimizar seu tempo e afirma que atualmente, a esposa e os dois filhos também têm uma melhor qualidade de vida. "Eu não tinha tempo porque julgava que tudo era importante. Isso pode até ser verdade, mas existem prioridades", afirma.
Consultora organizacional e professora do curso Administração do tempo e qualidade de vida, Branca Maria Sampaio da Silva explica que o problema enfrentado pelo advogado é mais comum do que se imagina.
- Em geral, os profissionais não sabem delegar funções e listar prioridades.
Alguns julgam que tudo é importante a acabam não fazendo nada. Outros, trabalham apenas sobre pressão, executando as tarefas na última hora, quando poderiam ter feito com antecedência e sem estresse - explica Branca.
Reuniões mais curtas e mais objetivas! Com planejamento, Araújo diz que passou a economizar cerca de três horas semanais apenas em reuniões. Segundo ele, anteriormente, os encontros com sócios e funcionários duravam pelo menos uma hora. "Agora, elas se estendem por cerca de 15 minutos, sem perda de qualidade. Pelo contrário, com os objetivos previamente traçados, ganhamos em produtividade", conta.
Araújo mantém ainda o que chama de "agenda verdadeira", onde são feitos planejamentos diários e semanais. Anteriormente, anotava seus compromissos sabendo que não seriam cumpridos.
Outra fonte de desperdício do advogado era o telefone, onde gastava pelo menos 15 minutos em ligações simples. "Me estendia muito e não era objetivo.
Hoje, faço a mesma ligação, tratando dos mesmos assuntos em cerca de três minutos. E isso não acarretou perda de qualidade".
Outro profissional que conseguiu otimizar seu tempo através do planejamento é o funcionário público Sérgio Cosendey Val. "Antes, eu achava que era totalmente organizado, quando era justamente o oposto", lembra. Responsável pelo gerenciamento de quase 200 pessoas, Val conta que gasta 30% menos tempo para desempenhar as mesmas funções. Segundo ele, o resultado é fruto de uma organização verdadeira.
- Eu chegava a cancelar cerca de 50% das tarefas que achava que tinha que fazer. Agora, com o planejamento diário, aumentei minha qualidade de vida, dos meus funcionários e também da minha família - conta o funcionário público, de 53 anos e pai de dois filhos.
Além de benefícios no trabalho, Val colhe também frutos da sua recente organização no orçamento doméstico. "O planejamento do trabalho passou para o lar. Tenho planilhas com as quais controlo os gastos com compras e combustível. Depois disso, a despesa do carro diminuiu 25% e a da casa, 20%", comemora.
Apesar da falta de organização ser uma das principais fontes de desperdício de tempo, a consultora Branca alerta para os excessos. "O profissional não pode ser inflexível. É preciso saber que muitas tarefas não acontecem conforme previsto e isso também não pode ser um gerador de estresse", alerta.
Você sabe usar o seu tempo?
1. Passo boa parte do meu tempo "quebrando galhos" urgentes.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
2. Quando dou uma informação, falo tudo nos mínimos detalhes.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
3. Quando há riscos envolvidos, prefiro que outros tomem as decisões.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
4. Só delego trabalhos rotineiros e sem grande responsabilidade.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
5. Para mim é difícil distiguir a diferença entre o que é urgente e o que
é prioritário.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
6. Prefiro resolver tudo na hora ao invés de planejar.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
7. Controlo tudo para que nada saia errado.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
8. Na minha empresa sou "pau para toda obra".
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
RESULTADOS
Nenhuma questão assinalada "Quase sempre" e "Sempre": Há indícios que de que você usa bem o seu tempo e tem boa qualidade de vida.
De uma a três questões assinaladas "Quase sempre" e "Sempre": Atenção! Você precisa se aprofundar no diagnóstico do uso do tempo. Há indícios de que sua qualidade de vida com foco no uso do tempo está comprometida.
De quatro a sete questões assinaladas "Quase sempre" e "Sempre": Indica que sua qualidade de vida com foco no uso do tempo está significativamente comprometida.
Todas as questões assinaladas "Quase sempre" e "Sempre": Indica que você está correndo risco de ficar estressado.
(Fonte: Consultora Branca Maria Sampaio da Silva)
Perda de tempo é falta de planejamento - Com organização, profissional ganha qualidade de vida!
Reuniões sem objetivos claros, telefonemas muito longos, dificuldade de delegar funções e acessos à Internet desnecessários são algumas das tarefas diárias em que os profissionais mais desperdiçam tempo. Vice-presidente nacional da Associação Brasileira de Qualidade de Vida, Alberto Ogata afirma que o estresse da maioria dos profissionais é oriundo da falta de planejamento das tarefas.
- Atualmente, o grande desafio das pessoas é conseguir conciliar o lado profissional com o pessoal. E é justamente este desequilíbrio uma das maiores causas da falta de qualidade de vida - comenta Ogata. Segundo ele, a frustração pelo não cumprimento das tarefas gera estresse e implicações na saúde, como problemas físico, emocional e até psíquicos.
Advogado e sócio de dois escritórios, Sérgio Araújo aprendeu a otimizar seu tempo e afirma que atualmente, a esposa e os dois filhos também têm uma melhor qualidade de vida. "Eu não tinha tempo porque julgava que tudo era importante. Isso pode até ser verdade, mas existem prioridades", afirma.
Consultora organizacional e professora do curso Administração do tempo e qualidade de vida, Branca Maria Sampaio da Silva explica que o problema enfrentado pelo advogado é mais comum do que se imagina.
- Em geral, os profissionais não sabem delegar funções e listar prioridades.
Alguns julgam que tudo é importante a acabam não fazendo nada. Outros, trabalham apenas sobre pressão, executando as tarefas na última hora, quando poderiam ter feito com antecedência e sem estresse - explica Branca.
Reuniões mais curtas e mais objetivas! Com planejamento, Araújo diz que passou a economizar cerca de três horas semanais apenas em reuniões. Segundo ele, anteriormente, os encontros com sócios e funcionários duravam pelo menos uma hora. "Agora, elas se estendem por cerca de 15 minutos, sem perda de qualidade. Pelo contrário, com os objetivos previamente traçados, ganhamos em produtividade", conta.
Araújo mantém ainda o que chama de "agenda verdadeira", onde são feitos planejamentos diários e semanais. Anteriormente, anotava seus compromissos sabendo que não seriam cumpridos.
Outra fonte de desperdício do advogado era o telefone, onde gastava pelo menos 15 minutos em ligações simples. "Me estendia muito e não era objetivo.
Hoje, faço a mesma ligação, tratando dos mesmos assuntos em cerca de três minutos. E isso não acarretou perda de qualidade".
Outro profissional que conseguiu otimizar seu tempo através do planejamento é o funcionário público Sérgio Cosendey Val. "Antes, eu achava que era totalmente organizado, quando era justamente o oposto", lembra. Responsável pelo gerenciamento de quase 200 pessoas, Val conta que gasta 30% menos tempo para desempenhar as mesmas funções. Segundo ele, o resultado é fruto de uma organização verdadeira.
- Eu chegava a cancelar cerca de 50% das tarefas que achava que tinha que fazer. Agora, com o planejamento diário, aumentei minha qualidade de vida, dos meus funcionários e também da minha família - conta o funcionário público, de 53 anos e pai de dois filhos.
Além de benefícios no trabalho, Val colhe também frutos da sua recente organização no orçamento doméstico. "O planejamento do trabalho passou para o lar. Tenho planilhas com as quais controlo os gastos com compras e combustível. Depois disso, a despesa do carro diminuiu 25% e a da casa, 20%", comemora.
Apesar da falta de organização ser uma das principais fontes de desperdício de tempo, a consultora Branca alerta para os excessos. "O profissional não pode ser inflexível. É preciso saber que muitas tarefas não acontecem conforme previsto e isso também não pode ser um gerador de estresse", alerta.
Você sabe usar o seu tempo?
1. Passo boa parte do meu tempo "quebrando galhos" urgentes.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
2. Quando dou uma informação, falo tudo nos mínimos detalhes.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
3. Quando há riscos envolvidos, prefiro que outros tomem as decisões.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
4. Só delego trabalhos rotineiros e sem grande responsabilidade.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
5. Para mim é difícil distiguir a diferença entre o que é urgente e o que
é prioritário.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
6. Prefiro resolver tudo na hora ao invés de planejar.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
7. Controlo tudo para que nada saia errado.
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
8. Na minha empresa sou "pau para toda obra".
( ) Nunca ( ) Raramente ( ) Quase sempre ( ) Sempre
RESULTADOS
Nenhuma questão assinalada "Quase sempre" e "Sempre": Há indícios que de que você usa bem o seu tempo e tem boa qualidade de vida.
De uma a três questões assinaladas "Quase sempre" e "Sempre": Atenção! Você precisa se aprofundar no diagnóstico do uso do tempo. Há indícios de que sua qualidade de vida com foco no uso do tempo está comprometida.
De quatro a sete questões assinaladas "Quase sempre" e "Sempre": Indica que sua qualidade de vida com foco no uso do tempo está significativamente comprometida.
Todas as questões assinaladas "Quase sempre" e "Sempre": Indica que você está correndo risco de ficar estressado.
(Fonte: Consultora Branca Maria Sampaio da Silva)
10 coisas que você não deve fazer em uma entrevista de emprego
10 coisas que você não deve fazer em uma entrevista de emprego
Mais um vídeo de Michael Kessler, o alemão, ensinando 10 coisas que você não deve fazer durante uma entrevista de emprego!
Mais um vídeo de Michael Kessler, o alemão, ensinando 10 coisas que você não deve fazer durante uma entrevista de emprego!
Eu bebo sim, e estou vivendo - Elza Soares VIDEO - LETRA
Eu bebo sim, estou vivendo, tem gente que nao bebe e ta morrendo...
