domingo, 31 de maio de 2009

Coca-Cola utilidade ou..................


Você está olhando pro lugar errado, essa é uma propaganda da Coca



Este artigo é Corrosivo!!!

Dá sensação de limpeza nos dentes e na boca ao beber.

Agride ao esmalte dos dentes e pode causar decapamento.

Em alguns estados dos EUA, patrulheiros rodoviários carregam dois galões de Coca Cola para remoção de sangue nas pistas em casos de acidentes.

Se colocarmos um osso em uma tigela com Coca Cola ele se dissolverá em dois dias.

Para limpar privadas: despeje uma lata de Coca Cola, deixe “a coisa” decantar por uma hora e dê a descarga. O ácido fosfórico remove manchas da louça.

Em caso de contato com olhos, e não lavado em água abundante, causa problemas.

Remove pontos de ferrugem de para-choques cromados de automóveis. Esfregue com papel alumínio embebido.

Limpa corrosão de terminais de baterias.

Para soltar parafusos emperrados por corrosão, aplique um pano encharcado com Coca Cola.

Remove manchas de graxa nas roupas.
pH do ácido fosfórico é 2,8.

Dissolve uma unha em cerca de 4 dias.

Para transporte de xarope de Coca Cola os caminhões são identificados como material corrosivo.

Distribuidores sempre usaram a Coca Cola para limpar motores dos caminhões.

Vale lembrar que um copo de Coca-Cola com aspirina cura qualquer dor de cabeça, ainda mais agora com a aspirina efervescente que o efeito é duas vezes mais rápido!!!!

EMAGRECEDOR!! Agora depois de enchermos a barriga com Coca-Cola podemos queimar as 2,000 calorias ingeridas pulando a corda da promoçaõ corda de rua!! Ou seja emagreça com Coca-Cola.

Que 100ml de Coca-Cola e um café expresso (misturados na mesma xícara) acabam com qualquer noite mal dormida, você consegue se manter acorado por mais de 5 horas e executar sua tarefas no trabalho, claro que nos intervalos é sempre bom reforçar a dose com uma lata de Coca-Cola a cada 30 min.

Serve para tirar chiclete do cabelo.

* recebi por e-mail, divido esta inutilidade, MENOS A GATA, com todos (as)

quirodáctilo médio - causou estrago numa festa



quirodáctilo




'Na visão das "otoridades", o atleta teria ofendido a moral e os bons costumes ao erguer o quirodáctilo médio das duas extremidades dos membros superiores para celebrar. ´
Nunca o simples ato lúdico de dar um cotoco, como se diz no interior do país, causou tanto estrago numa festa. O tresloucado gesto, nas arengas e balbúrdias infantis, não merece mais do que breve reprimenda.'

Expressões Gaúchas - conheça

Expressões Gaúchas - conheça senão TU podes fazer papel de ..............

A

Abrir a barba - Ir-se embora.
Abrir o cavalo - Dar o fora, retirar-se. || Abra o cavalo significa: retire o que disse.
Acabar com a casca - Matar.
Acoar em sombra de corvo - Tomar atitudes inúteis em vez de procurar
resolver objetivamente os problemas.

Agüentar o tirão - Topar a parada, sustentar com brio uma opinião.
Andar com a barriga no espinhaço - Andar com fome, magro, desnutrido.
Andar com a cincha na virilha - Necessitar urgentemente de dinheiro, estar
em grande apertura financeira.
Andar como cachorro que roubou toucinho - Andar ressabiado, arredio,
desconfiado. O mesmo que "Andar como cachorro que lambeu graxa".
Andar como pau de enchente - Andar de um lado para outro, ao sabor dos
acontecimentos.

Andar cortando arame com os dentes - Andar sem dinheiro.
Andar com a barriga no espinhaço - Andar com fome, magro, desnutrido.



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B
Bacalhau de porta de venda - Pessoa muito magra, esmirrada, demasiadamente seca.

Baixar o coco - Corcovear, velhaquear.
Bater a alcatra na terra ingrata - Morrer. Cair no chão.
Bater a canastra - Morrer.
Bater a linda plumagem - Fugir, desaparecer, ir embora.
Bater a passarinha - Ter palpite, antever um acontecimento.

Berrar como um touro - Falar forte e corajosamente, desafiando os
opositores.
Boi manso é que arromba a porteira - Em sentido figurado, diz-se do indivíduo
de boas maneiras que consegue passar por bom, quando na verdade não o é.
Bolear a perna - Apeiar-se, descer do animal de montaria.
Botar a cola no lombo - Disparar, fugir.
Botar os cachorros - Atiçar os cachorros. || Em sentido figurado, falar
mal de alguém.




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C
Cabeça de passarinho -Diz-se de pessoa distraída, leviana, desatenta, irresponsável .
Cair de costas - Ficar extremamente surpreendido com alguma notícia.
Cair na vida - Prostituir-se.

Cantar a buena dicha - Descompor, dizer as verdades.
Casar mal a filha - Meter-se o indivíduo em dificuldades.
Cavalo dado não se olha o pêlo - Para receber um presente ou favor não
se impõem condições.
Cerrar a noite - Escurecer.
Cerrar o tempo - Ameaçar chuva. || Em sentido figurado, haver briga,
luta, conflito.

Chegar a jeito - Abordar o assunto com boas maneiras, na ocasião
oportuna, a fim de conseguir o pretendido.
Cheirar a defunto - Haver perigo iminente de um conflito de conseqüencias
graves.
Chorar pitanga - Queixar-se sem motivo. Lamuriar-se.
Churrasquear no mesmo espeto - Terem duas ou mais pessoas grande amizade,
entre si. "Churrasqueamos no mesmo espeto", isto é, somos grandes
amigos, nos damos muito bem.
Cor de burro quando foge - Diz-se de uma cor, com intenção depreciativa.

Com o pé no estribo - Prestes a partir.



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D
Dar alce - Contemporizar, dar uma folga ao inimigo. Geralmente se usa a forma negativa: "não dar alce", isto é, não dar folga, não dar tempo de o inimigo se restabelecer.
Dar a lonca - Deixar-se surrar, dar o couro, apanhar. || Morrer.

Dar carão - Negar-se a moça a dançar quando convidada pelo rapaz, ou
vice-versa.
Dar com os burros n'água - Ser mal sucedido.
De agalhas - Forte, audaz, admirável, vistoso.
De charola - Com acompanhamento de muitos admiradores.
Deixar correr o marfim - Não interferir.

De laço a laço - Em toda a extensão.
De orelha em pé - De sobreaviso, atento.
Desabar o tempo - Chover forte.
Descambar a madeira - Surrar, espancar. || Em sentido figurado, atacar,
censurar, criticar, falar mal de alguém. || O mesmo que meter o pau.

Despenhar-se por um canhadão abaixo - Sofrer malogro, insucesso; agir com
precipitação e temeridade.
Despontar o vício - Satisfazer o vício, embora incompletamente,
contentando-se com coisa inferior à que pretendia: "Este fumo é ruim, mas
serve para despontar o vício", isto é, na falta de outro melhor ele serve
para satisfazer o vício.
Dobrar o cotovelo - Beber, levar o copo à boca.



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E


Elas por elas - Uma coisa pela outra O mesmo que na orelha, de mano, ou de mano a mano.
Embarrar o pastel - Estragar o que estava bom. Pôr um plano a perder.
Em cima do laço - Imediatamente, em seguida, ao pé da letra.
Empinar o braço - Dar-se ao vício da embriaguez.

Em quatro paletadas - Em pouco tempo, rapidamente, com facilidade.
Encher barriga de corvo - Morrer o animal.
Encostar o relho - Surrar, esbordar, castigar, bater de relho.
Endurecer as conjunturas - Morrer.
Enfiar água no espeto - Trabalhar inutilmente.

Enfrenar mal o cavalo - Ser mal sucedido.
Enrolar o poncho - Preparar-se para viajar.
Entrar em curral de rama - Meter-se em complicações.
Entregar as fichas - Entregar-se, ceder, concordar.
Entreverar os pelegos - Casar-se, ajuntar-se com mulher.

Esconder o leite - Negar a pessoa o que havia prometido ou o que se
esperava dela. || Dissimular. || Mostrar-se medroso.
Espalhar o pé - Dançar. || Fugir.



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F
Farejar catinga agourenta no ar - Pressentir acontecimento desagradável..

Fazer a cama para os outros deitarem - Fazer uma coisa que outra pessoa
venha a desfrutar.
Fazer a viagem do corvo - Sair e demorar muito a regressar.
Fazer boca - Comer alguma coisa para que o vinho fique com melhor sabor.
|| Fazer alguma coisa como início de uma ação mais importante.
Fazer corpo de cobra - Mostrar grande agilidade ao defender-se de ataque
de arma branca. || O mesmo que fazer corpo de mico.