Elza Soares e Monobloco.
"Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Tem gente que já tá com o pé na cova
Não bebeu e isso prova que a bebida não faz mal
Uma pro santo, desce o choro a saidera
Desce toda a prateleira
Diz que a vida tá legal
Eu bebo sim, eu to vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Tem gente que detesta um pileque
Diz que é coisa de moleque, cafajeste ou coisa assim
Mas essa gente quando tá com a cara cheia
Vira chave de cadeia, e esvazia o botequim
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Bebida, não faz mal a ninguém
Água faz mal à saúde
Bebida, não faz mal a ninguém
Água faz mal à saúde"
Elza Soares e Monobloco.
"Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Tem gente que já tá com o pé na cova
Não bebeu e isso prova que a bebida não faz mal
Uma pro santo, desce o choro a saidera
Desce toda a prateleira
Diz que a vida tá legal
Eu bebo sim, eu to vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Tem gente que detesta um pileque
Diz que é coisa de moleque, cafajeste ou coisa assim
Mas essa gente quando tá com a cara cheia
Vira chave de cadeia, e esvazia o botequim
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Eu bebo sim, e estou vivendo
Tem gente que não bebe e está morrendo
Bebida, não faz mal a ninguém
Água faz mal à saúde
Bebida, não faz mal a ninguém
Água faz mal à saúde"
Como evitar acidentes domésticos VIDEO
Como evitar acidentes domésticos VIDEO
Virgula.com
RIR AINDA É O MELHOR REMÉDIO
http://www.freewebs.com/rir10/
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RIR AINDA É O MELHOR REMÉDIO
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Fumantes da região Sul gastavam, em média, quase R$ 100 por mês com cigarros
Fumantes da região Sul gastavam, em média, quase R$ 100 por mês com cigarros
Os bares, botequins e restaurantes eram os locais mais utilizados para compra de cigarros industrializados no Brasil, citados por 53,8% dos fumantes. Também foram citados com frequência os supermercados, mercadinhos e mercearias (21,7%) e as padarias e lanchonetes (14,8%).
Em média, os fumantes de cigarros industrializados gastavam R$ 78,43 por mês com cigarros. Os homens (R$ 89,27) gastavam mais que as mulheres (R$ 62,80). Regionalmente, os menores valores foram informados no Norte (R$ 59,97) e Nordeste (R$ 59,14), e o maior, no Sul (R$ 98,99). O Sudeste teve gasto médio de R$ 78,39 por mês, e o Centro-Oeste, de R$ 93,42.
As propagandas de cigarro em pontos de venda eram percebidas por 31,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 38,2% entre os fumantes e 29,9% entre os não fumantes. Regionalmente, esse tipo de propaganda era menos percebido no Norte do país (por 18,0% das pessoas de 15 anos ou mais); enquanto no Sudeste ele atingia 35,2% e no Sul, 35,4%.
Propagandas em locais diferentes dos pontos de venda ou em eventos esportivos foram observadas por 21,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 20,1% entre os fumantes e 21,5% entre os não fumantes.
Por outro lado, campanhas contra o fumo veiculadas em televisão ou rádio foram percebidas por 67,0% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, proporção que foi de 67,7% entre os fumantes e de 66,9% entre os não fumantes.
FONTE - IBGE
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1505&id_pagina=1
Os bares, botequins e restaurantes eram os locais mais utilizados para compra de cigarros industrializados no Brasil, citados por 53,8% dos fumantes. Também foram citados com frequência os supermercados, mercadinhos e mercearias (21,7%) e as padarias e lanchonetes (14,8%).
Em média, os fumantes de cigarros industrializados gastavam R$ 78,43 por mês com cigarros. Os homens (R$ 89,27) gastavam mais que as mulheres (R$ 62,80). Regionalmente, os menores valores foram informados no Norte (R$ 59,97) e Nordeste (R$ 59,14), e o maior, no Sul (R$ 98,99). O Sudeste teve gasto médio de R$ 78,39 por mês, e o Centro-Oeste, de R$ 93,42.
As propagandas de cigarro em pontos de venda eram percebidas por 31,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 38,2% entre os fumantes e 29,9% entre os não fumantes. Regionalmente, esse tipo de propaganda era menos percebido no Norte do país (por 18,0% das pessoas de 15 anos ou mais); enquanto no Sudeste ele atingia 35,2% e no Sul, 35,4%.
Propagandas em locais diferentes dos pontos de venda ou em eventos esportivos foram observadas por 21,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 20,1% entre os fumantes e 21,5% entre os não fumantes.
Por outro lado, campanhas contra o fumo veiculadas em televisão ou rádio foram percebidas por 67,0% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, proporção que foi de 67,7% entre os fumantes e de 66,9% entre os não fumantes.
FONTE - IBGE
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1505&id_pagina=1
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Líderes católicos fecharam olhos a abusos de padres irlandeses
Líderes católicos fecharam olhos a abusos de padres irlandeses
A hierarquia católica de Dublin fechou “obsessivamente” os olhos a abusos de padres sobre crianças, durante décadas, pelo menos até meados dos anos 1990, e praticou uma política de silêncio. A conclusão é de um relatório divulgad hoje, que acusa de encobrimento os arcebispos John Charles McQuaid, Dermot Ryan, Kevin McNamara e Desmond Connell, líderes da arquidiocese entre 1940 e 2004.Cathal McNaughton/Reuters
O ministro da Justiça irlandês disse sentir “repugnância e cólera”
“Todos os arcebispos de Dublin no período abrangido pela comissão estavam conscientes das queixas. Isto é também verdade para muitos dos bispos auxiliares”, refere o relatório de uma comissão liderada pela juíza Yvonne Murphy, criada para avaliar não só a forma como a Igreja, mas também o Estado, lidaram com as denúncias de abusos de crianças.
A comissão considera a expressão norte-americana "don’t ask, don’t tell" (Não perguntes, não digas nada) como a mais adequada para descrever a atitude da hierarquia da arquidiocese. Os relatos das agências e da imprensa britânica indicam que os quatro arcebispos são acusados de “não terem dito à Gardai [polícia], que estavam ao corrente de abusos sexuais a crianças” cometidos a partir dos anos de 1960. A investigação incidiu no período entre 1975 e 2004, mas reuniu dados que não se limitam a essa fase.
“A preocupação do arcebispado de Dublin na gestão dos casos de abusos sexuais sobre as crianças, pelo menos até meados dos anos 1990, foi guardar segredo, evitar o escândalo, proteger a reputação da Igreja e preservar os seus bens”, sublinha o relatório, divulgados seis meses depois de os resultados de uma outra investigação, o relatório Ryan, ter horrorizado a Irlanda, ao revelar que desde 1930, e ao longo de 60 anos, mais de duas mil crianças sofreram violações em instituições dirigidas pela Igreja.
Dos líderes da arquidiocese acusados de encobrimento, só o cardeal Desmond Connell, antigo chefe da Igreja irlandesa e arcebispo de Dublin entre 1988 e 2004, que estava em funções quando os primeiros casos foram tornados públicos, nos anos 1990, está vivo. Depois de ter seguido a política dos antecessores e optar por inquéritos internos, Connell forneceu em 1995 o nome de 17 padres suspeitos às autoridades, mas opôs-se mais tarde, sem êxito, à entrega de arquivos eclesiásticos à Justiça, recordou a BBC.
A comissão Murphy – cujo relatório, de mais de 700 páginas, assenta numa amostra dos casos de 46 dos 102 padres que, segundo o jornal Irish Times, são visados por 320 queixas – não teve dúvidas em concluir que os abusos “foram dissimulados pelo arcebispado e as outras autoridades eclesiásticas”.
“Repugnância e cólera”
Mas o Estado também não sai bem na fotografia. “As autoridades facilitaram o encobrimento ao não cumprirem as suas responsabilidades” e “o bem-estar das crianças, que devia ter sido a primeira prioridade, não foi sequer, no início, um factor tomado em consideração”. “Infelizmente, pode ter sido o importante papel que a Igreja desempenhou na vida irlandesa a razão pela qual os abusos de uma minoria dos seus membros ficaram impunes”, refere também o relatório, que denuncia o facto de a polícia ter demorado 20 anos a apresentar acusações contra um sacerdote.
Consciente de que as autoridades não cumpriram o seu papel, o ministro da Justiça, Dermot Ahern, lamentou o facto. “Quaisquer que tenham sido as razões históricas e sociais, o Governo, em nome do Estado, pede desculpas, sem reservas ou equívocos, pelas falhas”, disse.
O ministro, que exprimiu sentimentos de “repugnância e cólera”, referiu-se à “ironia cruel de uma Igreja que, motivada em parte pelo desejo de evitar o escândalo, de facto criou um outro, de uma incrível amplitude”. E classificou o relatório como um “catálogo de actos maléficos cometidos em nome do que era considerado como o bem comum”.
Algumas situações relatadas pela comissão Murphy são de gravidade semelhante a outras do relatório Ryan. É o caso de “um padre que confessou ter molestado sexualmente mais de cem crianças” e de outro que reconheceu ter abusado de menores “uma vez todas as duas semanas, durante o seu ministério, que se prolongou por mais de 25 anos”.
A primeira reacção da Igreja veio do actual arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, sucessor de Desmond Connell, que depois de entrar em funções desencadeou um inquérito interno e, há cerca de um ano, revelou que mais de 150 padres foram interrogados por alegações de abusos sexuais. Hoje, apresentou as suas “desculpas [e manifestou] tristeza e vergonha”.
Segundo a AFP, a justiça condenou já oito padres de Dublin, está a julgar três e estão em curso acções contra outros 35. A ordem dos Irmãos Cristãos, a mais visada pelo relatório divulgado há seis meses, dispôs-se entretanto a pagar 161 milhões de euros de indemnização às vítimas.