Fazer costado - Ajudar, colocar-se ao lado de outro.
Fazer ouvidos de mercador - Não dar atenção ao que os outros estão lhe
dizendo.
Fazer-se de chancho rengo -F azer-se de desentendido. Fazer-se de tolo.
Fazer-se fumaça - Desaparecer, fugir, ir embora.
Filho de tigre sai pintado - Tal pai, tal filho; o filho se assemelha ao
pai.

Fincar as guampas no inferno - Morrer (aplica-se em relação a pessoa
indesejável).
Flor e flor - Duplamente bom.
Forcejar nas quartas - Esforçar-se, esmerar-se, empenhar-se.



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G


Ganhar de mano - Anteceder-se na disputa de determinada coisa; chegar em primeiro lugar para pedir o que se deseja.
Ganhar na estrada - Ir-se embora, largar-se na estrada, viajar.
Ganhar na noite - Desaparecer na escuridão da noite. || Ficar acordado até
tarde da noite.
Ganhar nos pelegos -I r deitar-se, meter-se na cama.
Gastar pólvora em chimango - Desperdiçar esforços, sem proveito nenhum.

Gemer nas puas - Estar sofrendo castigo moral ou tendo aborrecimentos, em
conseqüencia de faltas cometidas.
Granar o catete - Realizar-se o fato como estava previsto. "Ele
pretendia conseguir aquilo tudo, mas não granou o catete, isto é, não
se realizou o que ele pretendia".



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H
Há cachorro na cancha - Significa que há qualquer coisa atrapalhando a execução de determinado plano, assim como um cão na raia atrapalha a corrida.




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I
Ir ao cepo - Ir para o lugar de namoro.
Ir ao pelego - Esbordoar, espancar, surrar alguém.
Ir aos pés - Defecar.

Ir no pacote - Ser logrado, enganado, iludido.
Ir para o laço - Submeter as pessoas em contenda ou um caso à
apreciação judicial, quando não se consegue solução amigável. || Ir para o
castigo.
Ir por um canhadão abaixo - Sofrer malogro, insucesso; agir com precipitação
e temeridade.
Ir-se a la cria - Largar-se na estrada, ir embora. O mesmo que mandar-se a
la cria.




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J
Jogar de mano - Jogar em combinação de outrem, comprometendo-se, ambos, a dividirem entre si, igualmente, os lucros ou prejuízos. || Jogar um contra o outro, em igualdade de condições.
Jogar o pelego - Arriscar a vida.
Juntar as esporas - Cerrar as pernas, fincando as esporas no animal de
montaria.
Juntar os trapos - Casar, amasiar-se.

Juntar o torresmo - Economizar, juntar dinheiro, enriquecer.



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L
Lamber a canga - Tornar-se manso, confiante, submisso, afeiçoado. A expressão tem origem no fato de o boi manso, mesmo quando liberto, solto no campo, gosta de aproximar-se de sua canga e lambê-la.
Lamber a cria - Permanecer o pai em casa mimando o filho recém-nascido.

Lamber esporas - Adular, engrossar, bajular.
Lançar um pealo - Lançar uma indireta.
Largar campo fora - Deixar que vá embora.
Largar com um couro na cola - Despedir de maneira descortês, despachar,
mandar embora rispidamente. "Vou largar aquele cafajeste com um
couro na cola.

Largar de mão - Desistir de um empreendimento. Abandonar. Não se
preocupar mais com determinado assunto. "O velho, a conselho do médico, largou
de mão o cigarro."
Largar os cachorros - Passar descompostura, escorraçar.
Levantar a grimpa - Reagir, não submeter-se, mostrar-se altaneiro,
soberbo.
Levar a carga - Insistir na conquista de uma mulher. || Arremeter contra o
inimigo.

Levar clavo - Sofrer prejuízo, ser logrado, enganado, ludibriado.
Lombo de sem-vergonha -Ordinário, safado, muito sem-vergonha.



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M
Mais primeiro - Em primeiro lugar. "Fui eu que cheguei mais primeiro". (É expressão chula)

Mandar-se dizer - Exprimir-se bem acerca de determinado assunto,
demonstrando conhecê-lo perfeitamente: "O padre mandou-se dizer
naquele sermão sobre o casamento."
Marca de estância velha - Diz-se para significar coisa muito conhecida,
que permanece sempre igual, que não muda nunca.
Marcar na paleta - Anotar, assinalar, não esquecer o mau procedimento de
determinado indivíduo.
Matar cachorro a grito - Andar sem dinheiro, estar na miséria, viver em
grandes aperturas.

Matar o bicho - Ingerir cachaça ou outra bebida alcoólica; tomar um gole
de qualquer bebida espirituosa. || Tomar café preto, pela manhã, em jejum. ||
Divertir-se.
Meter a catana - Falar mal de alguém.
Meter a pata - Cometer gafe.
Meter a viola no saco - Calar-se. Deixar de pavonear-se. Acovardar-se.
Misturar-se na bala - Brigar a tiros.

Misturar-se no ferro - Brigar de facão, de faca ou espada.
Mondongo duro de pelar - Coisa difícil de fazer.
Murchar as orelhas - Aquietar-se.



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N


Não agüentar carona - Não suportar afrontas sem reagir.
Não aquentar banco - Não se demorar, em visita. O mesmo que não
esquentar o banco.
Não beber água nas orelhas dos outros - Não depender de favores.
Não dar changui - Não fazer concessão ao adversário.

Não dar rodeio - Ser o gado sem costeio, bravio, alçado, xucro, chimarrão.
|| Não temer, não afrouxar, não agüentar desaforo. || Não deixar o adversário
em sossego.
Não enjeitar parada - Enfrentar o que vier. Não se negar a nada. Estar
pronto para tudo o que acontecer.
Não estar de artes - Não estar bem disposto.
Não estar para clavo - Não estar disposto a sofrer prejuízo.
Não fazer mossa - Não causar qualquer abalo.

Não levar qualquer um para compadre - Não aceitar a amizade ou a
companhia de qualquer pessoa.
No bico da chocolateira - Imediatamente, ao pé da letra.
No mato sem cachorro - Em grandes dificuldades, em apuros.



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O


Orelhar uma esperança - Alimentar uma esperança.
Orelhar as cartas - Chulear as cartas, no jogo de baralho. Jogar. (O
jogador orelha a carta decisiva puxando-a, com amão direita, para cima, e
segurando-a, com a esquerda, para não deixá-la sair).



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P
Pagar a mula roubada - Ser obrigado a prestar contas dos atos maus ou dos crimes que tenha praticado.

Passar por debaixo do poncho -Passar ocultamente, contrabandear.
Pisar no tempo - Fugir, ir embora.



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Q
Quadrar-se a volta - Propiciar-se a ocasião. Oferecer-se a oportunidade.

Quartear esperanças - Esperar com fé.
Quebrar o corpo - Desviar o corpo. || Em sentido figurado, negar-se alguém
a fazer o que havia prometido; fugir a um compromisso.



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R
Rebenqueado de saudades - Sofrendo saudades, curtindo a dor da separação.

Riscar estrada - Tocar a galope em viagem. Sair a galope, disparar.
Ruim como a carne da pá - Diz-se da pessoa muito ruim, com alusão à
carne de paleta que é de má qualidade.



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S
Saber onde moram as corujas - Ser esperto, ser perspicaz, ter grandes conhecimentos.

Sacudir os arreios - Reclamar, opor-se a alguma coisa, discutir
acaloradamente, não aceitar oposição.
Sentar o braço - Surrar, bater, espancar, esbofetear, esmurrar.



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T
Ter o estômago frio - Ser incapaz de guardar segredo.

Tirar uma tora - Travar luta, brigar. || Dormir uma soneca.
Tratar burro a pão de ló - Tratar bem a pessoa que não merece ser bem
tratada.



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U
Uma-de-a-pé - Uma briga, conflito, luta, rolo.

Um viva a la Pátria - Uma bagunça, uma desordem.



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V
Verter água - Urinar.
Ver-se em assado - Ver-se atrapalhado, ver-se em dificuldades.

Visita de soltar os bois - Visita demorada.


fonte:

http://www.chamigos.com/group/riograndedosul/forum/topic/show?id=2298834%3ATopic%3A34249

sábado, 30 de maio de 2009

renuncia do deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho


Carli Filho renuncia ao mandato de deputado


A Assembleia Legislativa anunciou finalmente a renúncia ao mandato do deputado do PSB, Luiz Fernando Ribas Carli Filho , que se envolveu em um acidente de trânsito que resultou na morte de Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, em Curitiba. Há vinte e três dias hospitalizado, a maior parte do tempo no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Carli Filho vinha sendo aconselhado pelos colegas a deixar o cargo para evitar constrangimentos para si e para a Assembleia Legislativa, que passou a ser alvo de uma intensa pressão popular desde o episódio.

Milhares de e-mails foram enviados aos deputados pedindo para que votassem pela cassação do colega, requerida pelo advogado Elias Mattar Assad, contratado pela família Yared. Um segundo pedido foi apresentado pela direção do PMN. Ontem, vencia o prazo para que Carli Filho apresentasse sua defesa à Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa, por onde começaram a tramitar os pedidos de cassação por quebra de decoro parlamentar.

Com a renúncia, as repercussões do caso se deslocam do Legislativo para o Poder Judiciário e Ministério Público Estadual, que decidem sobre a responsabilização criminal de Carli, cuja participação no acidente está sendo investigada pela Polícia Civil. O principal benefício da renúncia para o ex-deputado é a manutenção dos seus direitos políticos, que seriam suspensos por oito anos se a Assembleia decidisse pela cassação.

O ofício contendo o pedido de renúncia, registrado no 26.º Tabelionato de Notas, em São Paulo, foi entregue ao presidente da Assembleia Legislativa, Nelson Justus (DEM), pelo advogado de Ribas Carli, Roberto Brzezinski. No texto, Carli Filho se refere ao episódio como uma “trágica surpresa” que se envolveu, “sem minha vontade direta ou indireta, no acidente que causou a morte de duas pessoas, jovens como eu”. O ex-deputado também informou que irá aguardar o processo e julgamento sem as prerrogativas do mandato. “Sem prerrogativas funcionais ou privilégios de qualquer ordem para receber, como cidadão comum, a sentença que as circunstâncias do fato e a sensibilidade da Justiça determinarem”, afirmou no pedido de renúncia.

No mesmo texto, Carli Filho menciona que decidiu poupar os colegas da “dolorosa missão” de ter que julgar um acusado que estaria sofrendo “uma condenação antecipada como resposta e punição para a tragédia a que fui arrastado”.

Caso encerrado - Sem mandato, Carli Filho não será mais julgado apenas por desembargadores do Tribunal de Justiça. A competência para o julgamento é devolvido à Justiça Comum. Após ser informada sobre a renúncia, o advogado da família Yared encaminhou pedido ao procurador-geral de Justiça do Paraná solicitando a manutenção dos promotores já designados para o caso.

Em nota divulgada no final da tarde, o Ministério Público do Paraná informou que não havia sido comunicado sobre a renúncia. A partir da formalização da situação, a Procuradoria de Justiça informou que a instituição tomará as providências necessárias para a continuidade das investigações no âmbito próprio. Justus disse ontem que, desde o momento que recebeu o pedido de renúncia, não compete mais à Assembleia Legislativa tratar desse caso. “Perde-se o objeto da investigação a partir do momento em que ele deixou de ser deputado”, afirmou o presidente da Assembleia. Ele não quis comentar a iniciativa de Carli de abdicar do mandato.

“Apenas lamento profundamente essa tragédia que levou as vidas de dois jovens e deixou marcas profundas e permanentes em três famílias, às quais ofereço, uma vez mais, a minha solidariedade pessoal e também a da instituição que presido”, disse.

Carta de renúncia do deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho

- “Senhor deputado Nelson Justus, digníssimo presidente da Assembleia Legislativa do Paraná e Colenda Assembleia Legislativa, renuncio perante Vossa Excelência ao mandato que o povo paranaense me outorgou nas eleições de 2006 e nas quais tive a honrosa escolha de ser o parlamentar mais jovem da atual legislatura. O destino que me proporcionou essa honra e essa alegria, reservo-me a trágica surpresa de me envolver, sem minha vontade direta ou indireta, no acidente que causou a morte de pessoas, jovens como eu. Ao mesmo tempo em que deploro a fatalidade dessas perdas humanas, transmito a todos os seus familiares e amigos meu sentimento de solidariedade espiritual. Aguardo o meu processo e julgamento sem prerrogativas funcionais ou privilégios de qualquer ordem para receber, como cidadão comum, a sentença que as circunstâncias do fato e a sensibilidade da Justiça determinarem.

Aos meus pares da Assembleia Legislativa devo poupar-lhes a dolorosa missão de julgar um acusado que ainda não foi ouvido mas que está sofrendo, em sua grande intensidade, uma condenação antecipada como resposta e punição para a tragédia a que fui arrastado. Aos meus eleitores e a todos os demais cidadãos paranaenses pretendo, mesmo sem o mandato para representá-los, atender compromissos sociais e humanos que possam ser viabilizadas com o meu esforço pessoal. Finalmente, aos meus pais e demais pessoas queridas ao convívio familiar, devo dizer-lhes que jamais passou pela minha mente a ideia de praticar qualquer violência e muito menos de causar o infortúnio que estão sofrendo a meu lado. Desejo, na medida de minhas forças, ações e esperanças, continuar a merecer o carinho e a confiança que nunca me faltaram.”


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sexta-feira, 29 de maio de 2009

100 Sucos com Poderes Medicinais- LIVRO GRATIS



Copie gratruitamente

Nome da Obra: 100 Sucos com Poderes Medicinais

Autor: Lelington Lobo Franco


Formato do Arquivo: .pdf

Sinopse:


Resultado de pesquisa de vários anos, o livro “100 Sucos com Poderes Medicinais”, do Professor Lelington Lobo Franco, reúne o estudo dos princípios ativos das plantas medicinais, frutas, verduras e hortaliças, combinando-os de várias formas: chás, sucos e vitaminas, de maneira adequada e completa do ponto de vista nutricional, para diversos males. Além de saborear os deliciosos sucos naturais, seu organismo estará mais protegido contra os desgastes físicos e, conseqüentemente, as doenças. Esta obra mostra um novo caminho para todas as pessoas que procuram uma vida mais saudável e ativa, de maneira simples e prática, adaptável ao seu dia-a-dia, por meio de ótimas receitas aqui apresentadas.

Download:
Clique aqui para fazer o download

Paulo Freire: MST e a Busca da Autonomia.

Paulo Freire em uma de suas últimas entrevistas, mencionando a esperança nas marchas progressistas



Médicos que vendem Herbalife para pacientes ganham cruzeiro

lamentavel...................

Médicos que vendem Herbalife para pacientes ganham cruzeiro


Parece que não são apenas as companhias farmacêuticas que sabem como seduzir os nossos médicos, pois centenas de médicos paulistas ganharam um cruzeiro em 2009 da Herbalife.

É claro que a maioria deles afirma que não se utiliza da posição de médico para vender os produtos, com exceção da cardiologista Marly Aparecida B. J. Ferraz:

No computador que usa dentro de seu consultório em Americana, no interior de São Paulo, … (ela) … mostra as fotos de pessoas que perderam peso com a Herbalife. A máquina guarda a planilha de preços dos produtos, estocados em outra sala. “Eu trabalho com os produtos da Herbalife. A gente vê pessoas realmente com mudança de saúde quando começam a suplementar com produtos de qualidade”, descreve, quando perguntada sobre reeducação alimentar. Como exemplo, cita “clientes” seus que perderam “sete quilos no primeiro mês”. A reportagem comprou dois potes, por R$ 161, para dez dias de tratamento. Para 30 dias, seriam R$ 408. “Daqui a dez dias você volta e leva mais.” Procurada na sexta-feira, a médica disse estar na lista do cruzeiro.

É abominável pensar que um médico se aproveite da fragilidade de um paciente para empurrar um produto, seja ele qual for. O que o médico fala é considerado pelos pacientes como algo inexorável.

A objetividade e ética de um profissional destes foi por água abaixo.

A proximidade da medicina e do comércio é condenada pelo código de ética da profissão.

O médico não pode utilizar a relação médico-paciente para negócios.

Se o profissional a usa para convencer pessoas, é antiético, segundo João Ladislau Rosa, do Conselho Regional de Medicina de São Paulo.

Se o médico recebe algum benefício de uma empresa que indica isso estabelece um conflito de interesse.

Portanto denuncie os médicos que vendem Herbalife nos consultórios para seus respectivos Conselhos Regionais de Medicina, pois ele pode até ter o seu registro cassado.

Por mais triste que seja este panorama, aposto que tem um monte de médicos da Herbalife pelo Brasil com dor de cotovelo por não receberem o prêmio. [ABEVD, indiçação do Slonik]

fonte
http://hypescience.com/medicos-que-vendem-herbalife-para-pacientes-ganham-cruzeiro/

quinta-feira, 28 de maio de 2009

FORA com os sádicos torturadores da ditadura militar

Cidade repudia torturador

No dia 12 de maio, os vereadores da cidade de São Carlos (SP) tomaram uma decisão histórica: aprovaram, por unanimidade, um projeto de lei que altera o nome da rua Sérgio Paranhos Fleury (policial torturador da ditadura militar) para rua Dom Hélder Câmara.