Abusos de sacerdotes sobre crianças têm sido noticiados também noutros países e abalaram a Igreja norte-americana. O Papa Bento XVI defendeu que os abusadores devem responder perante a Justiça e no ano passado, durante a sua visita aos EUA, encontrou-se com vítimas.
FONTE
http://www.publico.clix.pt/Mundo/lideres-catolicos-fecharam-olhos-a-abusos-de-padres-irlandeses_1411617
A hierarquia católica de Dublin fechou “obsessivamente” os olhos a abusos de padres sobre crianças, durante décadas, pelo menos até meados dos anos 1990, e praticou uma política de silêncio. A conclusão é de um relatório divulgad hoje, que acusa de encobrimento os arcebispos John Charles McQuaid, Dermot Ryan, Kevin McNamara e Desmond Connell, líderes da arquidiocese entre 1940 e 2004.Cathal McNaughton/Reuters
O ministro da Justiça irlandês disse sentir “repugnância e cólera”
“Todos os arcebispos de Dublin no período abrangido pela comissão estavam conscientes das queixas. Isto é também verdade para muitos dos bispos auxiliares”, refere o relatório de uma comissão liderada pela juíza Yvonne Murphy, criada para avaliar não só a forma como a Igreja, mas também o Estado, lidaram com as denúncias de abusos de crianças.
A comissão considera a expressão norte-americana "don’t ask, don’t tell" (Não perguntes, não digas nada) como a mais adequada para descrever a atitude da hierarquia da arquidiocese. Os relatos das agências e da imprensa britânica indicam que os quatro arcebispos são acusados de “não terem dito à Gardai [polícia], que estavam ao corrente de abusos sexuais a crianças” cometidos a partir dos anos de 1960. A investigação incidiu no período entre 1975 e 2004, mas reuniu dados que não se limitam a essa fase.
“A preocupação do arcebispado de Dublin na gestão dos casos de abusos sexuais sobre as crianças, pelo menos até meados dos anos 1990, foi guardar segredo, evitar o escândalo, proteger a reputação da Igreja e preservar os seus bens”, sublinha o relatório, divulgados seis meses depois de os resultados de uma outra investigação, o relatório Ryan, ter horrorizado a Irlanda, ao revelar que desde 1930, e ao longo de 60 anos, mais de duas mil crianças sofreram violações em instituições dirigidas pela Igreja.
Dos líderes da arquidiocese acusados de encobrimento, só o cardeal Desmond Connell, antigo chefe da Igreja irlandesa e arcebispo de Dublin entre 1988 e 2004, que estava em funções quando os primeiros casos foram tornados públicos, nos anos 1990, está vivo. Depois de ter seguido a política dos antecessores e optar por inquéritos internos, Connell forneceu em 1995 o nome de 17 padres suspeitos às autoridades, mas opôs-se mais tarde, sem êxito, à entrega de arquivos eclesiásticos à Justiça, recordou a BBC.
A comissão Murphy – cujo relatório, de mais de 700 páginas, assenta numa amostra dos casos de 46 dos 102 padres que, segundo o jornal Irish Times, são visados por 320 queixas – não teve dúvidas em concluir que os abusos “foram dissimulados pelo arcebispado e as outras autoridades eclesiásticas”.
“Repugnância e cólera”
Mas o Estado também não sai bem na fotografia. “As autoridades facilitaram o encobrimento ao não cumprirem as suas responsabilidades” e “o bem-estar das crianças, que devia ter sido a primeira prioridade, não foi sequer, no início, um factor tomado em consideração”. “Infelizmente, pode ter sido o importante papel que a Igreja desempenhou na vida irlandesa a razão pela qual os abusos de uma minoria dos seus membros ficaram impunes”, refere também o relatório, que denuncia o facto de a polícia ter demorado 20 anos a apresentar acusações contra um sacerdote.
Consciente de que as autoridades não cumpriram o seu papel, o ministro da Justiça, Dermot Ahern, lamentou o facto. “Quaisquer que tenham sido as razões históricas e sociais, o Governo, em nome do Estado, pede desculpas, sem reservas ou equívocos, pelas falhas”, disse.
O ministro, que exprimiu sentimentos de “repugnância e cólera”, referiu-se à “ironia cruel de uma Igreja que, motivada em parte pelo desejo de evitar o escândalo, de facto criou um outro, de uma incrível amplitude”. E classificou o relatório como um “catálogo de actos maléficos cometidos em nome do que era considerado como o bem comum”.
Algumas situações relatadas pela comissão Murphy são de gravidade semelhante a outras do relatório Ryan. É o caso de “um padre que confessou ter molestado sexualmente mais de cem crianças” e de outro que reconheceu ter abusado de menores “uma vez todas as duas semanas, durante o seu ministério, que se prolongou por mais de 25 anos”.
A primeira reacção da Igreja veio do actual arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, sucessor de Desmond Connell, que depois de entrar em funções desencadeou um inquérito interno e, há cerca de um ano, revelou que mais de 150 padres foram interrogados por alegações de abusos sexuais. Hoje, apresentou as suas “desculpas [e manifestou] tristeza e vergonha”.
Segundo a AFP, a justiça condenou já oito padres de Dublin, está a julgar três e estão em curso acções contra outros 35. A ordem dos Irmãos Cristãos, a mais visada pelo relatório divulgado há seis meses, dispôs-se entretanto a pagar 161 milhões de euros de indemnização às vítimas.
Abusos de sacerdotes sobre crianças têm sido noticiados também noutros países e abalaram a Igreja norte-americana. O Papa Bento XVI defendeu que os abusadores devem responder perante a Justiça e no ano passado, durante a sua visita aos EUA, encontrou-se com vítimas.
FONTE
http://www.publico.clix.pt/Mundo/lideres-catolicos-fecharam-olhos-a-abusos-de-padres-irlandeses_1411617
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Frase de Bob Marley
Frase de Bob Marley
Frase de Bob Marley:"Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão."
“Há pessoas que amam o poder, e outras que tem o poder de amar.”
( Bob Marley)
Frase de Bob Marley:"Unidos venceremos. Divididos, cairemos."
Frase de Bob Marley:"O sonho de um careta é a realidade de um maluco."
Frase de Bob Marley: Dinheiro não compra vida.
Frase de Bob Marley:"Supere os demônios com uma coisa chamada amor."
Frase de Bob Marley:"O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir. Quem não o sente não o conhece."
Frase de Bob Marley:"A música tem uma coisa boa: quando bate você não sente dor."
Frase de Bob Marley:"Se você obedece todas as regras, acaba perdendo a diversão."
Frase de Bob Marley:"Eu não gosto de políticos, minhas músicas têm tudo a ver com o bem e a verdade."
Frase de Bob Marley:"Não quero lutar não cara, não com canhões. Devo brigar por meus direitos. Meus direitos devem vir para mim. Você defende seu direito, sua razão."
Frase de Bob Marley:"A vida é para quem topa qualquer parada, e não para quem pára em qualquer topada."
Frase de Bob Marley:"Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos."
Frase de Bob Marley:"Muitas pessoas pensam que a vida é um sonho, assim elas só pioram as coisas. Muito tem sido dito e pouco realizado. Eles ainda estão matando. Matando nossos profetas, e se divertindo. Se divertindo muito."
Frase de Bob Marley:"Um povo sem conhecimento, saliência de seu passado histórico, origem e cultura, é como uma árvore sem raízes."
Frase de Bob Marley:"Minha música é contra o sistema, a favor da justiça. É contra as regras que dizem que a cor de um homem lhe decide o destino. Deus não fez regras sobre a cor."
Frase de Bob Marley:"As letras das músicas podem ensinar algo às crianças. Não é apenas diversão. Você não vai conseguir divertir uma pessoa que está com medo ou com fome."
Frase de Bob Marley:"A justiça cobrirá a terra como a água cobre o mar. Eu não quero o sucesso, o sucesso não me diz nada. Muitas pessoas têm sucesso mas vivem como mortos."
Frase de Bob Marley:"Eu olho para dentro de mim, e não me importo com o que as pessoas fazem ou dizem. Eu me preocupo só com as coisas certas."
Frase de Bob Marley:"Quando os negros se unirem, os brancos e os chineses também o farão. Mas é preciso que os negros façam isso primeiro."
Frase de Bob Marley:"Já estive aqui antes e voltarei outra vez, mas não terminarei esta viagem."
Frase de Bob Marley:"Se você ouve reggae e não se mexe, então você está morto."
Frase de Bob Marley:"Acredito na liberdade para todos; não apenas para os negros."
Frase de Bob Marley:"Todo homem tem direito de decidir seu próprio destino."
Frase de Bob Marley:"Bob Marley não é meu nome. Eu nem mesmo sei meu nome ainda."
Frase de Bob Marley:"Não sou nenhum anjo. Sou filho da vida."
Frase de Bob Marley: "Um povo sem conhecimento, saliência de seu passado histórico, origem e cultura, é como uma árvore sem raízes."( Bob Marley )
Frase de Bob Marley: “Meu lar é sempre onde estou. Meu lar está na minha mente. Meu lar são meus pensamentos.”
Frase de Bob Marley: “Meu lar é pensar as coisas que eu penso. Esse é meu lar. Meu lar não é um lugar material por ai… meu lar está na minha mente.”
Serginho - Sucesso
Ocupando o latifúndio improdutivo da internet !
UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL !
"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente"
RENDA EXTRA - GRÁTIS
http://www.freewebs.com/rendaextraafiliados/index.htm
Frase de Bob Marley:"Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão."
“Há pessoas que amam o poder, e outras que tem o poder de amar.”
( Bob Marley)
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Frase de Bob Marley:"O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir. Quem não o sente não o conhece."
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Frase de Bob Marley:"Eu não gosto de políticos, minhas músicas têm tudo a ver com o bem e a verdade."