Na luta pelo aprofundamento da democracia política no Brasil, os vereadores da Câmara Municipal de São Carlos, São Paulo, foram responsáveis por uma decisão histórica: na tarde do dia 12 de maio, por unanimidade, os vereadores dessa cidade aprovaram um Projeto de Lei que altera o nome da rua Sérgio Paranhos Fleury. A partir dos próximos dias, com a sanção da lei pelo prefeito municipal, a rua passará a se denominar D. Hélder Pessoa Câmara.

Nova rua será D. Helder

Certamente, este ato em nada mudará o cotidiano dos moradores da rua nem a rotina dos demais habitantes da cidade. No entanto, na batalha em defesa do “direito à memória e do direito à verdade” sobre os fatos ocorridos durante a ditadura militar, a decisão dos vereadores de São Carlos tem um inestimável valor simbólico. Por meio deste ato, um dos mais violentos e sádicos torturadores da ditadura militar – cujo nome foi imposto à cidade, em 1980, por meio de decreto assinado por um obscuro prefeito – em breve, deixará de ser lembrado pelos habitantes de São Carlos: pelos que transitam pela rua, pelos registros dos imóveis, pelas correspondências recebidas por seus moradores etc.


Mais do que isso: os progressistas e democratas do país que conheceram a brutal atuação desse policial – sempre acobertado e respaldado pelos altos escalões militares –, ficarão aliviados com este ato de justiça reparatória. Depois de quase 29 anos, a vexatória homenagem – conferida ao policial que comandava sessões de torturas nos sinistros porões da Oban/DOI/Codi e que foi agente direto em ações que resultaram nas mortes de combatentes da ditadura – será, finalmente, varrida da cidade.

Simbólica e singular vitória dos democratas e progressistas que reconhecem e respeitam a memória de brasileiros e brasileiras que tiveram suas vidas sacrificadas no combate à ditadura. Dupla derrota dos que ainda hoje louvam a ditadura militar: é escorraçado da cidade de São Carlos o nome de um de seus “heróis”; em seu lugar entra o pequeno e frágil, mas, sempre destemido, “bispo vermelho”, D. Helder Pessoa Câmara.

A decisão dos vereadores de São Carlos – tendo à frente o presidente da Câmara, Lineu Navarro (PT), e apoiada vivamente por entidades em defesa dos direitos humanos, por acadêmicos de várias partes do país, estudantes, artistas, jornalistas etc. – deveria se constituir em exemplo para todos legislativos brasileiros. A defesa do “direito à memória e à verdade” deve implicar também a luta pela ressignificação dos nomes de nossas ruas, praças, edificações públicas etc. que hoje cultuam os “heróis” e os patronos da ditadura militar de triste memória no Brasil.



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Revenda Folheados e Bijouterias





quarta-feira, 27 de maio de 2009

DICAS DE COMO VIVER MAIS SUSTENTAVELMENTE

DICAS DE COMO VIVER MAIS SUSTENTAVELMENTE
http://www.freewebs.com/receitasecologicas/vivermelhor.htm

CONSUMO CONSCIENTE: seja coerente na hora de consumir, saiba a origem dos produtos que você consome. Invista em empresas que tenham responsabilidade social e ambiental. Nós consumidores somos responsáveis por manter as empresas no mercado, portanto, pense bem na hora de consumir.
http://www.freewebs.com/receitasecologicas/vivermelhor.htm

AMAZÔNIA: a maior parte da madeira nativa ilegal retirada da Amazônia, não vai para o exterior e sim para abastecer a região Sudeste do Brasil, sobretudo Rio de Janeiro e São Paulo. Portanto, preste atenção na procedência da madeira que você consome, não contribua para o desmatamento da Amazônia. Compre somente madeira certificada pelo FSC - Forest Stwartship Council.
http://www.freewebs.com/receitasecologicas/vivermelhor.htm

MATA ATLÂNTICA: o palmito juçara (Euterpe edulis), era uma espécie muito abundante na Mata Atlântica. Hoje, em muitos locais esta espécie não existe mais, porque existe uma exploração predatória, onde retira-se o palmito antes mesmo da espécie se reproduzir (o juçara demora em torno de 7 anos para frutificar). Não compre palmito juçara na estrada nem no supermercado, prefira pupunha (Bactris gasipaes) e açaí (Euterpe oleraceae), espécies que não estão ameaçadas. Não compre caso não esteja identificado qual palmito está no vidro.

COMPRAS: ao fazer compras em feiras e supermercado, leve uma sacola de casa, assim você evita os saquinhos de supermercado. Caso você tenha esquecido a sacola em casa, coloque as compras em caixas de papelão. O papel é produzido a partir da celulose, extraída principalmente do Eucalipto, sendo assim um recurso natural renovável e ainda o tempo de degradação é infinitamente menor que o plástico. Portanto, prefira embalagens de papel as de plástico. A natureza agradece!
http://www.freewebs.com/receitasecologicas/vivermelhor.htm

ALIMENTOS ORGÂNICOS: consuma alimentos produzidos organicamente, além de trazer benefícios a sua saúde e do agricultor que está produzindo, você não estará contribuindo com a poluição do solo e dos mananciais.

AGRICULTURA FAMILIAR: procure comprar direto do produtor,
continue lendo em :
http://www.freewebs.com/receitasecologicas/vivermelhor.htm

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RECEITAS DE PRODUTOS DE LIMPEZA ECOLÓGICOS

Muitas receitas foram desenvolvidas, testadas e aprovadas ao longo dos anos, principalmente pelas mulheres do meio rural. Procurando minimizar os impactos do uso de "produtos de limpeza" no meio ambiente e na saúde humana e também, porque não, economizar, buscou-se na memória destas mulheres, e em antigas anotações, receitas práticas, mais baratas e, o mais importante, que não colocam em risco a saúde de ninguém. Aí vão algumas

Sabão Sabão Neutro ou Sabão de Álcool Sabão Frio Sabão de Abacate Sabão de Ervas Sabão de Milho Sabão de Cinza Sabão Líquido para Louça Amaciante de Roupas Desinfetante para Banheiro

Clique nos link's abaixo e veja as receitas.
ou acesse :
http://www.freewebs.com/receitasecologicas/sabao.htm

receitas ecologicas
SABAO
SABAO NEUTRO
SABAO DE ABACATE
SABAO DE CINZA
SABAO DE ERVAS
SABAO FRIO
SABAO LIQUIDO
SABAO DE MILHO
AMACIANTE DE ROUPAS
DESINFETANTE P/BANHEIRO
VIVER MELHOR
Sites uteis
Frases Interessantes
Mensagens de Otimismo
Piadas
Socialismo
Blog


EXEMPLO UM TANTO DIFERENTE

SABÃO DE ABACATE


5 Kg de massa de abacate1/2 Kg de sebo derretido ou banha400 g de soda comercial150 g de breu (encontrado em ferragens ou casas de produtos químicos)

Colher o abacate com cuidado para não machucá-lo e guardá-lo à sombra, até que fique maduro. Após maduro, cortar o abacate ao meio e separar o caroço e a casca da massa. Colocar toda a massa numa vasilha bem limpa e acrescentar a soda, sebo ou banha e o breu. Mexer por uma hora. Colocar numa caixa forrada com plástico e deixar 24 horas para secar (dependendo da umidade do ar, algumas vezes é necessário deixar mais tempo). Cortar em barras. Para maior consistência, acrescentar 2 a 3 colheres de sopa de farinha de milho ou cinzas.


Alerta: Siga corretamente as proporções e orientaçõesdas receitas. A soda cáustica deve ser manuseada com cuidado,para não queimar as mãos (e outras partes do corpo) nem ser aspirada.

Colabore: Caso conheça alguma receita, coloque no Blog deste site

http://www.freewebs.com/receitasecologicas/sabao.htm

Cachorra, Piranha, Traira, Pacu

Como excelente pescador,
diria exímio,
que nunca contou uma mentira a respeito do tamanho dos peixes,
QUE ESCAPARAM,
arrebentaram a linha, fui obrigado a elaborar este mini site: http://www.freewebs.com/peixesdobrasil/ , a respeito de PEIXES DO BRASIL..

CASO TENHA ALGUM "CAUSO" de pescador COLOCA NO BLOG DO SITE !

Saiba mais a respeito destes peixes:
acesse :

http://www.freewebs.com/peixesdobrasil/

PEIXES DO BRASIL
Peixes do Brasil - AME a NATUREZA

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Agradeca ! PARE DE RECLA
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Abs
Serginho - Sucesso
Ocupando o latifúndio improdutivo da internet !
"
Posso não ver a colheita, mas não abro mão de ser semente".

terça-feira, 26 de maio de 2009

Agradeça ! PARE DE RECLAMAR

Agradeça ! :

Se pudéssemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exatamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes atualmente, seria algo assim:

Haveria:

57 asiáticos, 21 europeus, 8 africanos e 4 americanos.