Frase de Bob Marley:"Não quero lutar não cara, não com canhões. Devo brigar por meus direitos. Meus direitos devem vir para mim. Você defende seu direito, sua razão."
Frase de Bob Marley:"A vida é para quem topa qualquer parada, e não para quem pára em qualquer topada."
Frase de Bob Marley:"Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos."
Frase de Bob Marley:"Muitas pessoas pensam que a vida é um sonho, assim elas só pioram as coisas. Muito tem sido dito e pouco realizado. Eles ainda estão matando. Matando nossos profetas, e se divertindo. Se divertindo muito."
Frase de Bob Marley:"Um povo sem conhecimento, saliência de seu passado histórico, origem e cultura, é como uma árvore sem raízes."
Frase de Bob Marley:"Minha música é contra o sistema, a favor da justiça. É contra as regras que dizem que a cor de um homem lhe decide o destino. Deus não fez regras sobre a cor."
Frase de Bob Marley:"As letras das músicas podem ensinar algo às crianças. Não é apenas diversão. Você não vai conseguir divertir uma pessoa que está com medo ou com fome."
Frase de Bob Marley:"A justiça cobrirá a terra como a água cobre o mar. Eu não quero o sucesso, o sucesso não me diz nada. Muitas pessoas têm sucesso mas vivem como mortos."
Frase de Bob Marley:"Eu olho para dentro de mim, e não me importo com o que as pessoas fazem ou dizem. Eu me preocupo só com as coisas certas."
Frase de Bob Marley:"Quando os negros se unirem, os brancos e os chineses também o farão. Mas é preciso que os negros façam isso primeiro."
Frase de Bob Marley:"Já estive aqui antes e voltarei outra vez, mas não terminarei esta viagem."
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Frase de Bob Marley:"Acredito na liberdade para todos; não apenas para os negros."
Frase de Bob Marley:"Todo homem tem direito de decidir seu próprio destino."
Frase de Bob Marley:"Bob Marley não é meu nome. Eu nem mesmo sei meu nome ainda."
Frase de Bob Marley:"Não sou nenhum anjo. Sou filho da vida."
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Alcoolismo: primeiro gole acontece aos 12 anos
O álcool é o pior inimigo do homem. Mas na Bíblia diz que devemos amar nossos inimigos.
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Alcoolismo: primeiro gole acontece aos 12 anos - VIDEO
Cada vez mais cedo os jovens se tornam dependentes de álcool e drogas. A cidade de São Paulo inaugurou a primeira clínica pública para dependentes.
Abs
Serginho - Sucesso
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"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente"
Blog Salada
http://www.grupos.com.br/blog/salada/
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A cerveja e a cachaça são os piores inimigos do homem. Mas o homem que foge dos seus inimigos é um covarde.
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Revolta do Vintém CURITIBA (Paraná)
Revolta do Vintém CURITIBA(Paraná)
A Revolta do Vintém foi um protesto popular ocorrido entre os dias 27 de março de 1883 e 30 de março do mesmo ano na cidade de Curitiba, a capital da então província do Paraná, contra a cobrança de impostos sobre as rendas, conhecido na época por “imposto do vintém”. Esta revolta também é denominada em algumas literaturas como “Revolta dos Comerciantes”.[1]
Menos famoso que a revolta de mesmo nome ocorrida da cidade do Rio de Janeiro no começo de 1880, os protestos ocorridos em Curitiba no ano de 1883 também ocasionou vandalismo e morte em nome de mudanças aos valores cobrados (no Paraná na forma de impostos) pelo governo e que teriam repercussão no bolso do povo em geral.
No ano de 1883 a província do Paraná era governada pelo dr. Carlos Augusto de Carvalho e o mesmo, logo que assumiu o governo, verificou que a receita arrecadada era muito inferior à orçada. Para contornar o problema contábil, solicitou que a Assembléia Provincial votasse uma lei criando um novo imposto; o imposto sobre as rendas na ordem de 1,5%. Este valor teria reflexos na classe dos comerciantes, portanto, foram estes os primeiros que reagiram ao tomar conhecimento da nova lei.
O imposto foi aprovado na Assembléia e definido sua cobrança a partir de 27 de março de 1883. Posteriormente o tributo passou a ser chamado de “imposto do vintém”, não pela quantia ou pela espécie, mas somente pelas conseqüências que a nova contribuição gerou naquele final de março.
No dia que entraria em vigor o “imposto do vintém” o comércio, em sinal de protesto, cerrou as portas e distribuiu boletins a população incentivando reivindicações.
Alguns políticos dissidentes do mesmo partido do governador aderiram à campanha dos comerciantes realizando comícios, e é destes comícios que surgem atos exaltados contra os favoráveis a nova carga tributária.
Em uma reunião ocorrida no salão Lindermann, na Rua São Francisco, entre o líder do movimento, o dr. Sérgio de Castro e o governista dr. Manuel Eufrásio, deixou claro que os comerciantes não aceitariam tal imposto e por sua vez o presidente da província mantinha-se inflexível. Após este encontro o dr. Carlos de Carvalho ordenou que o 3° Regimento de Artilharia, o 2° Corpo de Cavalaria e a polícia provincial fizessem patrulhamento nas principais ruas da cidade.
Num novo comício no dia 30 de março a população, em geral, resolve tomar providências enérgicas e se dirige a sede do governo aos berros de: “ao palácio!”. No meio do caminho resolvem fazer manifestações de vandalismo nas propriedades dos governistas: José Lourenço de Sá Ribas, Generoso Marques dos Santos e de Benedicto Enéas de Paula.
Como as forças governistas já estavam em patrulhamento, sob o comando dos militares: coronel José Clarindo de Queirós, pelo exército; tenente-coronel José de Almeida Barreto, pela cavalaria; capitão Joaquim Barreto da Gama Lôbo Pita, pelo polícia, o confronto foi inevitável.
Postados a frente dos manifestantes, que não se intimidaram com o aparato policial-militar, houve tiros de ambas as partes, tornando-se, as ruas próximas ao palácio, palco de guerra ensandecida.
Ao final dos distúrbios o saldo era: um popular morto; vários feridos de ambos os lados; inúmeras prisões efetuadas, inclusive do líder, dr. Sérgio de Castro. Para agravar a situação, houve uma questão consular entre Brasil e Alemanha, quando alguns súditos de Bismarck estavam entre feridos e presos.
Depois dos acontecimentos do dia 30 o imposto foi mantido, porém, a situação do seu criador, o presidente da província, ficou precária junto ao governo. Faltando-lhe por completo o apoio público, além de não ter mais a base política do seu prórpio partido, o dr. Carlos Augusto de Carvalho viu-se forçado a entregar a presidência às mãos do vice Antônio Alves de Araújo, o Comendador Araújo no dia 26 de maio de 1883. O Comendador, comerciante nato que era, apazigou os animos de ambos os lados e governou a província, neste primeiro mandato, por alguns meses.
Para o dr. Carlos de Carvalho, tal fato não deixou nenhum rancor ao povo paranaense, pois mais tarde aceitou defender o estado (já em período republicano) contra Santa Catarina na questão do território contestado.
____________________
Está na hora do POVO CURITIBANO, reivindicar uma QUEDA DOS IMPOSTOS, principalmente do IPTU,
será que não está na hora na queda do valor deste imposto ???
Haja visto, não VEMOS OBRAS, apenas TEMOS PROPAGANDA NA TV , e em outros meios de comunicação,
SEM RESULTADOS CONCRETOS PARA A POPULAÇÃO.
Serginho - Sucesso
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mas não abro mão de ser semente".
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A Revolta do Vintém foi um protesto popular ocorrido entre os dias 27 de março de 1883 e 30 de março do mesmo ano na cidade de Curitiba, a capital da então província do Paraná, contra a cobrança de impostos sobre as rendas, conhecido na época por “imposto do vintém”. Esta revolta também é denominada em algumas literaturas como “Revolta dos Comerciantes”.[1]
Menos famoso que a revolta de mesmo nome ocorrida da cidade do Rio de Janeiro no começo de 1880, os protestos ocorridos em Curitiba no ano de 1883 também ocasionou vandalismo e morte em nome de mudanças aos valores cobrados (no Paraná na forma de impostos) pelo governo e que teriam repercussão no bolso do povo em geral.
No ano de 1883 a província do Paraná era governada pelo dr. Carlos Augusto de Carvalho e o mesmo, logo que assumiu o governo, verificou que a receita arrecadada era muito inferior à orçada. Para contornar o problema contábil, solicitou que a Assembléia Provincial votasse uma lei criando um novo imposto; o imposto sobre as rendas na ordem de 1,5%. Este valor teria reflexos na classe dos comerciantes, portanto, foram estes os primeiros que reagiram ao tomar conhecimento da nova lei.
O imposto foi aprovado na Assembléia e definido sua cobrança a partir de 27 de março de 1883. Posteriormente o tributo passou a ser chamado de “imposto do vintém”, não pela quantia ou pela espécie, mas somente pelas conseqüências que a nova contribuição gerou naquele final de março.
No dia que entraria em vigor o “imposto do vintém” o comércio, em sinal de protesto, cerrou as portas e distribuiu boletins a população incentivando reivindicações.
Alguns políticos dissidentes do mesmo partido do governador aderiram à campanha dos comerciantes realizando comícios, e é destes comícios que surgem atos exaltados contra os favoráveis a nova carga tributária.
Em uma reunião ocorrida no salão Lindermann, na Rua São Francisco, entre o líder do movimento, o dr. Sérgio de Castro e o governista dr. Manuel Eufrásio, deixou claro que os comerciantes não aceitariam tal imposto e por sua vez o presidente da província mantinha-se inflexível. Após este encontro o dr. Carlos de Carvalho ordenou que o 3° Regimento de Artilharia, o 2° Corpo de Cavalaria e a polícia provincial fizessem patrulhamento nas principais ruas da cidade.