52 mulheres e 48 homens, 70 não seriam brancos e 30 seriam brancos, 70 não cristãos e 30 cristãos.

Das 100 pessoas, 80 viveriam em condições precárias.

70 não saberiam ler e 50 sofreriam de desnutrição.

1 pessoa estaria a ponto de morrer e 1 bebê estaria nascendo.

Só 1 (sim, só 1) teria educação universitária.

Nesta aldeia, haveria apenas 1 pessoa a possuir um computador.


Agora pense:

Se você se levantou nesta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte do que milhões de pessoas que não sobreviveram nesta semana.

Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado ou a aflição da fome, então, você está melhor que 500 milhões de pessoas.

Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto, então você é mais afortunado que 3 bilhões de pessoas no mundo.

Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir, você é mais rico que 75% da população mundial.

Se você guarda dinheiro no banco, na carteira e tem algumas moedas, em um cofrinho, já está entre os 8% mais ricos deste mundo.

Se seus pais ainda estão vivos e unidos, você é uma pessoa muito rara.

Se você leu este texto, tem melhor sorte que mais de 2 bilhões de pessoas neste mundo, que não sabem sequer ler.

Agradeça!Serginho - Sucesso
Ocupando o latifúndio improdutivo da internet !

"Posso não ver a colheita, mas não abro mão de ser semente".




18 deputados estaduais do Paraná têm notificação de suspensão da CNH

18 deputados estaduais do Paraná têm notificação de suspensão da CNH

Um terço dos 54 deputados estaduais do Paraná tem processos de suspensão ou está com a carteira nacional de habilitação (CNH) suspensa. Levantamento realizado pela reportagem da FOLHA aponta que sete estão proibidos de dirigir, um dos quais - o deputado Artagão Júnior (PMDB)- está com o documento vencido. Outros onze foram notificados da suspensão da carteira mas ainda têm prazo para recorrer ou já apresentaram recurso.


As informações foram obtidas pela FOLHA junto ao Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) com base nos dados contidos no órgão referente às carteiras de motorista dos parlamentares.

Foram consultados os históricos de multas de 38 dos 54 deputados e de um ex-deputado. Não foi possível realizar o levantamento sobre infrações dos outros 16 parlamentares.
O sistema de consulta ao histórico de multas do Detran informa o número da CNH, o CPF do condutor, a situação da habilitação e as multas cujos pontos ainda estão vigentes ou com processo em andamento, bem como as notificações enviadas ao portador do documento. O levantamento demonstra que os parlamentares não estão imunes ao sistema de fiscalização do trânsito, - considerado por muitos como uma indústria de multas - que em Curitiba foi privatizado na gestão Jaime Lerner.


O deputado cassado Geraldo Cartário (PDT), é o campeão de multas entre seus ex-colegas de legislatura. A CNH do parlamentar registra 203 pontos. Vinte e oito casos ainda tramitam no Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) e na Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). A reportagem nao conseguiu contato com Cartário.

Em segundo lugar entre os parlamentares que mais têm pontos na carteira está o deputado Fernando Ribas Carli Filho (PSB), que se envolveu em um acidente no último dia 7 de maio deixando duas vítimas fatais. Carli Filho tem, registrados na CNH, 125 pontos.

O tio do parlamentar, o também deputado Plauto Miró (DEM) está com a carteira suspensa desde 18 de maio e soma 115 pontos. A penalidade termina no dia 16 de junho. ”Já entreguei minha carteira e vou fazer a reciclagem.”
Segundo o deputado, a maioria das infrações flagradas não foram cometidas por ele. ”Tenho um carro que fica no escritório em Ponta Grossa, outro que fica na minha casa, o da minha mulher e um trio elétrico que usamos na campanha”, disse. ”Depois que vi toda essa história (com o deputado Carli Filho) resolvi entregar”, explicou. Miró também informou que não costuma dirigir. ”Tenho motorista.”


Na Comissão de Ética, que pode analisar o processo de cassação que tramita na Casa contra Carli Filho, quatro integrantes possuem notificação de suspensão da carteira. O presidente do órgão, Pedro Ivo Ilkiv (PT), responde processo de suspensão da CNH por conta de uma infração gravíssima ocorrida em 2003, mas tem a habilitação em situação regular.

”Essa multa aconteceu no Rio Grande do Sul. Eu estava a 80 km/h, mas tinha uma entrada de uma cidade onde o limite era 40 km/h.” O parlamentar disse que costuma viajar muito e que com isso está ”mais sujeito a problemas”. ”Sou bom motorista e nunca me envolvi em um acidente.”

Reinhold Stephanes Júnior (PMDB) computa 55 pontos na carteira e Ademar Traiano (PSDB) soma 43 pontos. Ambos apresentaram recurso ao Cetran e estão com a habilitação em situação regular. A reportagem tentou conversar com Stephanes sobre o assunto, sem sucesso. Traiano declarou que os carros identificados nas multas são utilizados por funcionários dele para ”transportar doentes”. ”São funcionários que utilizam esses veículos.”

Outro que recebeu a notificação de suspensão do direito de dirigir e recorrer à Junta Administrativa de Recursos (Jari) é o deputado Osmar Bertoldi (DEM), que soma 24 pontos na CNH. ”Tenho preguiça de dirigir. Nem quando vou ao supermercado dirijo”, informou. Segundo Bertoldi, os dois carros que possui registrados seriam utilizados por outras pessoas. A assessoria do deputado informou que ele tem motorista e outros assessores também dirigem o carro dele.

Religião e Pão

Religião e Pão




Tramita no Congresso Nacional o Projeto de Emenda Constitucional, PEC 0047/2003, neste momento na Câmara dos Deputados, visando garantir a alimentação como direito social na Constituição Federal. Espera-se a sua aprovação, como gesto parlamentar de solidariedade e compromisso social e político, até a próxima celebração do Dia Mundial da Alimentação. Este passo será fruto de um entendimento que tem como referência a compreensão moral da destinação universal dos bens. Há, pois, uma compreensão moral que remete o entendimento legislativo e seus desdobramentos a fontes de inspiração que ultrapassam e estão antes da definição da organização social e política. Como o pão, a religião deve ser considerada, pois, à luz de valores e de referências com força de inspirar, adequadamente, a compreensão social e política com seus desdobramentos legislativos e jurídicos. É óbvio que, dentre as múltiplas implicações do bem comum, a destinação universal dos bens é um princípio de particular importância.



A pessoa não pode prescindir, é incontestável, dos bens materiais que respondem às suas necessidades primárias e constituem as condições basilares para a sua existência. Trata-se de necessidades básicas indispensáveis da pessoa para alimentar-se e crescer, comunicar-se, associar-se, e para poder conseguir as mais importantes finalidades a que é chamada. Esta compreensão é argumento da Doutrina Social da Igreja enquanto considera o princípio da destinação universal dos bens da terra que está na base do direito universal do uso dos bens. Quando se trata de alimentação, por exemplo, trata-se, antes de tudo, de um direito natural, inscrito na natureza do homem e não de um direito somente positivo, ligado à contingência histórica. Há, pois, uma dimensão ético-social que exige regulamentações jurídicas de modo que o sistema econômico-social não esmague este direito natural.



Naturalmente que a atuação concreta do princípio da destinação universal dos bens, referência específica à alimentação, levando em conta os diferentes contextos culturais e sociais, implica uma precisa definição dos modos, dos limites e dos objetos. Importa, pois, considerar que o pão não é passível apenas de uma consideração material ou comercial. Implica uma sua consideração à luz de princípios como o princípio da destinação universal dos bens e do direito natural, original, para além de contingências históricas, o direito social da alimentação. Há de se considerar também a religião. A consideração da religião tem implicações que se referem à alimentação moral indispensável para o equilíbrio de processos e regulação adequada das relações humanas. Isto porque a religiosidade diz respeito à dignidade humana.


O direito da pessoa e das comunidades à liberdade social e civil em matéria religiosa se justifica enquanto tal liberdade está inscrita na natureza humana. Há, pois, uma estreita ligação entre o entendimento da dignidade da pessoa e a própria natureza da busca de Deus. Esta busca de Deus não é uma simples busca de Deus, até considerada como alienação em determinadas abordagens. Ou considerações pejorativas que advém de entendimentos extremamente positivistas, ou de compreensão ideológica que impede alcançar raízes mais profundas da configuração da dignidade humana. A religião é fundamento da moral, ainda quando se pode encontrar pessoas profundamente morais, mesmo sendo irreligiosas, como outras que, mesmo sendo religiosas, não pautam seu comportamento em Deus.