Num novo comício no dia 30 de março a população, em geral, resolve tomar providências enérgicas e se dirige a sede do governo aos berros de: “ao palácio!”. No meio do caminho resolvem fazer manifestações de vandalismo nas propriedades dos governistas: José Lourenço de Sá Ribas, Generoso Marques dos Santos e de Benedicto Enéas de Paula.
Como as forças governistas já estavam em patrulhamento, sob o comando dos militares: coronel José Clarindo de Queirós, pelo exército; tenente-coronel José de Almeida Barreto, pela cavalaria; capitão Joaquim Barreto da Gama Lôbo Pita, pelo polícia, o confronto foi inevitável.
Postados a frente dos manifestantes, que não se intimidaram com o aparato policial-militar, houve tiros de ambas as partes, tornando-se, as ruas próximas ao palácio, palco de guerra ensandecida.
Ao final dos distúrbios o saldo era: um popular morto; vários feridos de ambos os lados; inúmeras prisões efetuadas, inclusive do líder, dr. Sérgio de Castro. Para agravar a situação, houve uma questão consular entre Brasil e Alemanha, quando alguns súditos de Bismarck estavam entre feridos e presos.
Depois dos acontecimentos do dia 30 o imposto foi mantido, porém, a situação do seu criador, o presidente da província, ficou precária junto ao governo. Faltando-lhe por completo o apoio público, além de não ter mais a base política do seu prórpio partido, o dr. Carlos Augusto de Carvalho viu-se forçado a entregar a presidência às mãos do vice Antônio Alves de Araújo, o Comendador Araújo no dia 26 de maio de 1883. O Comendador, comerciante nato que era, apazigou os animos de ambos os lados e governou a província, neste primeiro mandato, por alguns meses.
Para o dr. Carlos de Carvalho, tal fato não deixou nenhum rancor ao povo paranaense, pois mais tarde aceitou defender o estado (já em período republicano) contra Santa Catarina na questão do território contestado.
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Está na hora do POVO CURITIBANO, reivindicar uma QUEDA DOS IMPOSTOS, principalmente do IPTU,
será que não está na hora na queda do valor deste imposto ???
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Azeitona previne câimbras e combate o colesterol
Azeitona previne câimbras e combate o colesterol
Verde ou preto, fruto faz bem ao coração, ossos e dentes, além de combater o colesterol ruim.
Verde ou preto, fruto faz bem ao coração, ossos e dentes, além de combater o colesterol ruim.
PADRE PEDOFILO PROCURADO PELA POLICIA
PADRE PEDOFILO PROCURADO PELA POLICIA
fonte
PADRE PEDOFILO JORNAL DA RECORD REDE RECORD MINAS
Proteja-se contra golpes online e fraudes na internet, roubos, neste BLOG, varias informações,
a fim de que menos pessoas sejam prejudicadas. COLABORE CONOSCO - DENUNCIE sem medo !
acesse:
http://roubosonline.blogspot.com/
fonte
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Padre Angelo Chiarelli preso em flagrante por atentado violento ao pudor
Padre Angelo Chiarelli
Depois de ser preso em flagrante por atentado violento ao pudor, na sexta-feira, e prestar depoimento na Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente, o Frei Ângelo Chiarelli, da Ordem dos Capuchinhos, 64 anos, foi encaminhado na madrugada de sábado ao Presídio Regional de Rio do Sul (SC), onde está isolado em uma cela especial. Na sexta-feira, no momento em que os policiais entraram em seu apartamento, anexo à Igreja do Divino, no bairro Canoas, ele estava no quarto, sentado com a vítima, uma garota de 13 anos, vestido, mas com o zíper da calça aberto. A polícia, com autorização da juíza Cinthia Beatriz Bittencourt vinha monitorando as ligações diárias do frei, além de mensagens que enviava pelo seu celular. A delegada Karla Bastos Miguel disse que o envolvimento entre o sacerdote e a menor foi denunciado pelos próprios familiares ao Ministério Público. Desde então, a polícia vinha monitorando as conversas.
fonte http://www.youtube.com/watch?v=X9WxH9trp5Y
[
Frases Interessantes
http://www.freewebs.com/frases10/index.htm
Depois de ser preso em flagrante por atentado violento ao pudor, na sexta-feira, e prestar depoimento na Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente, o Frei Ângelo Chiarelli, da Ordem dos Capuchinhos, 64 anos, foi encaminhado na madrugada de sábado ao Presídio Regional de Rio do Sul (SC), onde está isolado em uma cela especial. Na sexta-feira, no momento em que os policiais entraram em seu apartamento, anexo à Igreja do Divino, no bairro Canoas, ele estava no quarto, sentado com a vítima, uma garota de 13 anos, vestido, mas com o zíper da calça aberto. A polícia, com autorização da juíza Cinthia Beatriz Bittencourt vinha monitorando as ligações diárias do frei, além de mensagens que enviava pelo seu celular. A delegada Karla Bastos Miguel disse que o envolvimento entre o sacerdote e a menor foi denunciado pelos próprios familiares ao Ministério Público. Desde então, a polícia vinha monitorando as conversas.
fonte http://www.youtube.com/watch?v=X9WxH9trp5Y
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Frases Interessantes
http://www.freewebs.com/frases10/index.htm
Abraçando a imperfeição...
Abraçando a imperfeição...
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe
gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me
lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, tomates e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
" - Querida, eu adoro torrada queimada..."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa
noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
" - Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!"
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Essa é a minha oração para você, hoje.
Que possa aprender a levar o bem, o mal, as partes feias de sua vida colocando-as aos pés do Espírito. Porque afinal, ele é o único que poderá lhe dar uma relação na qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor."
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos e com amigos. Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.
Veja pelos olhos de DEUS e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.
"As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir."
Abraços
Serginho - Sucesso
Ocupando o latifúndio improdutivo da internet !
"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente".
Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe
gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me
lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, tomates e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
" - Querida, eu adoro torrada queimada..."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa
noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
" - Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!"
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Essa é a minha oração para você, hoje.
Que possa aprender a levar o bem, o mal, as partes feias de sua vida colocando-as aos pés do Espírito. Porque afinal, ele é o único que poderá lhe dar uma relação na qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor."
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos e com amigos. Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.
Veja pelos olhos de DEUS e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.
"As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir."
autor desconhecido
Abraços
Serginho - Sucesso
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"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente".
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A Guerra do Pente em CURITIBA fará 50 anos
A Guerra do Pente foi um protesto que teve início em 8 de dezembro de 1959 na cidade de Curitiba. O então governador do Estado Moyses Lupion iniciou uma campanha para aumento da arrecadação tributária chamada de "Seu Talão Vale um Milhão". A promoção consistia em juntar comprovantes fiscais de compra no valor de três mil cruzeiros e trocar por um cupom que daria o direito ao sorteio de um milhão de cruzeiros.
O Conflito
No dia 8 de dezembro o Subtenente António Tavares da Polícia Militar do Estado do Paraná comprou um pente pelo valor de quinze cruzeiros e exigiu o comprovante do comerciante libanês Ahmed Najar. Houve uma discussão entre eles e o comerciante fraturou a perna do Subtenente. Estava iniciado o conflito.
Cento e vinte lojas de árabes, judeus, italianos e brasileiros mas todos conhecidos como "turcos" foram depredadas. Algumas delas totalmente destruídas.
Todos os jornais, revistas, além da rádio registraram o acontecimento do primeiro dia e a espontaneidade com que tudo se iniciara. A revolta atingiu as lojas do centro da cidade, bares, bancas de revistas e carrinhos de pipoca, órgãos públicos como COAP (Comissão de Abastecimento e Preços); DFDG (Delegacias de Falsificações e Defraudação em Geral); Chefeatura de Polícia; Biblioteca Pública do Paraná; Edifícios do IPASE e a Agência do IAPC.
A Intervenção do Exército
A intervenção policial e de uma guarnição do Corpo de Bombeiros acirraram ainda mais os ânimos dos populares. Houve quebra-quebra generalizado por todo o centro curitibano. Com a intensificação da ação policial sobre o povo, aumentou-se a resposta em forma violenta, dispersando-a para outras ruas e praças. No segundo dia do levante, muitos dos "desordeiros" haviam sido presos. Porém, o movimento continuou com menor proporção. O Exército assumiu o comando de controle do tumulto, que parecia fugir das mãos da Polícia Civil e Militar, e teve um reordenamento de estratégia. Uma ação organizada de forte aparato bélico com pelotões de soldados armados de baionetas e metralhadoras esvaziou o centro da cidade, numa operação segurança comandada pelo Capitão José Olavo de Castro, da Polícia do Exército.
No terceiro e último dia do protesto, o Exército controlou a cidade. Pontos de ônibus foram alterados de local, realizou-se toque de recolher às 20h, medidas de um controle intenso do espaço público. O deslocamento ao centro da cidade já estavam normalizadas. O Exército, sob comando do General Oromar Osório, manteve patrulhas que circulavam pelas ruas na tentativa de evitar a desordem. Os bares foram obrigados a fechar suas portas às vinte horas, por determinação da Delegacia de Segurança Pessoal. A ação do Exército, da Polícia Militar e Civil evitou maiores danos, que nas palavras de Pinheiro Jr, chefe de polícia da capital, "a polícia agiu com prudência segundo suas circunstância". Além da violenta imposição da paz armada, houve pedidos por parte das autoridades militares e religiosas, o Arcebispo Metropolitano D. Manoel da Silva Delboeux fez um "apelo a juventude para não comprometer-se nesta tragédia triste de vandalismo", "a interferência do Exército determinou o encerramento da baderna predatória".
Entre feridos e presos, ainda estou aqui para relembra o aniversário de 50 anos, daquele 8 de dezembro
Serginho - Sucesso
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UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL !
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mas não abro mão de ser semente"
Expressões Gaúchas
Expressões Gaúchas
A
Abrir a barba - Ir-se embora.
Abrir o cavalo - Dar o fora, retirar-se. Abra o cavalo significa: retire o que disse.
Acabar com a casca - Matar.
Acoar em sombra de corvo - Tomar atitudes inúteis em vez de procurar
resolver objetivamente os problemas.
Agüentar o tirão - Topar a parada, sustentar com brio uma opinião.
Andar com a barriga no espinhaço - Andar com fome, magro, desnutrido.
Andar com a cincha na virilha - Necessitar urgentemente de dinheiro, estar
em grande apertura financeira.
Andar como cachorro que roubou toucinho - Andar ressabiado, arredio,
desconfiado. O mesmo que "Andar como cachorro que lambeu graxa".
Andar como pau de enchente - Andar de um lado para outro, ao sabor dos
acontecimentos.
Andar cortando arame com os dentes - Andar sem dinheiro.
Andar com a barriga no espinhaço - Andar com fome, magro, desnutrido.
--------------------------------------------------------------------------------
B
Bacalhau de porta de venda - Pessoa muito magra, esmirrada, demasiadamente seca.
Baixar o coco - Corcovear, velhaquear.
Bater a alcatra na terra ingrata - Morrer. Cair no chão.
Bater a canastra - Morrer.
Bater a linda plumagem - Fugir, desaparecer, ir embora.
Bater a passarinha - Ter palpite, antever um acontecimento.
Berrar como um touro - Falar forte e corajosamente, desafiando os
opositores.
Boi manso é que arromba a porteira - Em sentido figurado, diz-se do indivíduo
de boas maneiras que consegue passar por bom, quando na verdade não o é.
Bolear a perna - Apeiar-se, descer do animal de montaria.
Botar a cola no lombo - Disparar, fugir.
Botar os cachorros - Atiçar os cachorros. Em sentido figurado, falar
mal de alguém.
--------------------------------------------------------------------------------
C
Cabeça de passarinho -Diz-se de pessoa distraída, leviana, desatenta, irresponsável .
Cair de costas - Ficar extremamente surpreendido com alguma notícia.
Cair na vida - Prostituir-se.
Cantar a buena dicha - Descompor, dizer as verdades.
Casar mal a filha - Meter-se o indivíduo em dificuldades.
Cavalo dado não se olha o pêlo - Para receber um presente ou favor não
se impõem condições.
Cerrar a noite - Escurecer.
Cerrar o tempo - Ameaçar chuva. Em sentido figurado, haver briga,
luta, conflito.
Chegar a jeito - Abordar o assunto com boas maneiras, na ocasião
oportuna, a fim de conseguir o pretendido.
Cheirar a defunto - Haver perigo iminente de um conflito de conseqüencias
graves.
Chorar pitanga - Queixar-se sem motivo. Lamuriar-se.
Churrasquear no mesmo espeto - Terem duas ou mais pessoas grande amizade,
entre si. "Churrasqueamos no mesmo espeto", isto é, somos grandes
amigos, nos damos muito bem.
Cor de burro quando foge - Diz-se de uma cor, com intenção depreciativa.
Com o pé no estribo - Prestes a partir.
--------------------------------------------------------------------------------
D
Dar alce - Contemporizar, dar uma folga ao inimigo. Geralmente se usa a forma negativa: "não dar alce", isto é, não dar folga, não dar tempo de o inimigo se restabelecer.
Dar a lonca - Deixar-se surrar, dar o couro, apanhar. Morrer.
Dar carão - Negar-se a moça a dançar quando convidada pelo rapaz, ou
vice-versa.
Dar com os burros n'água - Ser mal sucedido.
De agalhas - Forte, audaz, admirável, vistoso.
De charola - Com acompanhamento de muitos admiradores.
Deixar correr o marfim - Não interferir.
De laço a laço - Em toda a extensão.
De orelha em pé - De sobreaviso, atento.
Desabar o tempo - Chover forte.
Descambar a madeira - Surrar, espancar. Em sentido figurado, atacar,
censurar, criticar, falar mal de alguém. O mesmo que meter o pau.
Despenhar-se por um canhadão abaixo - Sofrer malogro, insucesso; agir com
precipitação e temeridade.
Despontar o vício - Satisfazer o vício, embora incompletamente,
contentando-se com coisa inferior à que pretendia: "Este fumo é ruim, mas
serve para despontar o vício", isto é, na falta de outro melhor ele serve
para satisfazer o vício.
Dobrar o cotovelo - Beber, levar o copo à boca.
--------------------------------------------------------------------------------
E
Elas por elas - Uma coisa pela outra O mesmo que na orelha, de mano, ou de mano a mano.
Embarrar o pastel - Estragar o que estava bom. Pôr um plano a perder.
Em cima do laço - Imediatamente, em seguida, ao pé da letra.
Empinar o braço - Dar-se ao vício da embriaguez.
Em quatro paletadas - Em pouco tempo, rapidamente, com facilidade.
Encher barriga de corvo - Morrer o animal.
Encostar o relho - Surrar, esbordar, castigar, bater de relho.
Endurecer as conjunturas - Morrer.
Enfiar água no espeto - Trabalhar inutilmente.
Enfrenar mal o cavalo - Ser mal sucedido.
Enrolar o poncho - Preparar-se para viajar.
Entrar em curral de rama - Meter-se em complicações.
Entregar as fichas - Entregar-se, ceder, concordar.
Entreverar os pelegos - Casar-se, ajuntar-se com mulher.
Esconder o leite - Negar a pessoa o que havia prometido ou o que se
esperava dela. Dissimular. Mostrar-se medroso.
Espalhar o pé - Dançar. Fugir.
--------------------------------------------------------------------------------
F
Farejar catinga agourenta no ar - Pressentir acontecimento desagradável..
Fazer a cama para os outros deitarem - Fazer uma coisa que outra pessoa
venha a desfrutar.
Fazer a viagem do corvo - Sair e demorar muito a regressar.
Fazer boca - Comer alguma coisa para que o vinho fique com melhor sabor.
Fazer alguma coisa como início de uma ação mais importante.
Fazer corpo de cobra - Mostrar grande agilidade ao defender-se de ataque
de arma branca. O mesmo que fazer corpo de mico.
Fazer costado - Ajudar, colocar-se ao lado de outro.
Fazer ouvidos de mercador - Não dar atenção ao que os outros estão lhe
dizendo.
Fazer-se de chancho rengo -F azer-se de desentendido. Fazer-se de tolo.
Fazer-se fumaça - Desaparecer, fugir, ir embora.
Filho de tigre sai pintado - Tal pai, tal filho; o filho se assemelha ao
pai.
Fincar as guampas no inferno - Morrer (aplica-se em relação a pessoa
indesejável).
Flor e flor - Duplamente bom.
Forcejar nas quartas - Esforçar-se, esmerar-se, empenhar-se.
--------------------------------------------------------------------------------
G
Ganhar de mano - Anteceder-se na disputa de determinada coisa; chegar em primeiro lugar para pedir o que se deseja.
Ganhar na estrada - Ir-se embora, largar-se na estrada, viajar.
Ganhar na noite - Desaparecer na escuridão da noite. Ficar acordado até
tarde da noite.
Ganhar nos pelegos -I r deitar-se, meter-se na cama.
Gastar pólvora em chimango - Desperdiçar esforços, sem proveito nenhum.
Gemer nas puas - Estar sofrendo castigo moral ou tendo aborrecimentos, em
conseqüencia de faltas cometidas.
Granar o catete - Realizar-se o fato como estava previsto. "Ele
pretendia conseguir aquilo tudo, mas não granou o catete, isto é, não
se realizou o que ele pretendia".
--------------------------------------------------------------------------------
H
Há cachorro na cancha - Significa que há qualquer coisa atrapalhando a execução de determinado plano, assim como um cão na raia atrapalha a corrida.
--------------------------------------------------------------------------------
I
Ir ao cepo - Ir para o lugar de namoro.
Ir ao pelego - Esbordoar, espancar, surrar alguém.
Ir aos pés - Defecar.
Ir no pacote - Ser logrado, enganado, iludido.
Ir para o laço - Submeter as pessoas em contenda ou um caso à
apreciação judicial, quando não se consegue solução amigável. Ir para o
castigo.
Ir por um canhadão abaixo - Sofrer malogro, insucesso; agir com precipitação
e temeridade.
Ir-se a la cria - Largar-se na estrada, ir embora. O mesmo que mandar-se a
la cria.
--------------------------------------------------------------------------------
J
Jogar de mano - Jogar em combinação de outrem, comprometendo-se, ambos, a dividirem entre si, igualmente, os lucros ou prejuízos. Jogar um contra o outro, em igualdade de condições.
Jogar o pelego - Arriscar a vida.
Juntar as esporas - Cerrar as pernas, fincando as esporas no animal de
montaria.
Juntar os trapos - Casar, amasiar-se.
Juntar o torresmo - Economizar, juntar dinheiro, enriquecer.
--------------------------------------------------------------------------------
L
Lamber a canga - Tornar-se manso, confiante, submisso, afeiçoado. A expressão tem origem no fato de o boi manso, mesmo quando liberto, solto no campo, gosta de aproximar-se de sua canga e lambê-la.
Lamber a cria - Permanecer o pai em casa mimando o filho recém-nascido.
Lamber esporas - Adular, engrossar, bajular.
Lançar um pealo - Lançar uma indireta.
Largar campo fora - Deixar que vá embora.
Largar com um couro na cola - Despedir de maneira descortês, despachar,
mandar embora rispidamente. "Vou largar aquele cafajeste com um
couro na cola.
Largar de mão - Desistir de um empreendimento. Abandonar. Não se
preocupar mais com determinado assunto. "O velho, a conselho do médico, largou
de mão o cigarro."