O secularismo que vem desde o século XIII alimenta o fenômeno histórico que leva a colocar com vigor o acento principal na realidade mundana, reconhecendo nela valor e sentido próprio. Daí nasce a compreensão de libertar a realidade da tutela da religião visando conquistar diante dela uma total autonomia. Este fenômeno histórico provoca grande crise na religiosidade trazendo consequências e incidências sérias na consideração da vida interior, fonte da indispensável moralidade que equilibra o mundo nas suas relações, tratando-a como realidade alienante da vida comum, gerando até oposições a ela. É, pois, indispensável que se ponha na pauta de discussão e entendimentos que se refere à liberdade de consciência e de religião. A Doutrina Social da Igreja advoga que a liberdade religiosa deve ser reconhecida no ordenamento jurídico, e sancionada como direito civil. A consideração, pois, de liames históricos e culturais com uma nação, abre caminho para que uma comunidade religiosa receba um especial reconhecimento por parte do Estado sem gerar discriminações de ordem civil ou social. A visão das relações entre Estados e as organizações religiosas, promovida pelo Concílio Vaticano II, corresponde às exigências do Estado de direito e às normas do direito internacional. É importante defender e garantir o direito de religião e pão .

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

fonte

http://www.bethania.com.br/pt/noticias/noticia.php?noticia=agenciacatolica_NDg3

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fora Syngenta do Brasil - assassina trabalhador KENO

Video produzido pela Brigada de Audiovisual da Via Campesina - Brasil para a Campanha Fora Syngenta do Brasil. A Syngenta é uma transnacional suiça, que dentre outras atividades ilegais, mantinha um campo de testes com transgênicos dentro da faixa de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu, patrimônio natural da humanidade. Em uma ocupação pacífica da Via Campesina no local, pistoleiros assassinaram o dirigente do MST Valmir Mota, o Keno.



Segunda parte do documentário produzido pela Brigada de Audiovisual da Via Campesina.



Terceira e última parte do documentário "Nem um Minuto de Silêncio - Fora Syngenta do Brasil", produzido pela Brigada de Audiovisual da Via Campesina.






Empresa de transgenia - Syngenta Seeds - assassina trabalhador
Por Central Pastoral da Terra 23/10/2007

A Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra vem se juntar às diversas expressões de indignação que ecoam Brasil afora diante da morte do sem-terra Valmir Mota, encomendada pela empresa multinacional Syngenta Seeds, no dia 21 de outubro passado, em seu campo de experimentos, no município de Santa Tereza do Oeste, Paraná. Além de Valmir, os pistoleiros ainda feriram outras cinco pessoas, entre as quais Izabel do Nascimento Souza, internada em estado grave no hospital de Cascavel. No confronto um pistoleiro também foi morto.


Comissão Pastoral da Terra ? Secretaria Nacional

Assessoria de Comunicação

NOTA PÚBLICA


A Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra vem se juntar às diversas expressões de indignação que ecoam Brasil afora diante da morte do sem-terra Valmir Mota, encomendada pela empresa multinacional Syngenta Seeds, no dia 21 de outubro passado, em seu campo de experimentos, no município de Santa Tereza do Oeste, Paraná. Além de Valmir, os pistoleiros ainda feriram outras cinco pessoas, entre as quais Izabel do Nascimento Souza, internada em estado grave no hospital de Cascavel. No confronto um pistoleiro também foi morto.

A área onde ocorreu o conflito ficou conhecida nacionalmente quando no início de 2006, 70 famílias da Via Campesina a ocuparam para que a nação brasileira tomasse conhecimento de que nela se efetuavam experimentos com plantas transgênicas em desobediência aberta à legislação ambiental que proíbe tais práticas em áreas próximas a reservas florestais. A propriedade acabou sendo desapropriada pelo governo do estado para que se transformasse num centro de experiências em agroecologia. Uma decisão da justiça, porém, anulou a desapropriação e determinou a retirada das famílias. Neste domingo as famílias da Via Campesina voltaram a ocupá-la.

O que deixa a Coordenação Nacional da CPT preocupada é que em pleno século XXI, pistoleiros fortemente armados estejam ainda em plena ação em estados considerados desenvolvidos, como é o Paraná, num frontal desrespeito ao estado de direito vigente, e a serviço da elite latifundiária e agora também de empresas transnacionais. Estas além de se apropriarem de parte do território nacional, recorrem ainda à utilização de milícias privadas para proteger seus interesses.

O que nos deixa atônitos é que tudo isto esteja acontecendo nos mesmos espaços em que o agronegócio, em conluio com as multinacionais, se vangloria dos avanços tecnológicos na agricultura moderna capazes até de alterar a estrutura dos próprios seres vivos. Não se alteram, porém, a propriedade como direito absoluto acima da vida e dos direitos básicos da pessoa humana, nem os métodos utilizados desde os tempos da barbárie.

A CPT expressa à família do Valmir sua solidariedade neste momento de dor e de indignação. E exige que o poder judiciário seja ágil na punição dos responsáveis por este crime e que o governo do Estado do Paraná tome imediatas e enérgicas medidas a fim de combater eficazmente a formação e atuação dessas quadrilhas, que são milícias privadas, que espalham o terror e a violência entre os trabalhadores e trabalhadoras do campo.


Goiânia, 23 de outubro de 2007.

A Coordenação Nacional
fonte
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/10/399664.shtml




Por trás da violência
25/10/2007

Por Hamilton Octavio de Souza

No dia 21 de outubro, o jovem militante do MST e da Via Campesina, Valmir Mota de Oliveira, conhecido como Keno, de 34 anos, casado e pai de três filhos, foi brutalmente assassinado por seguranças da Syngenta, uma empresa estrangeira que utiliza o território brasileiro para fazer cultivos ilegais de plantas transgênicas – com danos irreparáveis ao meio ambiente do Parque Nacional do Iguaçu.

Nesse dia, militantes do MST e da Via Campesina haviam ocupado – pacificamente – a área da Syngenta, no município de Santa Teresa do Oeste, no Paraná, pela segunda vez, como forma de protesto e de denúncia da empresa pela prática da agricultura ilegal e lesiva ao País. Inclusive o governo do Estado já havia decretado a desapropriação da área, mas o Poder Judiciário decidiu manter a atividade da Syngenta.

Horas após a ocupação pacífica, os trabalhadores foram atacados por uma milícia armada integrada por seguranças particulares contratados pela empresa estrangeira. Durante o ataque, Valmir foi executado à queima roupa, outros cinco trabalhadores foram feridos à bala e a sem-terra Izabel Nascimento de Souza levou três tiros e está internada em estado grave.

Em março de 2006, os sem-terra do Paraná já haviam ocupado a mesma área para fazer a mesma denúncia: os campos experimentais de milho e soja transgênicos da Syngenta não respeitam a distância legal das reservas florestais e representam uma ameaça concreta à biodiversidade da região. Na verdade, quem deveria ter ocupado a Syngenta há muito tempo eram as forças estaduais e federais, o Poder Judiciário, a polícia e o Exército – em nome do povo brasileiro.

As terras da Syngenta, assim como os latifúndios improdutivos, as terras griladas e devastadas pelas madeireiras do Pará, as terras criminosas do trabalho escravo e das drogas, os latifúndios estrangeiros que ameaçam a soberania nacional – já deveriam ter sido entregues para os projetos coletivos da reforma agrária e para o assentamento de milhares de famílias que vivem acampadas.

Acontece que o Brasil está imerso no grande jogo comandado pelo capital internacional, pelas elites nacionais entreguistas e pela casta política dirigente corrupta, que se submete aos interesses dos bancos, das empresas e das grandes corporações que dominam o mundo. Por isso mesmo, por trás da violência dos seguranças privados da Syngenta estão a omissão e a cumplicidade das autoridades brasileiras, que silenciam diante das atrocidades praticadas contra o povo e, ainda, na maioria das vezes, utilizam o próprio aparelho policial do Estado para reprimir as manifestações populares e os movimentos sociais.

Todos os dias o Brasil assiste a centenas de ações de violência, de norte a sul do País, das fronteiras da Amazônia aos pampas gaúchos, nas quais as vítimas são sempre os trabalhadores, os desempregados, os pobres, os favelados, os sem-terra e os sem-teto que tentam defender a própria sobrevivência diante de um sistema que gera injustiça, desigualdade, miséria, exclusão e opressão.

Por trás dessa violência – praticada pelas forças policiais do Estado ou pelas milícias privadas contratadas por grileiros, latifundiários e empresas – o que existe é a ganância dos ricos, os privilégios das elites e a pilhagem do capital estrangeiro em cima dos recursos naturais e da mão de obra no Brasil.

Lutar contra a violência que assassinou Valmir Mota de Oliveira é lutar contra todo o esquema que dá sustentação política para tais ações, que não assume a luta do povo e ainda permite a impunidade. Que a militância e o sacrifício de Valmir não tenham sido em vão.
fonte
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/10/399664.shtml

domingo, 24 de maio de 2009

Nokia Com camera - lance minimo R$ 0,10

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Reservamos o direito de não aceitar lances.

maiores detalhes:

http://www.freewebs.com/dicasok/nokiacomcamera.htm

Aneleira On-Line -saiba o tamanho do seu dedo

Aneleira On-Line

Se você não sabe o tamanho de seu de seu dedo,
utilize o gabarito:

http://www.imagemfolheados.com.br/?a=1221
para que você faça a escolha correta de seu anel.

Instruções:
Compare a medida interna de seu anel ou aliança com o gabarito :

http://www.imagemfolheados.com.br/?a=1221
Esta comparação deve ser feita na tela de seu computador e a configuração de vídeo deve ser de 800 X 600 pixels.

Caso você não tenha um anel ou aliança para comparar,
tire a medida do seu dedo com um pedaço de barbante e compare com o gabarito.

fonte
http://www.imagemfolheados.com.br/?a=1221

Como conservar seus folheados - Folheados e Bijouterias

Como conservar seus folheados
Folheados e Bijouterias


Como conservar seus folheados


Esta página se dedica à orientar nossos clientes e visitantes sobre os principais cuidados com os produtos adquiridos em nossa loja, para que os mesmos tenham maior durabilidade e mantenham sua aparência por mais tempo.

Evite utilizar seus folheados na praia pois o contato com a água salgada e a areia certamente irá riscá-los. Além do fato da água salgada ter um alto poder oxidante, que leva o folheado um eventual escurecimento;
É aconselhável que você retire seus folheados quando for tomar banho de chuveiro ou piscina, afim de evitar o contato com produtos de limpeza, higiene pessoal e produtos químicos em geral que podem prejudicar o folheado;
Não deixe seus folhedos em contato com produtos cosméticos;
Evite também utilizá-los nos serviços de jardinagem, pois o manuseio com a terra e adubos químicos poderá afetar a folheação do produto;
Alguns serviços domésticos também podem comprometer a folheação de seus produtos. Serviços que utilizam produtos químicos e de limpeza devem ser evitados.
Estes cuidados simples aumentarão com certeza a durabilidade de seus folheados.

Serão considerados mau uso os itens citados abaixo:

Raspar a peça ao apoiar-se em superfícies rústicas como paredes, bordas de piscinas ou areia;
Amassar ou riscar peças como anéis ou alianças ao levantar objetos pesados;
Pedras ou pérolas riscadas ou arrancadas por choque acidental ou proposital.

Fonte
http://www.imagemfolheados.com.br/?a=1221 <<< saiba mais

Gaucho de Passo Fundo - Teixeirinha - video - letra - musica

Gaucho de Passo Fundo
Teixeirinha

Composição: Teixeirinha




Me perguntaram se eu sou gaúcho
Está na cara repare o meu jeito
Sou do rio grande lá de passo fundo
Trato todo mundo com muito respeito
Mas se alguém me pisar no pala
Meu revolver fala e o bochincho está feito
Mas se alguém me pisar no pala
Meu revolver fala e o bochincho está feito

Não sou nervoso e nem carrego medo
Eu me criei sem conhecer remédio
Eu meto os peitos em qualquer fandango
Mas quando eu me zango até derrubo o prédio
Eu sou gaúcho e se me agride eu tundo
Sou de passo fundo do planalto médio
Eu sou gaúcho e se me agride eu tundo
Sou de passo fundo do planalto médio

Me perguntaram qual era razão
Eu ter orgulho e ser passo-fundense
Eu respondi sou da terra do trigo
Tem um povo amigo e quando luta vence
É um pedaço do rio grande amado
Orgulha o estado e o povo riograndense
É um pedaço do rio grande amado
Orgulha o estado e o povo riograndense

já respondi a pergunta seu moço
Me dá licença vou encilhar o cavalo
Brasil a fora atravessei os estados
Troteando apressado eu vim tirando o talo
Pra ver as prendas mais lindas do mundo
Cheguei em passo fundo no cantar do galo
Pra ver as prendas mais lindas do mundo
Cheguei em passo fundo no cantar do galo

As mocinhas da cidade - video - letra - musica - Nhô Belarmino Nhá Gabriela

As mocinhas da cidade

Nhô Belarmino Nhá Gabriela





As mocinhas da cidade
Nhô Belarmino Nhá Gabriela

As mocinhas da cidade
São bonitas, dançam bem
Eu dancei uma vez
Com uma moreninha
E já fiquei querendo bem

Embora seu pai não queira
Que eu me case com você
Só depois de nós casado
Ele vai nos compreender

Fui na casa da morena
Pedir água pra beber
Não é sede, não é nada, moreninha
Eu vim aqui só pra te ver

E o sol já vai entrando
E a saudade vai atrás
Vou casar com aquela linda moreninha
Pra nós dois viver em paz

Papa Bento 16 serviu no exército de Hitler

Papa Bento 16 serviu no exército de Hitler, desertou e foi feito prisioneiro de guerra


Nascido em Marktl am Inn, na Alemanha, em 1927, o jovem alemão Joseph Ratzinger tinha 12 anos de idade quando a Segunda Guerra Mundial estourou em 1939. A pouca idade impediu que fosse imediatamente chamado para servir no exército de Hitler. Mas em 1943, já com 16 anos, quando era seminarista, Ratzinger foi chamado pela primeira vez para realizar "trabalhos auxiliares" no exército alemão. Morou com militares e trabalhou em serviços antiaéreos em Munique. Um ano depois, recebeu convocação para o "serviço de trabalho do Reich".


A história de como Bento 16 serviu no exército de Hitler, construiu trincheiras, marchou cantando canções de guerra, foi humilhado, viu seu primo ser assassinado pelos nazistas, desertou, correu o risco de ser fuzilado e foi feito prisioneiro de guerra pode ser lida no trecho abaixo, retirado da biografia "Bento XVI - O Guardião da Fé" (Record).

No livro, o vaticanista Andrea Tornielli reconstrói a trajetória de Bento 16 através de testemunhos, de recordações pessoais e da análise do pensamento teológico e da produção intelectual do papa.


O início da guerra determina o confisco da sede do seminário, que se torna um hospital para doenças contagiosas. Assim é que os seminaristas são alojados na sede do Colégio Feminino das Damas Inglesas, que permanecia completamente vazio.

O primo assassinado por ser deficiente

Na autobiografia, Ratzinger não se refere a um episódio, que revela em 28 de novembro de 1996 durante uma conferência internacional promovida no Vaticano pelo Pontifício Conselho da Pastoral de Saúde. Um episódio doloroso: o assassinato pelos nazistas de um parente portador da síndrome de Down. Ratzinger fala disto para alertar contra o risco "sempre iminente" de "um retorno à barbárie", isto é, do risco da exclusão de alguns seres humanos da categoria daqueles que merecem respeito. "O menino eliminado pelos nazistas", disse o cardeal, "que em 1941 tinha 14 anos, era mais jovem que eu alguns anos. Era robusto, mas demonstrava progressivamente os sinais típicos da síndrome de Down. Despertava simpatia na simplicidade de sua mente ofuscada, e a sua mãe, que já havia perdido uma filha com uma morte prematura, lhe era sinceramente afeiçoada. Mas, em 1941, foi ordenado pelas autoridades do Terceiro Reich que ele devia ser hospitalizado para receber uma assistência melhor." "Não havíamos ainda suspeitado", continuou Ratzinger, "das operações de eliminação dos mentalmente debilitados, a qual já havia sido iniciada no fim dos anos trinta. Pouco tempo depois, recebeu-se a notícia de que o menino havia morrido de pneumonia e seu corpo fora cremado. A partir daquele momento, multiplicaram-se as notícias desse gênero."

Ratzinger de uniforme

Naquele mesmo ano, em 1941, com a precipitação dos acontecimentos de guerra, todos os seminaristas voltaram para casa, inclusive Georg e Joseph Ratzinger. O irmão mais velho do futuro pontífice tinha 17 anos, e no verão de 1941 foi registrado no chamado "serviço de trabalho", e em seguida, no outono na Wermacht, era radiotelegrafista. Depois de ter passado pela França, Holanda e Tchecoslováquia, foi convocado para a fronteira italiana. Joseph é ainda jovem demais, pode ainda se dedicar um pouco mais ao estudo dos clássicos, à poesia e à tradução dos textos litúrgicos. Mas, com 16 anos, por causa do reduzido número de soldados, foi convocado para um trabalho como auxiliar, junto com um pequeno grupo de seminaristas: foi obrigado a morar nas barracas como os militares regulares, usar os mesmos uniformes, entretanto lhe sendo concedido freqüentar algumas aulas. Tem que trabalhar nos serviços antiaéreos em Munique. Depois foi transferido para Gilching, ao norte de Ammersee.