Largar os cachorros - Passar descompostura, escorraçar.
Levantar a grimpa - Reagir, não submeter-se, mostrar-se altaneiro,
soberbo.
Levar a carga - Insistir na conquista de uma mulher. Arremeter contra o
inimigo.
Levar clavo - Sofrer prejuízo, ser logrado, enganado, ludibriado.
Lombo de sem-vergonha -Ordinário, safado, muito sem-vergonha.
--------------------------------------------------------------------------------
M
Mais primeiro - Em primeiro lugar. "Fui eu que cheguei mais primeiro". (É expressão chula)
Mandar-se dizer - Exprimir-se bem acerca de determinado assunto,
demonstrando conhecê-lo perfeitamente: "O padre mandou-se dizer
naquele sermão sobre o casamento."
Marca de estância velha - Diz-se para significar coisa muito conhecida,
que permanece sempre igual, que não muda nunca.
Marcar na paleta - Anotar, assinalar, não esquecer o mau procedimento de
determinado indivíduo.
Matar cachorro a grito - Andar sem dinheiro, estar na miséria, viver em
grandes aperturas.
Matar o bicho - Ingerir cachaça ou outra bebida alcoólica; tomar um gole
de qualquer bebida espirituosa. Tomar café preto, pela manhã, em jejum.
Divertir-se.
Meter a catana - Falar mal de alguém.
Meter a pata - Cometer gafe.
Meter a viola no saco - Calar-se. Deixar de pavonear-se. Acovardar-se.
Misturar-se na bala - Brigar a tiros.
Misturar-se no ferro - Brigar de facão, de faca ou espada.
Mondongo duro de pelar - Coisa difícil de fazer.
Murchar as orelhas - Aquietar-se.
--------------------------------------------------------------------------------
N
Não agüentar carona - Não suportar afrontas sem reagir.
Não aquentar banco - Não se demorar, em visita. O mesmo que não
esquentar o banco.
Não beber água nas orelhas dos outros - Não depender de favores.
Não dar changui - Não fazer concessão ao adversário.
Não dar rodeio - Ser o gado sem costeio, bravio, alçado, xucro, chimarrão.
Não temer, não afrouxar, não agüentar desaforo. Não deixar o adversário
em sossego.
Não enjeitar parada - Enfrentar o que vier. Não se negar a nada. Estar
pronto para tudo o que acontecer.
Não estar de artes - Não estar bem disposto.
Não estar para clavo - Não estar disposto a sofrer prejuízo.
Não fazer mossa - Não causar qualquer abalo.
Não levar qualquer um para compadre - Não aceitar a amizade ou a
companhia de qualquer pessoa.
No bico da chocolateira - Imediatamente, ao pé da letra.
No mato sem cachorro - Em grandes dificuldades, em apuros.
--------------------------------------------------------------------------------
O
Orelhar uma esperança - Alimentar uma esperança.
Orelhar as cartas - Chulear as cartas, no jogo de baralho. Jogar. (O
jogador orelha a carta decisiva puxando-a, com amão direita, para cima, e
segurando-a, com a esquerda, para não deixá-la sair).
--------------------------------------------------------------------------------
P
Pagar a mula roubada - Ser obrigado a prestar contas dos atos maus ou dos crimes que tenha praticado.
Passar por debaixo do poncho -Passar ocultamente, contrabandear.
Pisar no tempo - Fugir, ir embora.
--------------------------------------------------------------------------------
Q
Quadrar-se a volta - Propiciar-se a ocasião. Oferecer-se a oportunidade.
Quartear esperanças - Esperar com fé.
Quebrar o corpo - Desviar o corpo. Em sentido figurado, negar-se alguém
a fazer o que havia prometido; fugir a um compromisso.
--------------------------------------------------------------------------------
R
Rebenqueado de saudades - Sofrendo saudades, curtindo a dor da separação.
Riscar estrada - Tocar a galope em viagem. Sair a galope, disparar.
Ruim como a carne da pá - Diz-se da pessoa muito ruim, com alusão à
carne de paleta que é de má qualidade.
--------------------------------------------------------------------------------
S
Saber onde moram as corujas - Ser esperto, ser perspicaz, ter grandes conhecimentos.
Sacudir os arreios - Reclamar, opor-se a alguma coisa, discutir
acaloradamente, não aceitar oposição.
Sentar o braço - Surrar, bater, espancar, esbofetear, esmurrar.
--------------------------------------------------------------------------------
T
Ter o estômago frio - Ser incapaz de guardar segredo.
Tirar uma tora - Travar luta, brigar. Dormir uma soneca.
Tratar burro a pão de ló - Tratar bem a pessoa que não merece ser bem
tratada.
--------------------------------------------------------------------------------
U
Uma-de-a-pé - Uma briga, conflito, luta, rolo.
Um viva a la Pátria - Uma bagunça, uma desordem.
--------------------------------------------------------------------------------
V
Verter água - Urinar.
Ver-se em assado - Ver-se atrapalhado, ver-se em dificuldades.
Visita de soltar os bois - Visita demorada.
A
Abrir a barba - Ir-se embora.
Abrir o cavalo - Dar o fora, retirar-se. Abra o cavalo significa: retire o que disse.
Acabar com a casca - Matar.
Acoar em sombra de corvo - Tomar atitudes inúteis em vez de procurar
resolver objetivamente os problemas.
Agüentar o tirão - Topar a parada, sustentar com brio uma opinião.
Andar com a barriga no espinhaço - Andar com fome, magro, desnutrido.
Andar com a cincha na virilha - Necessitar urgentemente de dinheiro, estar
em grande apertura financeira.
Andar como cachorro que roubou toucinho - Andar ressabiado, arredio,
desconfiado. O mesmo que "Andar como cachorro que lambeu graxa".
Andar como pau de enchente - Andar de um lado para outro, ao sabor dos
acontecimentos.
Andar cortando arame com os dentes - Andar sem dinheiro.
Andar com a barriga no espinhaço - Andar com fome, magro, desnutrido.
--------------------------------------------------------------------------------
B
Bacalhau de porta de venda - Pessoa muito magra, esmirrada, demasiadamente seca.
Baixar o coco - Corcovear, velhaquear.
Bater a alcatra na terra ingrata - Morrer. Cair no chão.
Bater a canastra - Morrer.
Bater a linda plumagem - Fugir, desaparecer, ir embora.
Bater a passarinha - Ter palpite, antever um acontecimento.
Berrar como um touro - Falar forte e corajosamente, desafiando os
opositores.
Boi manso é que arromba a porteira - Em sentido figurado, diz-se do indivíduo
de boas maneiras que consegue passar por bom, quando na verdade não o é.
Bolear a perna - Apeiar-se, descer do animal de montaria.
Botar a cola no lombo - Disparar, fugir.
Botar os cachorros - Atiçar os cachorros. Em sentido figurado, falar
mal de alguém.
--------------------------------------------------------------------------------
C
Cabeça de passarinho -Diz-se de pessoa distraída, leviana, desatenta, irresponsável .
Cair de costas - Ficar extremamente surpreendido com alguma notícia.
Cair na vida - Prostituir-se.
Cantar a buena dicha - Descompor, dizer as verdades.
Casar mal a filha - Meter-se o indivíduo em dificuldades.
Cavalo dado não se olha o pêlo - Para receber um presente ou favor não
se impõem condições.
Cerrar a noite - Escurecer.
Cerrar o tempo - Ameaçar chuva. Em sentido figurado, haver briga,
luta, conflito.
Chegar a jeito - Abordar o assunto com boas maneiras, na ocasião
oportuna, a fim de conseguir o pretendido.
Cheirar a defunto - Haver perigo iminente de um conflito de conseqüencias
graves.
Chorar pitanga - Queixar-se sem motivo. Lamuriar-se.
Churrasquear no mesmo espeto - Terem duas ou mais pessoas grande amizade,
entre si. "Churrasqueamos no mesmo espeto", isto é, somos grandes
amigos, nos damos muito bem.
Cor de burro quando foge - Diz-se de uma cor, com intenção depreciativa.
Com o pé no estribo - Prestes a partir.
--------------------------------------------------------------------------------
D
Dar alce - Contemporizar, dar uma folga ao inimigo. Geralmente se usa a forma negativa: "não dar alce", isto é, não dar folga, não dar tempo de o inimigo se restabelecer.
Dar a lonca - Deixar-se surrar, dar o couro, apanhar. Morrer.
Dar carão - Negar-se a moça a dançar quando convidada pelo rapaz, ou
vice-versa.
Dar com os burros n'água - Ser mal sucedido.
De agalhas - Forte, audaz, admirável, vistoso.
De charola - Com acompanhamento de muitos admiradores.
Deixar correr o marfim - Não interferir.
De laço a laço - Em toda a extensão.
De orelha em pé - De sobreaviso, atento.
Desabar o tempo - Chover forte.
Descambar a madeira - Surrar, espancar. Em sentido figurado, atacar,
censurar, criticar, falar mal de alguém. O mesmo que meter o pau.
Despenhar-se por um canhadão abaixo - Sofrer malogro, insucesso; agir com
precipitação e temeridade.
Despontar o vício - Satisfazer o vício, embora incompletamente,
contentando-se com coisa inferior à que pretendia: "Este fumo é ruim, mas
serve para despontar o vício", isto é, na falta de outro melhor ele serve
para satisfazer o vício.
Dobrar o cotovelo - Beber, levar o copo à boca.
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E
Elas por elas - Uma coisa pela outra O mesmo que na orelha, de mano, ou de mano a mano.
Embarrar o pastel - Estragar o que estava bom. Pôr um plano a perder.
Em cima do laço - Imediatamente, em seguida, ao pé da letra.
Empinar o braço - Dar-se ao vício da embriaguez.