Em 10 de setembro de 1944, tendo atingido a idade do serviço militar propriamente dito, Joseph foi colocado na divisão antiaérea e, tão logo voltou para casa, em Traunstein, encontrou a convocação para o "serviço de trabalho do Reich". Dez dias depois, "uma viagem interminável me levou finalmente a Burgenland, onde, com muitos amigos do ginásio de Traunstein, fui designado para um campo situado no local do território onde a Áustria faz fronteira com a Hungria e a Tchecoslováquia". "Aquelas semanas de trabalho", acrescenta Ratzinger, "permanecem em minha memória como uma recordação opressiva. Os nossos superiores eram em grande parte provenientes da comumente chamada Legião Austríaca. Tratava-se de nazistas do primeiro time... pessoas fanaticamente ideologizadas, que nos tiranizavam com violência."

O futuro pontífice recorda, em particular, de um episódio: uma noite, os jovens convocados foram tirados das camas e, meio adormecidos, reunidos na praça da caserna. Um oficial os chamou um a um, tentando convencê-los a entrar como "voluntários" no corpo da SS. "Muitos companheiros de armas, que no entanto eram pessoas de bom coração, foram integrados desse modo naquele corpo criminal." Joseph Ratzinger, juntamente com alguns outros, disse que tinha intenção de se tornar um "sacerdote católico": "Fomos cobertos de escárnios e de insultos e perseguidos, mas essas humilhações nos deram muito prazer, no momento em que nos libertavam da ameaça desse recrutamento falsamente voluntário e de todas as suas conseqüências."

Depois de ter trabalhado algumas semanas na construção da assim chamada "trincheira sudeste" em Burgenland, em 20 de novembro foi enviado para casa de trem. O trem não parava em Traunstein, e assim o jovem foi obrigado a saltar do vagão em movimento. Passaram-se ainda três semanas até chegar o chamado para o exército propriamente dito. Ratzinger tem sorte: foi de fato designado para o quartel de infantaria de sua região. Não combate, mas tem que marchar junto com seus companheiros pelas estradas cantando canções de guerra "para mostrar à população civil que o Führer dispunha ainda de soldados jovens recentemente treinados".

Prisioneiro de guerra

Na primavera, fim de abril, não obstante a cidade fosse cercada pelos militares que tinham ordem de fuzilar os desertores de seus postos, Joseph decide voltar para casa. Toma uma estrada secundária, mas na saída de um caminho encontra subitamente dois soldados de guarda. "Por sorte", conta o cardeal, "eram daqueles que não agüentavam mais a guerra e não queriam se transformar em assassinos." Com a chegada dos americanos, a casa da família Ratzinger foi escolhida como quartel-general aliado: Joseph foi identificado como soldado do Reich e retido como prisioneiro de guerra. Consegue levar consigo um caderno e um lápis: "Uma escolha aparentemente pouco prática, mas, na realidade, aquele caderno se revelou para mim uma maravilhosa companhia, porque, dia após dia, ali pude escrever pensamentos e reflexões de todos os tipos; cheguei também a me arriscar na composição de hexâmetros gregos."

Depois de vários dias de marcha, os prisioneiros foram reunidos num espaço aberto, em um terreno agrícola em Bad Aibling, juntamente com outros cinqüenta mil soldados alemães. "A alimentação consistia de um prato de sopa e um pedaço de pão por dia." Entre os prisioneiros, os estudantes de teologia encontraram graduados em universidades e até mesmo professores de várias origens e provenientes de diferentes lugares, e conseguiram organizar conferências e discussões no campo de concentração.

Em 19 de junho de 1945, depois de ter sido submetido aos controles regulares, Ratzinger foi libertado e se encaminha para casa. Na noite da chegada, festeja-se em família: "Em toda a minha vida nunca eu comi uma refeição tão gostosa como aquela que minha mãe me preparou com os produtos da nossa horta." Em julho do mesmo ano, Georg também faz seu retorno à casa, bronzeado pelo sol italiano.

sábado, 23 de maio de 2009

Você é um escravo (a) ! Assista este vídeo e comprove !

Você é um escravo !
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A verdade sobre as redes sociais

Este vídeo é um alerta para você que participa de alguma rede social na internet. Serena Ucelli revela o outro lado das redes de relacionamentos e mostra um ponto de vista que poucos sabem ou se dão conta.



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Ocupando o latifúndio improdutivo da internet !
"Posso não ver a colheita, mas não abro mão de ser semente".

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Vida Bandoneón: Uruguai se despede de Mario Benedetti


Vida Bandoneón: Uruguai se despede de Mario Benedetti

O cantor e compositor e amigo íntimo de Benedetti, Daniel Viglietti lembrou que "estamos todos consternados, como escrevia ele quando morreu o Che, mas sua caneta nos deixa a alma cheia de versos simples, simples na altura, como aqueles versos do cubano José Martí que ele tanto admirava". "Hoje enterramos um homem que acreditava na esperança de que as coisas, essas que todos sabemos importantes — amor, justiça, solidariedade, honestidade, rigor, entrega de vida — podem ser atingidas", diz Hugo Achugar, diretor de Cultura do governo uruguaio.

Redação - Carta Maior

Escritor uruguaio dos mais reconhecidos na América Latina, Benedetti morreu no domingo último em sua casa, aos 88 anos, após uma carreira literária de seis décadas. Benedetti tinha sido internado num hospital particular no final de abril, depois de diagnosticada uma doença intestinal crônica, e os médicos lhe deram alta no início de maio. "Aparentemente ele estava melhorando; os médicos diziam que estava se recuperando. Por isso, sua morte nos pegou de surpresa", comentou seu irmão Raúl aos canais de TV uruguaios.

A morte de Benedetti reuniu milhares de uruguaios para se despedirem ontem (20) do escritor. Os restos mortais de Benedetti foram conduzidos por trabalhadores e estudantes até o Panteão Nacional do Cemitério Central de Montevidéu, em meio a um eloqüente silêncio somente interrompido por respeitosos aplausos quando o caixão chegou ao destino. "Hoje enterramos um homem que acreditava na esperança de que as coisas, essas que todos sabemos importantes — amor, justiça, solidariedade, honestidade, rigor, entrega de vida — podem ser atingidas", disse na ocasião Hugo Achugar, diretor de Cultura do governo uruguaio.

O cantor e compositor e amigo íntimo de Benedetti, Daniel Viglietti lembrou que "estamos todos consternados, como escrevia ele quando morreu o Che, mas sua caneta nos deixa a alma cheia de versos simples, simples na altura, como aqueles versos do cubano José Martí que ele tanto admirava". Ainda no domingo, após a notícia do falecimento, familiares e amigos começaram a chegar à casa do poeta, no centro da capital uruguaia, cidade que Benedetti sempre mencionava em seus escritos.

Benedetti nasceu em 14 de setembro de 1930 no departamento de Tacuarembó, no norte do Uruguai, exilou-se durante a ditadura que desgovernou o país de 1973 a 1985, vivendo em Madri por boa parte desse período. Vários de seus poemas, escritos durante a ditadura e nos últimos anos, foram dedicados a vítimas da repressão militar, como o senador de esquerda e amigo íntimo Zelmar Michelini, seqüestrado e morto em Buenos Aires em 1976. Benedetti ficou famoso em 1956 com a publicação de "Poemas de la Oficina", sobre a rotina do trabalho.

Carta Maior publica aqui, na íntegra, um dos belos e simples poemas de Bendetti, em homenagem a ele e a todos que transformam as dores latinoamericanas em arte.





Bandoneón

me jode confesarlo
pero la vida es también un bandoneón
hay quien sostiene que lo toca dios
pero yo estoy seguro que es troilo
ya que dios apenas toca el arpa
y mal

fuere quien fuere lo cierto es
que nos estira en un solo ademán purísimo
y luego nos reduce de a poco a casi nada
y claro nos arranca confesiones
quejas que son clamores
vértebras de alegría
esperanzas que vuelven
como los hijos pródigos
y sobre todo como los estribillos

me jode confesarlo
porque lo cierto es que hoy en día
pocos
quieren ser tango
la natural tendencia
es a ser rumba o mambo o chachachá
o merengue o bolero o tal vez casino
en último caso valsecito o milonga
pasodoble jamás
pero cuando dios o pichuco o quien sea
toma entre sus manos la vida bandoneón
y le sugiere que llore o regocije
uno siente el tremendo decoro de ser tango
y se deja cantar y ni se acuerda
que allá espera
el estuche.


fonte
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15997&boletim_id=555&componente_id=9552