Em quatro paletadas - Em pouco tempo, rapidamente, com facilidade.
Encher barriga de corvo - Morrer o animal.
Encostar o relho - Surrar, esbordar, castigar, bater de relho.
Endurecer as conjunturas - Morrer.
Enfiar água no espeto - Trabalhar inutilmente.
Enfrenar mal o cavalo - Ser mal sucedido.
Enrolar o poncho - Preparar-se para viajar.
Entrar em curral de rama - Meter-se em complicações.
Entregar as fichas - Entregar-se, ceder, concordar.
Entreverar os pelegos - Casar-se, ajuntar-se com mulher.
Esconder o leite - Negar a pessoa o que havia prometido ou o que se
esperava dela. Dissimular. Mostrar-se medroso.
Espalhar o pé - Dançar. Fugir.
--------------------------------------------------------------------------------
F
Farejar catinga agourenta no ar - Pressentir acontecimento desagradável..
Fazer a cama para os outros deitarem - Fazer uma coisa que outra pessoa
venha a desfrutar.
Fazer a viagem do corvo - Sair e demorar muito a regressar.
Fazer boca - Comer alguma coisa para que o vinho fique com melhor sabor.
Fazer alguma coisa como início de uma ação mais importante.
Fazer corpo de cobra - Mostrar grande agilidade ao defender-se de ataque
de arma branca. O mesmo que fazer corpo de mico.
Fazer costado - Ajudar, colocar-se ao lado de outro.
Fazer ouvidos de mercador - Não dar atenção ao que os outros estão lhe
dizendo.
Fazer-se de chancho rengo -F azer-se de desentendido. Fazer-se de tolo.
Fazer-se fumaça - Desaparecer, fugir, ir embora.
Filho de tigre sai pintado - Tal pai, tal filho; o filho se assemelha ao
pai.
Fincar as guampas no inferno - Morrer (aplica-se em relação a pessoa
indesejável).
Flor e flor - Duplamente bom.
Forcejar nas quartas - Esforçar-se, esmerar-se, empenhar-se.
--------------------------------------------------------------------------------
G
Ganhar de mano - Anteceder-se na disputa de determinada coisa; chegar em primeiro lugar para pedir o que se deseja.
Ganhar na estrada - Ir-se embora, largar-se na estrada, viajar.
Ganhar na noite - Desaparecer na escuridão da noite. Ficar acordado até
tarde da noite.
Ganhar nos pelegos -I r deitar-se, meter-se na cama.
Gastar pólvora em chimango - Desperdiçar esforços, sem proveito nenhum.
Gemer nas puas - Estar sofrendo castigo moral ou tendo aborrecimentos, em
conseqüencia de faltas cometidas.
Granar o catete - Realizar-se o fato como estava previsto. "Ele
pretendia conseguir aquilo tudo, mas não granou o catete, isto é, não
se realizou o que ele pretendia".
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H
Há cachorro na cancha - Significa que há qualquer coisa atrapalhando a execução de determinado plano, assim como um cão na raia atrapalha a corrida.
--------------------------------------------------------------------------------
I
Ir ao cepo - Ir para o lugar de namoro.
Ir ao pelego - Esbordoar, espancar, surrar alguém.
Ir aos pés - Defecar.
Ir no pacote - Ser logrado, enganado, iludido.
Ir para o laço - Submeter as pessoas em contenda ou um caso à
apreciação judicial, quando não se consegue solução amigável. Ir para o
castigo.
Ir por um canhadão abaixo - Sofrer malogro, insucesso; agir com precipitação
e temeridade.
Ir-se a la cria - Largar-se na estrada, ir embora. O mesmo que mandar-se a
la cria.
--------------------------------------------------------------------------------
J
Jogar de mano - Jogar em combinação de outrem, comprometendo-se, ambos, a dividirem entre si, igualmente, os lucros ou prejuízos. Jogar um contra o outro, em igualdade de condições.
Jogar o pelego - Arriscar a vida.
Juntar as esporas - Cerrar as pernas, fincando as esporas no animal de
montaria.
Juntar os trapos - Casar, amasiar-se.
Juntar o torresmo - Economizar, juntar dinheiro, enriquecer.
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L
Lamber a canga - Tornar-se manso, confiante, submisso, afeiçoado. A expressão tem origem no fato de o boi manso, mesmo quando liberto, solto no campo, gosta de aproximar-se de sua canga e lambê-la.
Lamber a cria - Permanecer o pai em casa mimando o filho recém-nascido.
Lamber esporas - Adular, engrossar, bajular.
Lançar um pealo - Lançar uma indireta.
Largar campo fora - Deixar que vá embora.
Largar com um couro na cola - Despedir de maneira descortês, despachar,
mandar embora rispidamente. "Vou largar aquele cafajeste com um
couro na cola.
Largar de mão - Desistir de um empreendimento. Abandonar. Não se
preocupar mais com determinado assunto. "O velho, a conselho do médico, largou
de mão o cigarro."
Largar os cachorros - Passar descompostura, escorraçar.
Levantar a grimpa - Reagir, não submeter-se, mostrar-se altaneiro,
soberbo.
Levar a carga - Insistir na conquista de uma mulher. Arremeter contra o
inimigo.
Levar clavo - Sofrer prejuízo, ser logrado, enganado, ludibriado.
Lombo de sem-vergonha -Ordinário, safado, muito sem-vergonha.
--------------------------------------------------------------------------------
M
Mais primeiro - Em primeiro lugar. "Fui eu que cheguei mais primeiro". (É expressão chula)
Mandar-se dizer - Exprimir-se bem acerca de determinado assunto,
demonstrando conhecê-lo perfeitamente: "O padre mandou-se dizer
naquele sermão sobre o casamento."
Marca de estância velha - Diz-se para significar coisa muito conhecida,
que permanece sempre igual, que não muda nunca.
Marcar na paleta - Anotar, assinalar, não esquecer o mau procedimento de
determinado indivíduo.
Matar cachorro a grito - Andar sem dinheiro, estar na miséria, viver em
grandes aperturas.
Matar o bicho - Ingerir cachaça ou outra bebida alcoólica; tomar um gole
de qualquer bebida espirituosa. Tomar café preto, pela manhã, em jejum.
Divertir-se.
Meter a catana - Falar mal de alguém.
Meter a pata - Cometer gafe.
Meter a viola no saco - Calar-se. Deixar de pavonear-se. Acovardar-se.
Misturar-se na bala - Brigar a tiros.
Misturar-se no ferro - Brigar de facão, de faca ou espada.
Mondongo duro de pelar - Coisa difícil de fazer.
Murchar as orelhas - Aquietar-se.
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N
Não agüentar carona - Não suportar afrontas sem reagir.
Não aquentar banco - Não se demorar, em visita. O mesmo que não
esquentar o banco.
Não beber água nas orelhas dos outros - Não depender de favores.
Não dar changui - Não fazer concessão ao adversário.
Não dar rodeio - Ser o gado sem costeio, bravio, alçado, xucro, chimarrão.
Não temer, não afrouxar, não agüentar desaforo. Não deixar o adversário
em sossego.
Não enjeitar parada - Enfrentar o que vier. Não se negar a nada. Estar
pronto para tudo o que acontecer.
Não estar de artes - Não estar bem disposto.
Não estar para clavo - Não estar disposto a sofrer prejuízo.
Não fazer mossa - Não causar qualquer abalo.
Não levar qualquer um para compadre - Não aceitar a amizade ou a
companhia de qualquer pessoa.
No bico da chocolateira - Imediatamente, ao pé da letra.
No mato sem cachorro - Em grandes dificuldades, em apuros.
--------------------------------------------------------------------------------
O
Orelhar uma esperança - Alimentar uma esperança.
Orelhar as cartas - Chulear as cartas, no jogo de baralho. Jogar. (O
jogador orelha a carta decisiva puxando-a, com amão direita, para cima, e
segurando-a, com a esquerda, para não deixá-la sair).
--------------------------------------------------------------------------------
P
Pagar a mula roubada - Ser obrigado a prestar contas dos atos maus ou dos crimes que tenha praticado.
Passar por debaixo do poncho -Passar ocultamente, contrabandear.
Pisar no tempo - Fugir, ir embora.
--------------------------------------------------------------------------------
Q
Quadrar-se a volta - Propiciar-se a ocasião. Oferecer-se a oportunidade.
Quartear esperanças - Esperar com fé.
Quebrar o corpo - Desviar o corpo. Em sentido figurado, negar-se alguém
a fazer o que havia prometido; fugir a um compromisso.
--------------------------------------------------------------------------------
R
Rebenqueado de saudades - Sofrendo saudades, curtindo a dor da separação.
Riscar estrada - Tocar a galope em viagem. Sair a galope, disparar.
Ruim como a carne da pá - Diz-se da pessoa muito ruim, com alusão à
carne de paleta que é de má qualidade.
--------------------------------------------------------------------------------
S
Saber onde moram as corujas - Ser esperto, ser perspicaz, ter grandes conhecimentos.
Sacudir os arreios - Reclamar, opor-se a alguma coisa, discutir
acaloradamente, não aceitar oposição.
Sentar o braço - Surrar, bater, espancar, esbofetear, esmurrar.
--------------------------------------------------------------------------------
T
Ter o estômago frio - Ser incapaz de guardar segredo.
Tirar uma tora - Travar luta, brigar. Dormir uma soneca.
Tratar burro a pão de ló - Tratar bem a pessoa que não merece ser bem
tratada.
--------------------------------------------------------------------------------
U
Uma-de-a-pé - Uma briga, conflito, luta, rolo.
Um viva a la Pátria - Uma bagunça, uma desordem.
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V
Verter água - Urinar.
Ver-se em assado - Ver-se atrapalhado, ver-se em dificuldades.
Visita de soltar os bois - Visita demorada.
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